<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841</id><updated>2012-02-16T18:05:49.304-08:00</updated><title type='text'>Amundoim</title><subtitle type='html'>Living in a small world afterall.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>100</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-8719417190593248798</id><published>2010-06-02T10:22:00.000-07:00</published><updated>2010-06-02T10:22:37.229-07:00</updated><title type='text'>Ataque a "flotilla" no UOL</title><content type='html'>Que o UOL é um portal de notiícias um tanto quanto viesado em suas análises sobre política não é nenhuma surpresa. Mas parece que agora eles acertaram. Por que não facilitar e jogar o trabalho &amp;nbsp;na mão dos entrevistados? Escolhe-se quatro e cada um dá a sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje de manhã saiu a &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/especiais/ataque-frota-humanitaria/2010/06/02/mohamed-habib-ataque-foi-crime-contra-a-humanidade.jhtm"&gt;análise&lt;/a&gt; sobre o ataque a embarcação de suposta ajuda humanitária, que contou com duas opiniões muito ponderadas que vão contra a linha comum de notícias anti-israel que predomina na imprensa nacional. Lobhauer e Feldberg, por razões óbvias, não iriam condenar cegamente o ataque, como fizeram os outros analistas. O fizeram moderadamente, como deve ser feito. O ação israelense foi desproporcional sim, considerando que haviam mulheres e idosos a bordo, há-se de admitir. Porém, colocando-se em uma situação de provocação a Israel com sua conta em risco, os mentores do plano de "ajuda" desafiaram o procedimento normal que o exército israelense dispensa àqueles que tentam entrar ilegalmente em Gaza por via marítima, não raro carregando armas e terrorista. Já foram divulgadas algumas notas por aí afirmando que haviam membros da Al-Quaeda entre os passageiros do barco. Provável que o trabalho de inteligência israelense tenha descoberto isso e por tal razão planejado a ação, com o intuito de capturá-los em águas internacionais. O tiro saiu pela culatra e deu no que deu. Como afirmou Lobhauer, Israel caiu numa armadilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha modesta opinião, esse episódio ainda terá muita novidade por aí. Israel não vai se sujeitar a demagogia internacional sem buscar esclarecer, a luz dos fatos, o que realmente ocorreu. Ok, que o país costuma fazer muita besteira em conflitos deflagrados, como fez no Líbano e Gaza nos últimos anos. Porém, quando planeja uma operação como essa, deve haver algum objetivo específico. Algo ainda vai ser dito nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa ação precisa digna de filme, na qual agentes israelenses mataram um líder terrorista num hotel em Dubai, muito mais passível de controvérsias no que toca às convenções internacionais, se fez muito menos barulho, não acredito que a pressão internacional pedurará por muitos dias mais. Assim que os planos por trás dessa ajuda humanitária forem desvendados, o zum-zum-zum cessará.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-8719417190593248798?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.uol.com.br/especiais/ataque-frota-humanitaria/2010/06/02/mohamed-habib-ataque-foi-crime-contra-a-humanidade.jhtm' title='Ataque a &quot;flotilla&quot; no UOL'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/8719417190593248798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=8719417190593248798&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8719417190593248798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8719417190593248798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/06/ataque-flotilla-no-uol.html' title='Ataque a &quot;flotilla&quot; no UOL'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7946254239454301490</id><published>2010-05-26T06:12:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T06:20:31.414-07:00</updated><title type='text'>Erro de Cálculo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A maior presença externa do Brasil começou a ser notada no final dos anos 90, mas foi ao longo dos últimos oito anos que ganhou visibilidade. Por uma serie de razões internas e externas, a projeção de nosso país no cenário internacional continuará a crescer em conseqüência do peso de sua economia e do nosso envolvimento nos principais temas da agenda global, como comércio, meio ambiente, clima e energia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O ativismo da atual política externa procura um espaço de influência para bem além do contexto sul-americano, exigindo um esforço adicional da diplomacia brasileira para identificar o que de fato seja interesse nacional. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A busca de protagonismo para projetar o Brasil como um agente político global, como disse o presidente Lula, tentando ajudar a resolver conflitos por meio da negociação, pressupõe uma capacidade de avaliação e de coleta de informações, que o serviço externo brasileiro está plenamente habilitado a desenvolver. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A intervenção do Brasil na crise entre os EUA e o Irã, relacionada com a suspeita de que o regime teocrático de Teerã estaria desenvolvendo um programa nuclear para fins militares e não apenas para uso civil, foi positiva na medida em que propunha a negociação diplomática para superar as dificuldades e desconfianças existentes. A forma como se deu, entretanto, serviu para provar que temos um longo caminho de aprendizado ainda a percorrer, antes de empunhar, de forma madura e com credibilidade, a bandeira de salvadores da paz mundial. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Poderíamos ter ensaiado nossos bons ofícios nos conflitos entre nossos vizinhos, tentando ajudar, por exemplo, a Argentina e o Uruguai a resolver suas diferenças no caso da instalação da fábrica de celulose na fronteira; ou as disputas entre a Colômbia e Venezuela que quase levaram os dois países a um conflito armado. Em ambas as questões, o Brasil optou por se omitir, preferindo iniciar sua ação pacificadora no conflito entre palestinos e israelenses no Oriente Médio e na disputa entre EUA e Irã. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Essas decisões colocam em causa o julgamento dos formuladores da política externa quanto à identificação do que deveria ser de fato nosso interesse, e à capacidade de avaliação objetiva das informações coligidas pela eficiente rede do Itamaraty. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Sem entrar no mérito da discussão da crise em si mesma, e seja qual for seu desdobramento nas próximas semanas, ficou evidente a série de erros de avaliação por parte do governo brasileiro quando tomou a decisão de negociar o acordo com o Irã, que Teerã ameaça romper caso as sanções sejam aprovadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Superestimou-se a disposição da China e da Rússia, apesar dos seus interesses estratégicos e comerciais no Irã , de enfrentar os EUA para apoiar os esforços do Brasil. A percepção quanto ao estímulo indireto de Obama a Lula para negociar com o Teerã e à determinação americana de levar adiante o projeto de resolução com sanções no Conselho de Segurança, também foi mal dimensionada. Nossa diplomacia ignorou as pressões internas e externas sobre o governo Obama que forçaram o abandono das negociações com o Irã e a previsível reação de Washington contra a intromissão de novos atores em assuntos que, de forma monopolística, consideram de sua exclusiva responsabilidade. O presidente Lula apropriadamente perguntou onde isso estava escrito, mas as duras palavras da Secretaria de Estado, no dia seguinte ao acordo de Teerã, sinalizaram onde estava o poder. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Por outro lado, não houve uma adequada avaliação dos prejuízos que o apoio ao Irã poderia trazer para o Brasil. Ao tentar evitar as sanções e se inserir numa questão tão sensível e que envolve a própria segurança nacional dos Estados Unidos, atrás de ganhos incertos, o Brasil parece ter feito pouco caso das suas perdas. Foi minimizado o risco de que as relações com os EUA pudessem ficar afetadas pela iniciativa brasileira, prevalecendo a percepção do PT de que os EUA estão em decadência e que outros centros de poder estão emergindo e transformando o mundo em multipolar. Embora isso seja verdade para as decisões na área econômica e política, onde não há mais possibilidade de imposições dos países desenvolvidos sobre os países emergentes, a avaliação foi equivocada ao se julgar que o mesmo valeria também para as questões estratégicas e de defesa, nas quais os EUA continuam como a única superpotência, sem declínio ou perda de poder. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Mais grave foi o presidente Lula afirmar que sabia ser esse passo uma aposta grande e que não tinha nada a ganhar. Segundo se noticiou, um alto funcionário teria também declarado que os entendimentos com o Irã poderiam comprometer as intenções do Brasil em conquistar um lugar permanente no Conselho de segurança da ONU e que poderiam ser explorados pela oposição como aventura ou fracasso. Mesmo assim, valeria a pena. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;À luz dessas declarações, não fica claro quais os critérios do atual governo para a identificação do interesse nacional. O ingresso do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança é uma das maiores prioridades da atual política externa. Se nada tínhamos a ganhar porque ameaçar a chance de sentar de forma permanente no diretório que zela pela paz e pela segurança internacionais? Vale a pena despertar suspeitas até sobre a natureza de nosso programa nuclear, como já começa a acontecer? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Brasil, nos próximos anos, por sua crescente projeção externa e pela importância de sua voz, certamente poderá vir a exercer, o papel de negociador no encaminhamento de temas globais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;É árduo o caminho para assumir esse patamar. O aprendizado, que pressupõe erros e acertos, dependerá sempre de avaliações objetivas, fundadas na clareza da definição de nossos interesses permanentes e não de prioridades partidárias dos governos da vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Rubens Barbosa, ex-embaixador em Washington&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7946254239454301490?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7946254239454301490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7946254239454301490&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7946254239454301490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7946254239454301490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/05/erro-de-calculo.html' title='Erro de Cálculo'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3897737296106879465</id><published>2010-05-24T11:13:00.000-07:00</published><updated>2010-05-24T12:02:29.997-07:00</updated><title type='text'>Aidwatchers</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S_rNJ5tA-II/AAAAAAAAAUs/5TxZvMrMRKg/s1600/Elusive+quest.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S_rNJ5tA-II/AAAAAAAAAUs/5TxZvMrMRKg/s320/Elusive+quest.jpg" width="206" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quem acompanha, mesmo que de longe, o debate sobre desenvolvimento econômico na academia estado-unidense, deve saber quem é &lt;a href="http://dri.fas.nyu.edu/object/WilliamEasterly.html"&gt;William Easterly&lt;/a&gt;. O Easterly é um economista bastante cético sobre os rumos que o tema vem tomando, mais conhecido por suas críticas ao Jeffrey Sachs e sua abordagem 'assistencialista' ao combate a pobrezao. Eu li o '&lt;a href="http://www.amazon.com/Elusive-Quest-Growth-Economists-Misadventures/dp/0262550423/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1274723774&amp;amp;sr=8-1"&gt;Elusive Quest for Growth&lt;/a&gt;', que basicamente advoga que tudo que os países desenvolvidos ofereceram em termos de ajuda ao desenvolvimento econômico às nações pobres, de nada serviu. Easterly argumenta que tudo que vem sendo feito com o objetivo de ajudar esses países, está ignorando um princípio fundamental da economia, que as pessoas responsivas à incentivos. É um bom livro, que vale a pena ser lido principalmente por aqueles que tem uma visão romântica da ONU, de ONGs, missões humanitárias e etc, para que realmente entendam como é feita a política do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscando mais sobre o trabalho do cara, achei o seu blog, &lt;a href="http://aidwatchers.com/"&gt;Aidwatch&lt;/a&gt;, que sempre traz uns posts interessantes. Pretendo també,, logo mais, ler o outro livro dele, chamado '&lt;a href="http://www.amazon.com/White-Mans-Burden-Efforts-Little/dp/0143038826/ref=pd_sim_b_3"&gt;White man's burden&lt;/a&gt;', para fazer um contraponto ao recém lido libelo sachsiano O Fim da Pobreza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3897737296106879465?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3897737296106879465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3897737296106879465&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3897737296106879465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3897737296106879465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/05/aidwatchers.html' title='Aidwatchers'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S_rNJ5tA-II/AAAAAAAAAUs/5TxZvMrMRKg/s72-c/Elusive+quest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6717056844648450178</id><published>2010-04-28T11:02:00.000-07:00</published><updated>2010-04-28T11:02:31.695-07:00</updated><title type='text'>GRE</title><content type='html'>Para aqueles que estão começando a pensar em fazer pós-graduação nos EUA o GRE é o grande bicho papão. Se comparado ao TOEFL, esse último fica parecendo prova de escolinha de inglês. Isso porque o GRE, além de testar o seu conhecimento na língua, testa habilidades de raciocínio já difíceis de serem estudadas em português; em inglês a coisa complica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu realizei o TOEFL há alguma semanas e fui razoavelmente bem. Como eu sou pessimamente disciplinado para estudar, quase sempre prefiro tomar aulas, assim me obrigando a estudar. Para o TOEFL fiz um curso intensivo de um mês apenas para me familiarizar com a prova e refrescar um pouco o inglês. Porém, para o GRE, fazer uso dessa estratégia é mais complicado (na verdade mais caro $$$). São poucos os professores especializados nesse tipo de teste por aí. E dos especializados, os que são realmente bons, costumam cobrar mais de R$200 a hora/aula, o que torna a preparação por esse meio impraticável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não contanto com a abundância financeira que me permitiria enganar a minha displicência, o propósito desse post é, a partir desse momento, tornar esse blog temporariamente um espaço no qual relatarei o meu avanço nos estudos solitários para o GRE, como forma de me disciplinar, mantendo um log do processo de preparação que estou prestes a iniciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me forçarei ao máximo para manter isso atualizado, condicionando os posts ao progresso nos estudos. Por ora é isso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6717056844648450178?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6717056844648450178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6717056844648450178&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6717056844648450178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6717056844648450178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/04/gre.html' title='GRE'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1947826218864944100</id><published>2010-04-09T06:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-09T06:18:55.037-07:00</updated><title type='text'>Acordo Brasil x EUA</title><content type='html'>Primeiro esperneiam por causa do acordo das bases militares na Colômbia, depois vão chamegar o Irã para então esnobar a proposta de venda dos caças F-18 da Boeing, para agora chegarem com um acordo militar com os Estados Unidos quando diziam que na verdade a França seria a parceira estratégica-militar? Ou a essa é uma política externa que sofre de esquizofrenia profunda ou os Estados Unidos percebeu que Venezuela e Rússia juntas não são boa coisa e o Robert Gates fez alguma proposta maluca para o Jobim topar esse acordo. Porque realmente, se formos depender de alguém desse governo abrir os olhos para o que anda nos rondando na fronteira norte do país, a Amazônia já seria totalmente FARCiana (ou talvez venezuelana mesmo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1947826218864944100?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1947826218864944100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1947826218864944100&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1947826218864944100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1947826218864944100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/04/acordo-brasil-x-eua.html' title='Acordo Brasil x EUA'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-5953787975553855104</id><published>2010-03-24T07:18:00.000-07:00</published><updated>2010-03-24T07:18:03.125-07:00</updated><title type='text'>No serious country trusts Brazil anymore</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="t1" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;A slap in the face that we well deserved for the president we elected, twice! In the end, things never really change the way we expect it to have changed.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="t1" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="t1" style="color: #336666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="t1" style="color: #336666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;EUA - The Miami Herald&lt;/div&gt;&lt;div style="font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Título: Squandering Brazil's future&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;16/03/2010&lt;/div&gt;&lt;div style="font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; margin-bottom: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;To Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva, Cuban political prisoners are delinquents similar to the worst criminals imprisoned in his country. Lula has cruelly adopted the point of view of his friend Fidel Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To the president of Brazil, to ask for democratic elections, lend forbidden books and write in foreign newspapers -- the alleged ``crimes'' committed by the 75 dissidents rounded up during the first Black Spring of 2003 and sentenced to prison terms of up to 28 years -- is the equivalent of killing, robbing or kidnapping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To Lula da Silva, Dr. Oscar Elías Biscet, a black doctor sentenced to 25 years for defending human rights and opposing abortion, is just an inveterate criminal. Within Lula's peculiar moral code, the death of political prisoner Orlando Zapata Tamayo is perfectly understandable, as is the possible death of Guillermo Fariñas, a psychologist and dissident journalist who went on a hunger strike to demand release of 26 political prisoners who are severely ill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Cuban democrats are not the only ones disappointed in the Brazilian. In the last stage of his administration, Lula da Silva is demolishing the good image he enjoyed at the start. I recall a conversation I had three years ago with former Florida Gov. Jeb Bush. He told me that his brother, George, at the time the occupant of the White House, had an excellent relationship with Lula and was convinced that he was a loyal ally of Washington. That seemed naive to me, but I said nothing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some days ago, a former American ambassador who prefers anonymity, told me exactly the opposite. ``We all are wrong regarding Lula. He is an obstinate enemy of the West, very particularly the United States, even though he tries to hide it.'' Then, with some indignation, he criticized Brazil's complicity with Iran on the subject of sanctions over its development of nuclear weapons, Lula's permanent support for Hugo Chávez and the irresponsibility with which he handled the Honduran crisis when he propitiated Manuel Zelaya's asylum in his embassy at Tegucigalpa, in violation of all the rules of international diplomacy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actually, Lula da Silva's behavior is not surprising. In 1990, when the Berlin Wall went down, the leader of the Workers Party hastened to create the Sao Paulo Forum with Fidel Castro to coordinate collaboration among all the violent and antidemocratic forces of Latin America. Among them were the narcoterrorist guerrillas of the FARC and the ELN in Colombia, a dozen communist parties in a dozen other countries, the FSLN in Nicaragua, the FMLN in El Salvador and the URGN in Guatemala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While the free world celebrated the disappearance of the Soviet Union and the communist dictatorships in East Europe, Lula da Silva and Fidel Castro lovingly picked through the rubble of violent Marxism to try to keep alive the political discourse that led to that nightmare, while they established the kind of international cooperation that might replace the vanished Soviet leadership in the region.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula, inside Brazil, bound by a political reality he has been unable to modify, behaves like a modern democrat and has not departed substantially from the economic guidelines set by his predecessor, Fernando Henrique Cardoso. But in the international field, where his true disposition comes to the surface, his conduct is that of a Third-World revolutionary of the 1960s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Where do that radical militancy and that perverse moral judgment come from? The theory of a Latin American president who knows him well, a person who will soon leave power and who is also disappointed, points to Lula's ignorance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;``This man has a lamentable intellectual fragility. He continues to be a labor activist trapped in the superstition of the class wars. He doesn't understand complex issues, lacks the ability to focus his attention, suffers from terrible cultural inadequacies and, for that reason, accepts the analysis of radical Marxists who, during his youth, explained reality to him as a combat between the good guys and the bad.''&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His final statement, spoken with a certain sadness, expanded on the consequences: &lt;b&gt;``It appeared that Lula, with his charm and because of the good moment his country is going through, might turn Brazil into a great Latin American political power. Wrong. He has destroyed that possibility by aligning himself next to the Castros, Chávez and Ahmadinejad. No serious country trusts Brazil anymore.''&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Most regrettable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BY CARLOS ALBERTO MONTANER&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-5953787975553855104?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/internacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=680652' title='No serious country trusts Brazil anymore'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/5953787975553855104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=5953787975553855104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5953787975553855104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5953787975553855104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/03/no-serious-country-trusts-brazil.html' title='No serious country trusts Brazil anymore'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3217338584418189606</id><published>2010-03-10T11:06:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T11:06:47.078-08:00</updated><title type='text'>Direitos Humanos</title><content type='html'>Me espanta o cinismo do nosso presidente cefalópode. Dizer que não quer se intrometer em assuntos internos de um país, com muita concessão, até passa como argumento lógico-realista de uma política externa pragmática. Porém, deve-se lembrar que isso não vale para todos. Lula dá pitacos a torto e direito, mas quando é obrigado a se pronunciar sobre países de afinidades ideológicas, nada fala. Ou melhor, fala sim. Fala barbaridades, como comparar o coitado cubano a presos comuns. O fruto-do-mar presidencial, ele mesmo, que já foi preso político, deveria ao menos se dignificar a não pronunciar tais asneiras quando não justificativa outra que não de protesto político para a atitude do falecido. Se não quiser ser tão óbvio pelo menos não dê essas bolas foras, que aí todo mundo abre os olhos para suas reais intenções, companheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3217338584418189606?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3217338584418189606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3217338584418189606&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3217338584418189606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3217338584418189606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/03/direitos-humanos.html' title='Direitos Humanos'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6218898142438711687</id><published>2010-03-08T06:39:00.000-08:00</published><updated>2010-05-31T06:21:20.968-07:00</updated><title type='text'>O PAPEL DO ESTADO NA SOCIEDADE BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A crise econômica e financeira de 2008 sinalizou o fim de uma era onde o Estado reduzia sua presença na economia e na sociedade em geral.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na última década, as transformações globais produziram desafios que, vistos em seu conjunto, recolocaram a questão do papel do Estado no centro do debate político.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vivemos agora uma nova fase onde o poder do Estado parece crescer em decorrência da necessidade de gerar rápidas respostas para o desequilíbrio macroeconômico que vem afetando o mundo todo. Programas de emergência governamentais, que custaram trilhões de dólares, foram aplicados para salvar bancos e empresas de grande porte a fim de evitar a recessão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mesmo antes da crise, nos EUA e no Reino Unido, os gastos públicos e o aumento da regulamentação elevaram a participação do Estado na economia. Os novos desafios trazidos pela globalização, o crescimento do desemprego, a volatilidade dos mercados, a emergência de novas potências econômicas, como a China, o aparecimento de algumas das maiores companhias multinacionais e de fundos soberanos estatais vieram a reforçar a percepção de que o Estado passou definitivamente a assumir um papel ampliado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outros fatores contribuem para esse fato. O envelhecimento da população trará aumento de gastos e de regulamentação. Custos com segurança, pela ameaça de terrorismo e pela expansão do crime organizado, também deverão crescer significativamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O mundo está assistindo à volta do “capitalismo de estado” e a grande novidade é que os governos parecem estar gostando de usar os mecanismos de mercado como instrumento de poder, como acontece na China.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Governo Obama, por necessidade, para evitar a falência da economia, tomou medidas antes impensáveis dentro das regras do capitalismo americano e passou a controlar bancos e companhias privadas e a regular de forma quase intrusiva o sistema financeiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na América do Sul, o fortalecimento do Estado ocorre na Venezuela, na Bolívia, no Equador e em menor grau na Argentina, com os conhecidos resultados de queda da eficiência da economia, de arranhões à democracia e de crescentes custos sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, assistimos o mesmo fenômeno. O governo Lula ampliou a participação do Estado com medidas intervencionistas e de estimulo, para a superação da crise econômica de 2009.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do pragmatismo norte-americano, no entanto, o que se vê no Brasil é a retomada da ideologia do nacional desenvolvimentismo de forma radical. Os exemplos dessa atitude são conhecidos. O Plano Nacional de Direitos Humanos com mais de 500 medidas afetando muitos aspectos da vida econômica e política do país, a nova regulamentação para a exploração do petróleo do pré-sal e as tentativas de exercer um maior controle sobre os meios de comunicação e sobre as telecomunicações são provas dessa nova atitude.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não se pode invocar o exemplo dos EUA para justificar o crescimento do Estado no Brasil, historicamente tão tentacular. As situações são distintas, visto que, passada a crise, a tendência nos EUA é o Estado refluir para seu leito tradicional, ao passo que, no Brasil, ele parece estar ai para ocupar um espaço talvez maior e sem preocupação com seu tamanho e influência sobre os rumos democráticos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O debate sobre o novo papel do Estado – que nunca esteve ausente no Brasil, dada a importante participação histórica do Estado na sociedade em geral e na economia em particular – deverá estar presente na campanha eleitoral.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O PT trata o assunto do ponto de vista ideológico, como evidenciado nas discussões do recente Congresso do Partido. O documento “A Grande Transformação”, que servirá de base para o programa de governo da candidata Dilma Rousseff, dá claras indicações nesse sentido. A nova concepção de desenvolvimentismo exige, entre outros aspectos, o fortalecimento do Estado, das empresas estatais e o restabelecimento do planejamento estratégico da economia nos setores considerados essenciais para o desenvolvimento do país. O esvaziamento dos órgãos reguladores independentes e a concentração do poder nos órgãos públicos resultarão inevitáveis. Os exemplos oferecidos de como essa visão do papel do Estado será executada poderão trazer problemas para o fortalecimento da democracia e da livre iniciativa, como forças fundamentais para o desenvolvimento de médio e longo prazo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No tocante ao PSDB, inexiste a preocupação ideológica de fortalecimento do papel do Estado. O que se busca é o aperfeiçoamento dos instrumentos utilizados pelo Estado nas políticas econômicas e sociais. Se críticas são feitas à política econômica, seus fundamentos não estão em questão. O objetivo é evitar a desindustrialização e estimular o investimento produtivo com medidas corretivas tanto na política monetária quanto na cambial. O controle do gasto público e a maior eficiência de sua aplicação para melhorar o desempenho do Estado na prestação de serviços aos contribuintes, deverão estar presentes nos debates até outubro. Tudo isso com visão de futuro e de planejamento de médio prazo, de acordo com esses princípios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dessa forma, nas próximas eleições estará em jogo o destino do Brasil em sua trajetória como grande potência econômica nos próximos dez a quinze anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O modelo de desenvolvimento, iniciado em 1993 e mantido até 2010, terá de ser aprofundado para permitir o salto qualitativo necessário para o crescimento sustentável. Resta saber como isso será feito: com um nacional desenvolvimentismo e a presença de um Estado cada vez mais forte e participativo ou com um Estado regulador, que venha a corrigir as distorções do modelo adotado até aqui e que abra oportunidades para o setor privado crescer e projetar o país no concerto nas nações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Rubens Barbosa, consultor de negócios e Presidente do Conselho de Comércio exterior da Fiesp&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6218898142438711687?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6218898142438711687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6218898142438711687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6218898142438711687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6218898142438711687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/03/o-papel-do-estado-na-sociedade.html' title='O PAPEL DO ESTADO NA SOCIEDADE BRASILEIRA'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2183390693878421739</id><published>2010-03-05T07:59:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T08:01:35.123-08:00</updated><title type='text'>FIM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S5ElWdAL46I/AAAAAAAAASk/_nD64w2YNaY/s1600-h/589075.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S5ElWdAL46I/AAAAAAAAASk/_nD64w2YNaY/s320/589075.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um livro bem legal que eu li há uns cinco anos atrás mais ou menos é o "Fim -Notas sobre os últimos dias do Império Americano" (http://bit.ly/cyo3st).&amp;nbsp;Naquela época em que eu ainda achava o anarquismo e a subversão legais, me diverti bastante com esse livro. Ele é um thriller político não muito bem escrito mas com um enredo legal. O livro é de 1996 e nessa época se acreditava que em 2005 ainda estaríamos usando disquetes hahaha! Mas detalhes a parte, esses dias o peguei para dar uma folheada e me ocorreu que não há nada parecido assim na literatura nacional contemporânea. Há dois anos atrás li também "Terroristas do Milênio", do Ballard, que segue mais ou menos a mesma linha, porém mais contido na trama, sem arroubos políticos explícitos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sou crítico e nem editor, portanto não conheço a fundo o que se anda publicando no Brasil, mas de qualquer forma, acho pouco provável que realmente haja algo similar nas livrarias hoje. Um livro sobre um Brasil pós-apocalíptico seria algo no mínimo diferente; descrevendo um país em guerra, com a população se sublevando contra a opressão do Estado, subvertendo a ordem e assassinando políticos sem-vergonha. Eu que não sou escritor e tampouco sou a pessoa mais hábil na arte da ficção escrevi uma pequena introdução do que, com muito trabalho, poderia se tornar o novo best-seller do New York Times:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;As explosões começaram de madrugada. Ninguém dizia saber o que eram, mas no fundo sabiam sim. As declarações feitas pelo presidente no dia anterior eram alarmantes. O ataque era iminente, mas ninguém epserava que fosse feito da maneira como foi.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;São Paulo acordou com o Ibirapuera em chamas e o palácio do governo arrasado. O governador havia fugido para o Sul quando as tropas federais começaram a cruzar as fronteiras leste e norte do Estado. O vácuo de poder foi o estopim para a tomada das ruas pela população. O prefeito foi assassinado por um radical federalista, que foi morto pela polícia dois dias depois junto com seu grupo em uma reunião num barracão no Butantã que servia de ponto de encontro de servidores da USP&lt;/i&gt;. (Não pude me conter, mas nessa parte eu caí na risada!)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2183390693878421739?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2183390693878421739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2183390693878421739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2183390693878421739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2183390693878421739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/03/fim.html' title='FIM'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S5ElWdAL46I/AAAAAAAAASk/_nD64w2YNaY/s72-c/589075.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-8512034069261691067</id><published>2010-03-05T05:45:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T08:02:44.126-08:00</updated><title type='text'>Lugar do Brasil, ano de Copa e futurologia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses dias eu estava aqui pensando um pouco sobre a atual situação internacional do Brasil. Mais do que julgar se o Presidente Lula está certo ou não em apoiar o Chávez, se está certo ou não de se aproximar do Irã, eu estava pensando sobre para onde está indo nossa política externa. Goste ou não, é certo que o atual governo, na figura do Itamaraty, cavou nosso espaço no mundo aos trancos e barrancos. Com algumas barbeiragens e alguns acerto, gozamos hoje de uma projeção internacional praticamente inédita. O Brasil é agora o país do futuro, por mais clichê que isso possa parecer. Já li muitos artigos por aí dizendo que, por mais que sejamos os últimos do BRIC no momento, temos muito potencial para nos tornarmos os primeiros por sermos o único país dos quatro que compõem a sigla que compartilha dos valores ocidentais (isso em um mundo em que os EUA e a UE permaneçam como as grandes potências, que na minha opinião, é o que seguir sendo). Rússia, Índia e China cresceram mais do que nós nos últimos anos porém para contornar algumas barreiras culturais e institucionais é preciso mais do que puro crescimento econômico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me afastando do tema BRICs mas chegando ao ponto, o que eu quero dizer é: como o Brasil tem efetivamente aproveitado esse espaço (credibilidade ainda é uma palavra muito forte) para formar uma política de estado que nos eleve a posição que a política de goevrno Lula tem almejado? Parece que o Itamaraty está girando suas engrenagens em falso sem saber qual caminho escolher. Queremos ser um exemplo em matéria de conservação ambiental? Não vejo muita coisa sendo feita. Queremos ser uma potência energética? Só se fala em pré-sal - Ok - mas vamos investir em tecnologia e inovação. Queremos ser um país mais justo e menos desigual? Vamos educar nossos jovens e dar saúde para os idosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A China com suas idiossincracias centralistas e totalitárias pode fazer algo que o Brasil nunca poderia. Da noite para o dia eles levantam uma cidade do chão. Claro que lá as leis ambientais e sociais são só um pedaço de papel e permitiram - como ainda permitem - isso sem maiores incômodos. No Brasil seria impossível derrubar os bairros pobres das grandes cidades, por exemplo, para que sejam modernizados ou substitutídos por grandes obras viárias. Nossas instituições democráticas, bem ou mal, funcionam. Porém nesse ponto me questiono o que acontecerá quando chegarem a Copa e as Olímpiadas. O Brasil não terá muita saída, senão promover mudanças bruscas de regras. Não vejo uma forma exequível de realizar esses grandes eventos que estão por vir sem um novo paradigma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Opino que a Copa desse ano na África do Sul entrará para a história como exoticidade. As instalações não são sofisticadas. O país não se beneficiou tanto assim. E provavelmente algum país já campeão será o vencedor de novo. Mas o Brasil terá seu papel à cumprir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo brasileiros utilizará o evento desse ano como uma vitrine (&lt;a href="http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=676735"&gt;http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=676735&lt;/a&gt;), contudo nossas obras inevitavelmente irão atrasar e serão superfaturadas. Faço aqui esse exercício de futurologia, nem tão exercício assim porque é assim que as coisas são por aqui. Não é um governo Dilma (nem Serra, nem Ciro, nem ninguém) que vai mudar isso em seis anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-8512034069261691067?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/8512034069261691067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=8512034069261691067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8512034069261691067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8512034069261691067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/03/lugar-do-brasil-ano-de-copa-e.html' title='Lugar do Brasil, ano de Copa e futurologia'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-260002686510400084</id><published>2010-02-23T05:23:00.001-08:00</published><updated>2010-02-23T05:23:33.338-08:00</updated><title type='text'>OMC cancela reunião e Doha pode ficar para 2011</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #293a5c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong id="brtpOlho" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A Organização Mundial do Comércio (OMC) cancelou sua reunião ministerial marcada para março e governos já admitem que a conclusão da Rodada Doha ficará para 2011. Depois de nove anos de negociações e centenas de reuniões, governos não sabem o que fazer com o processo, que prometida gerar bilhões de dólares em abertura de mercados e redução da pobreza.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="brtpTexto" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A China e alguns países africanos já sugerem uma mudança no formato das negociações.&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Ainda no auge da crise econômica, o G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) decidiu colocar a Rodada Doha como um dos pilares da retomada e da reforma do sistema multilateral. Parte da inclusão ocorreu por insistência do governo brasileiro e a meta era concluir a negociação até o fim de 2010.&amp;nbsp;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Os negociadores estariam comprometidos em superar suas diferenças. Estados Unidos e Europa fariam concessões no setor agrícola e os países emergentes considerariam a abertura de seus mercados para bens industriais.&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Mas ontem uma reunião na OMC deixou claro que o projeto não tem apoio político. “Estamos encalhados e as diferenças entre os governos são maiores hoje que no passado”, disse Fernando de Mateu, embaixador do México na OMC. “Não há uma negociação real há quase dois anos e estamos à beira do abismo”, afirmou um delegado do Egito, em nome de todos os países árabes.&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Para muitos, a culpa pelo fracasso é do governo americano. Washington pressiona Brasil, China e Índia por aberturas significativas de seus mercados, mas não diz o que está disposto a oferecer em troca. Diante do impasse, o acordo era de que, em março, ministros se reuniriam para determinar o que fazer com a rodada. Agora, a opção foi cancelar a viagem dos ministros. Apenas embaixadores tentarão um acordo.&amp;nbsp;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Fontes confirmaram que o cancelamento da participação dos ministros foi exigência do governo Barack Obama. “Será muito difícil fechar alguma coisa em 2010”, disse Ujal Bhatia, embaixador da Índia em Genebra. Até o sempre otimista Pascal Lamy, diretor da OMC, mudou de tom. Para ele, a decisão de concluir o processo em 2010 “pertence a ministros”. “Neste momento, não temos clareza do tamanho das diferenças”, disse. Isso, segundo diplomatas, depois de nove anos de reuniões diárias.&amp;nbsp;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;No edifício esvaziado da OMC, as negociações têm sido marcadas por frustração e confusão com o processo. Politicamente, ninguém poderia matar o projeto. Mas, ao mesmo tempo, a manutenção de uma negociação por quase dez anos sem resultados está minando a credibilidade do sistema multilateral. “Não há uma clareza de qual deve ser o caminho a partir de agora”, disse um diplomata europeu.&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Uma das propostas que começa a ganhar força é que a rodada seja desmembrada e se feche acordo com as questões de consenso. Essa é a ideia da China e de países africanos, que querem ver algum resultado ainda neste ano. Para os países mais pobres, a meta é conseguir abrir o mercado dos ricos para seus produtos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #293a5c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span id="brtpTexto" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #293a5c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span id="brtpTexto" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/23/omc+cancela+reuniao+e+doha+pode+ficar+para+2011+9406068.html"&gt;http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/23/omc+cancela+reuniao+e+doha+pode+ficar+para+2011+9406068.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-260002686510400084?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/260002686510400084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=260002686510400084&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/260002686510400084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/260002686510400084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/omc-cancela-reuniao-e-doha-pode-ficar.html' title='OMC cancela reunião e Doha pode ficar para 2011'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-962542601795130935</id><published>2010-02-19T06:20:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T06:20:14.851-08:00</updated><title type='text'>Capa do Estadão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S36dO5p6l1I/AAAAAAAAARk/V_XOvAuHxmo/s1600-h/capadodia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S36dO5p6l1I/AAAAAAAAARk/V_XOvAuHxmo/s400/capadodia.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Lulão na capa do Estadão dando entrevista. Ainda não li, mas estão dizendo por aí que campanha eleitoral antecipada é pouco. Dilmão tá no Congresso (Seminário Internacional) do PT botando as asinhas de fora. Vai ver que quando o Serra se decidir o que pretende fazer, chamam ele. Ou não também. Do Estado se espera qualquer coisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-962542601795130935?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/962542601795130935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=962542601795130935&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/962542601795130935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/962542601795130935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/capa-do-estadao.html' title='Capa do Estadão'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S36dO5p6l1I/AAAAAAAAARk/V_XOvAuHxmo/s72-c/capadodia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-8802169793497602311</id><published>2010-02-10T04:09:00.000-08:00</published><updated>2010-02-10T04:09:07.880-08:00</updated><title type='text'>Prefeitura faz 'recauchutagem' nas praias do Rio, diz 'New York Times'</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Aqui a matéria no Estadão:&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,prefeitura-faz-recauchutagem-nas-praias-do-rio-diz-new-york-times,509068,0.htm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,prefeitura-faz-recauchutagem-nas-praias-do-rio-diz-new-york-times,509068,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;E aqui a matéria original do NY Times:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/internacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=669258"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/internacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=669258&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Parece que no Rio tem alguém fazendo algo pela cidade, nem que seja enxotando vendedor ilegal da praia pra organizar aquela zona. Em São Paulo o Kassab está quase tendo que limpar ele mesmo os piscinões da cidade. Cada cidade merece o prefeito que tem...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;(P.S. Traduzir 'makeover' pelo pejorativo recauchutagem é sacanagem. Reparem como a reportagem brasileira é muito mais tendenciosa)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-8802169793497602311?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/8802169793497602311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=8802169793497602311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8802169793497602311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8802169793497602311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/prefeitura-faz-recauchutagem-nas-praias.html' title='Prefeitura faz &apos;recauchutagem&apos; nas praias do Rio, diz &apos;New York Times&apos;'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4918123191657205540</id><published>2010-02-08T05:10:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T05:10:12.469-08:00</updated><title type='text'>Dependência econômica impede tensão maior entre EUA e China, dizem especialistas</title><content type='html'>Reportagem bizarra. O Uol se superando cada vez mais na primariedade de suas análises. Dois bons entrevistados mal aproveitados por perguntas retardadas do repórter. Podia ter desenvolvido um pouco mais, não? Postei só para puxar o saco do chefe (acho que serve também como algo tipo introdução para o post anterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/02/08/dependencia-economica-impede-tensao-maior-na-relacao-entre-eua-e-china-dizem-especialistas.jhtm"&gt;http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/02/08/dependencia-economica-impede-tensao-maior-na-relacao-entre-eua-e-china-dizem-especialistas.jhtm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4918123191657205540?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4918123191657205540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4918123191657205540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4918123191657205540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4918123191657205540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/dependencia-economica-impede-tensao.html' title='Dependência econômica impede tensão maior entre EUA e China, dizem especialistas'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1399489281387340666</id><published>2010-02-08T04:19:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T04:21:42.735-08:00</updated><title type='text'>Quando precisa...</title><content type='html'>Quando precisa, a China amolece. O PCC fala grosso com o Google, mas sabe que as vezes precisa se legitimar em alguns regimes internacionais se quiser ser a potência que quer ser. Afinal, ser um 'rogue state' sendo a - em breve - segunda maior economia do mundo, não dá.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1481164-6174,00-CHINA+FECHA+MAIOR+SITE+DE+TREINAMENTO+DE+HACKERS.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1481164-6174,00-CHINA+FECHA+MAIOR+SITE+DE+TREINAMENTO+DE+HACKERS.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1399489281387340666?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1399489281387340666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1399489281387340666&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1399489281387340666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1399489281387340666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/quando-precisa.html' title='Quando precisa...'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1640056344260227269</id><published>2010-02-05T03:48:00.000-08:00</published><updated>2010-02-05T04:08:23.344-08:00</updated><title type='text'>Lula Man</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; "&gt;Depois que postei fui dar uma olhada nas notícias. Como vocês podem perceber, as notícias vem do Google pela relação de palavras-chave da lista. Brazil, EUA, blablabla....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E não é que quando clico em Lula me aparece o seguinte '&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(8, 48, 123); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Lula man killed in Hwy. 129 acciden&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;' (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(0, 0, 0);  font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;a href="http://www.accessnorthga.com/detail.php?n=226782"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;http://www.accessnorthga.com/detail.php?n=226782&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(8, 48, 123); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;hahaha! Que diabos é um Lula man? Fui procurar e encontrei outra notícia, esssa de 2008, '&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Lula man shot in standoff with SWAT team&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;'(&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;a href="http://www.mainstreetnews.com/archives/2481-Lula-man-shot-in-standoff-with-SWAT-team.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;http://www.mainstreetnews.com/archives/2481-Lula-man-shot-in-standoff-with-SWAT-team.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Como os Lulas man estão batendo as botas só faltou '&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Lula, man of the year' has a heart-attack&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Dessa forma ficaria um pouco mais fácil entender o termo...algo como:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(8, 48, 123); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(8, 48, 123); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" color: rgb(51, 51, 51);  line-height: 13px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;h2 class="me" style="font-family: 'Arial Unicode MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; display: inline; font-weight: bold; "&gt;Lu⋅lå&lt;/h2&gt; &lt;span class="pronset"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://sp.ask.com/dictstatic/d/g/speaker.swf" width="17" height="15" id="speaker" align="texttop" quality="high" loop="false" menu="false" salign="t" flashvars="soundUrl=http%3A%2F%2Fsp.ask.com%2Fdictstatic%2Fdictionary%2Faudio%2Fluna%2FL04%2FL0420800.mp3&amp;amp;clkLogProxyUrl=http%3A%2F%2Fdictionary.reference.com%2Fwhatzup.html&amp;amp;t=a&amp;amp;d=d&amp;amp;s=di&amp;amp;c=a&amp;amp;ti=1&amp;amp;ai=51359&amp;amp;l=dir&amp;amp;o=0&amp;amp;sv=00000000&amp;amp;ip=bd3ec5c4&amp;amp;u=audio" wmode="transparent" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/embed&gt; &lt;span class="show_spellpr"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; display: inline; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="prondelim"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span class="pron"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; display: inline; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;span class="boldface"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: 700; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;loo&lt;/span&gt;-la&lt;/span&gt;&lt;span class="prondelim"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="body"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;div class="pbk"   style="text-align: auto;  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="pg"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; display: inline; font-style: italic; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;–noun&lt;/span&gt;&lt;table class="luna-Ent" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); display: block; width: 455px; "&gt;&lt;tbody style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;tr style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;td style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: left; vertical-align: top; "&gt;Drunk men who tend to get involved in embarrassing situations, often involving death caused by violence, distraction or just stupidity&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pbk"   style="text-align: auto;  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 15px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="pg"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 1.25em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; display: inline; font-style: italic; font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1640056344260227269?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1640056344260227269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1640056344260227269&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1640056344260227269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1640056344260227269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/lula-man.html' title='Lula Man'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4583196105908432844</id><published>2010-02-05T03:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-05T03:46:58.867-08:00</updated><title type='text'>Caças</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;Só para constar, que bagunça hein, Jobim? Diz que escolheu mas não escolheu (ou diz que não escolheu mas escolheu, agora ficou confuso...). Vai ficar dependente de equipamento bélico de um só país e jogar no lixo US$5 bilhões lá na esquina, vai...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S2wFER2dEdI/AAAAAAAAARE/MBoepL1aQpU/s1600-h/nelson-jobim.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 251px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S2wFER2dEdI/AAAAAAAAARE/MBoepL1aQpU/s320/nelson-jobim.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434724421398761938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4583196105908432844?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4583196105908432844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4583196105908432844&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4583196105908432844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4583196105908432844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/cacas.html' title='Caças'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/S2wFER2dEdI/AAAAAAAAARE/MBoepL1aQpU/s72-c/nelson-jobim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7961128998479581842</id><published>2010-02-02T10:39:00.000-08:00</published><updated>2010-02-02T11:11:11.950-08:00</updated><title type='text'>Education City</title><content type='html'>Estava eu passeando pelo wikipedia e, pulando de verbete em verbete, cheguei no 'Education City' (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Education_City"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Education_City&lt;/a&gt;) do Quatar. Resumidamente, o Education City é um campus localizado no subúrbio de Doha e compartilhado por seis universidades americanas, que lá implantaram filiais de algumas de suas escolas. No vizinho Emirados Árabes, Abu Dhabi tem uma universidade e Dubai tem outra. Se não me engano o MIT tem programas na Índia (muitos e muitos engenheiros, hum?) e algumas escolas de Relações Internacionais tem suas unidades na Europa e na China (geopolítica?). Lembro que isso não são programas de intercâmbio e sim unidades de ensino como as suas contrapartes em solo estadounidense.&lt;div&gt;Pragmaticamente, de fato, o que se quer com isso? Além de dar a oportundiade de alunos americanos estudarem no exterior eles querem mesmo é dar aos locais uma formação baseada no modelo americano. E para quê? Oras, Qatar e EAU são países árabes simpáticos aos Estados Unidos; nada melhor do que ter jovens árabes alinhados. A escola de serviço exterior Edmund Walsh da Georgetown University, que forma grande parte da elite diplomática americana, tem uma unidade na Education City...sacaram?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porém, contudo, no entanto, não estou criticando ninguém. Se os americanos tem um modelo de educação superior invejável, espertos eles de irem aonde precisam e felizes os jovens dos países que os recebem. Qualquer um gostaria de ter o selo de uma instituição americana de elite em sua educação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas viajando de volta ao Brasil, que é onde eu queria chegar, como se sabe, por lei, é proibido o estabelecimento de instituições de ensino de capital estrangeiro. Está certo? Está errado? Não sei. Poderíamos nos beneficiar amplamente de universidades estrangeiras particulares por aqui, forçando as nacionais privadas a melhorarem o nível. Pelo outro lado, isso poderia criar uma grande fuga de cérebros, formados aqui e levados para o estrangeiro. Comos e diz por aí, o Brasil está virando potência e nessas horas precisamos dos melhores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então pensando com os meus botões, não seria o caso do Brasil adotar a mesma estratégia e mandar USP e Unicamp América Latina afora?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estados Unidos tem interesses no Oriente Médio e Ásia, por isso suas universidades 'abroad' lá estão. Não imagino o porquê de atravessarem o Rio Grande em busca de estudantes. Já o Brasil, tem interesse aonde? Nos nossos vizinhos continentais. Espalhar nossa capacidade tecnológica e treinar nossos estudantes (e os deles) para entenderem a suas realidades (e a nossa) é mais do que essencial nessa nova era no qual o Brasil parece estar entrando.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7961128998479581842?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://en.wikipedia.org/wiki/Education_City' title='Education City'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7961128998479581842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7961128998479581842&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7961128998479581842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7961128998479581842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/02/education-city.html' title='Education City'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4014730608890842049</id><published>2010-01-29T03:42:00.000-08:00</published><updated>2010-01-29T04:02:03.993-08:00</updated><title type='text'>Democracia anfíbia</title><content type='html'>Chavez fecha a RCTV e recebe um ''1 2 3 tas ponchao' em jogo de beisebol em Caracas. Obviamente que essas imagens não foram exibidas em nenhum lugar por lá, afinal 75% dos meios de comunicação são dominados pelo governo. Os que não o são, precisam obedecer a uma lei que pode retirá-los do ar quando o sapo beiçudo bem entender.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 10px; "&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U-EDKItvnP8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/U-EDKItvnP8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caso queiram acompanhar o que realmente está rolando por lá, com 2 ou 3 pesquisas no twitter é possível achar pessoas interessantes a se seguir e terão relatos da violência cometida pelo governo contra os protestos pacíficos de estudantes essa semana na Venezuela. Conheço pessoas que participaram dos protestos, e pelo o que me contaram a liberdade de expressão comeu solta...é a democracia bolivariana, de um projeto alternativo (alternativo?) para as repúblicas de bananas, que já vem querendo ser emulado por aqui, dando pano pra manga, nas camisas do ex-guerrilheiro Paulo Vanucchi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É esse o excesso de democracia andino-caribenha chavista, tão admirada pelo nosso presidente sapo-molusco. O mesmo excesso que permite fanfarronices "de torcidas perdedoras" no Irã, que by the way, tiveram dois de seus membros executados ontem por terem participado de manifestações reprimidas "pacificamente".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reinaldo Azevedo não é lá uma sumidade de referência, mas de qualquer forma cito parte de um post seu a respeito do assunto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/e-este-o-outro-mundo-possivel-dos-fedorentos-do-forum-social-mundial/"&gt;http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/e-este-o-outro-mundo-possivel-dos-fedorentos-do-forum-social-mundial/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 16px; font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;b&gt;A Venezuela é a pátria dos sonhos daqueles fedidos e fedidas do Fórum Social Mundial. Eles dizem: “Um outro mundo é possível”. É claro que é. A depender dessa gente, pode ser muito pior. Chávez é a prova. A minha fórmula é outra: outros mundos são sempre possíveis, mas nenhum é aceitável fora da democracia representativa e do estado de direito.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;E isso deixa as esquerdas, velhas e novas, fora do jogo."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-size:10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-size:10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" white-space: pre;font-size:10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4014730608890842049?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4014730608890842049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4014730608890842049&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4014730608890842049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4014730608890842049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/01/democracia-anfibia.html' title='Democracia anfíbia'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3476587047287425083</id><published>2010-01-28T05:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T05:18:11.316-08:00</updated><title type='text'>“Fear the Boom and Bust” a Hayek vs. Keynes Rap</title><content type='html'>Esse vídeo é genial. Além do rap ser bastante fiel ao debate econonômico a história é engraçada pra caramba (com Keynes se dando mal...). Espero que os criadores dêem continuidade à série. Marx cantando e dançando rap seria hilário. Por &lt;a href="http://econstories.tv/home.html"&gt;http://econstories.tv/home.html&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; white-space: pre; "&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/d0nERTFo-Sk&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/d0nERTFo-Sk&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 21px; font-family:georgia, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;We’ve been going back and forth for a century&lt;br /&gt;[Keynes] I want to steer markets,&lt;br /&gt;[Hayek] I want them set free&lt;br /&gt;There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it&lt;br /&gt;[Hayek] Blame low interest rates.&lt;br /&gt;[Keynes] No… it’s the animal spirits&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;[Keynes Sings:]&lt;br /&gt;John Maynard Keynes, wrote the book on modern macro&lt;br /&gt;The man you need when the economy’s off track, [whoa]&lt;br /&gt;Depression, recession now your question’s in session&lt;br /&gt;Have a seat and I’ll school you in one simple lesson&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;BOOM, 1929 the big crash&lt;br /&gt;We didn’t bounce back—economy’s in the trash&lt;br /&gt;Persistent unemployment, the result of sticky wages&lt;br /&gt;Waiting for recovery? Seriously? That’s outrageous!&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;I had a real plan any fool can understand&lt;br /&gt;The advice, real simple—boost aggregate demand!&lt;br /&gt;C, I, G, all together gets to Y&lt;br /&gt;Make sure the total’s growing, watch the economy fly&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;We’ve been going back and forth for a century&lt;br /&gt;[Keynes] I want to steer markets,&lt;br /&gt;[Hayek] I want them set free&lt;br /&gt;There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it&lt;br /&gt;[Hayek] Blame low interest rates.&lt;br /&gt;[Keynes] No… it’s the animal spirits&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;You see it’s all about spending, hear the register cha-ching&lt;br /&gt;Circular flow, the dough is everything&lt;br /&gt;So if that flow is getting low, doesn’t matter the reason&lt;br /&gt;We need more government spending, now it’s stimulus season&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;So forget about saving, get it straight out of your head&lt;br /&gt;Like I said, in the long run—we’re all dead&lt;br /&gt;Savings is destruction, that’s the paradox of thrift&lt;br /&gt;Don’t keep money in your pocket, or that growth will never lift…&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;because…&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Business is driven by the animal spirits&lt;br /&gt;The bull and the bear, and there’s reason to fear its&lt;br /&gt;Effects on capital investment, income and growth&lt;br /&gt;That’s why the state should fill the gap with stimulus both…&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;The monetary and the fiscal, they’re equally correct&lt;br /&gt;Public works, digging ditches, war has the same effect&lt;br /&gt;Even a broken window helps the glass man have some wealth&lt;br /&gt;The multiplier driving higher the economy’s health&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;And if the Central Bank’s interest rate policy tanks&lt;br /&gt;A liquidity trap, that new money’s stuck in the banks!&lt;br /&gt;Deficits could be the cure, you been looking for&lt;br /&gt;Let the spending soar, now that you know the score&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;My General Theory’s made quite an impression&lt;br /&gt;[a revolution] I transformed the econ profession&lt;br /&gt;You know me, modesty, still I’m taking a bow&lt;br /&gt;Say it loud, say it proud, we’re all Keynesians now&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;We’ve been goin’ back n forth for a century&lt;br /&gt;[Keynes] I want to steer markets,&lt;br /&gt;[Hayek] I want them set free&lt;br /&gt;There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it&lt;br /&gt;[Keynes] I made my case, Freddie H&lt;br /&gt;Listen up , Can you hear it?&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Hayek sings:&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;I’ll begin in broad strokes, just like my friend Keynes&lt;br /&gt;His theory conceals the mechanics of change,&lt;br /&gt;That simple equation, too much aggregation&lt;br /&gt;Ignores human action and motivation&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;And yet it continues as a justification&lt;br /&gt;For bailouts and payoffs by pols with machinations&lt;br /&gt;You provide them with cover to sell us a free lunch&lt;br /&gt;Then all that we’re left with is debt, and a bunch&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;If you’re living high on that cheap credit hog&lt;br /&gt;Don’t look for cure from the hair of the dog&lt;br /&gt;Real savings come first if you want to invest&lt;br /&gt;The market coordinates time with interest&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Your focus on spending is pushing on thread&lt;br /&gt;In the long run, my friend, it’s your theory that’s dead&lt;br /&gt;So sorry there, buddy, if that sounds like invective&lt;br /&gt;Prepared to get schooled in my Austrian perspective&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;We’ve been going back and forth for a century&lt;br /&gt;[Keynes] I want to steer markets,&lt;br /&gt;[Hayek] I want them set free&lt;br /&gt;There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it&lt;br /&gt;[Hayek] Blame low interest rates.&lt;br /&gt;[Keynes] No… it’s the animal spirits&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;The place you should study isn’t the bust&lt;br /&gt;It’s the boom that should make you feel leery, that’s the thrust&lt;br /&gt;Of my theory, the capital structure is key.&lt;br /&gt;Malinvestments wreck the economy&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;The boom gets started with an expansion of credit&lt;br /&gt;The Fed sets rates low, are you starting to get it?&lt;br /&gt;That new money is confused for real loanable funds&lt;br /&gt;But it’s just inflation that’s driving the ones&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Who invest in new projects like housing construction&lt;br /&gt;The boom plants the seeds for its future destruction&lt;br /&gt;The savings aren’t real, consumption’s up too&lt;br /&gt;And the grasping for resources reveals there’s too few&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;So the boom turns to bust as the interest rates rise&lt;br /&gt;With the costs of production, price signals were lies&lt;br /&gt;The boom was a binge that’s a matter of fact&lt;br /&gt;Now its devalued capital that makes up the slack.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Whether it’s the late twenties or two thousand and five&lt;br /&gt;Booming bad investments, seems like they’d thrive&lt;br /&gt;You must save to invest, don’t use the printing press&lt;br /&gt;Or a bust will surely follow, an economy depressed&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;Your so-called “stimulus” will make things even worse&lt;br /&gt;It’s just more of the same, more incentives perversed&lt;br /&gt;And that credit crunch ain’t a liquidity trap&lt;br /&gt;Just a broke banking system, I’m done, that’s a wrap.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;We’ve been goin’ back n forth for a century&lt;br /&gt;[Keynes] I want to steer markets,&lt;br /&gt;[Hayek] I want them set free&lt;br /&gt;There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it&lt;br /&gt;[Hayek] Blame low interest rates.&lt;br /&gt;[Keynes] No it’s the animal spirits&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;“The ideas of economists and political philosophers, both when they are right and when they are wrong, are more powerful than is commonly understood. Indeed the world is ruled by little else. Practical men, who believe themselves to be quite exempt from any intellectual influence, are usually the slaves of some defunct economist.”&lt;br /&gt;John Maynard Keynes&lt;br /&gt;The General Theory of Employment, Interest and Money&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 1em; line-height: 1.65em; "&gt;“The curious task of economics is to demonstrate to men how little they really know about what they imagine they can design.”&lt;br /&gt;F A Hayek&lt;br /&gt;The Fatal Conceit&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3476587047287425083?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=482376d105ab0208&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3476587047287425083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3476587047287425083&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3476587047287425083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3476587047287425083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/01/fear-boom-and-bust-hayek-vs-keynes-rap.html' title='“Fear the Boom and Bust” a Hayek vs. Keynes Rap'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-5768887677961135928</id><published>2010-01-26T06:01:00.000-08:00</published><updated>2010-01-26T06:12:34.191-08:00</updated><title type='text'>O Brasil e a Conferência de Copenhague</title><content type='html'>&lt;div&gt;Copenhagen foi, mais uma vez, o Brasil deixando passar uma importante oportunidade de fazer diferença, ocupando o espaço que tanto almeja no jogo político. Já que queremos tanto protagonismo internacional, poderíamos começar por onde está sendo dado espaço à nossa diplomacia. Se a mão foi dada temos que morder o braço. Já que o nosso país é tão pouco dependende de combustíveis fósseis, onde está a tecnologia alternativa de combustíveis renováveis que tanto nos gabamos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Abaixo segue um artigo do meu "patrão", publicado no Estado de São Paulo de hoje:&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;p class="t1" style="margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 102); text-decoration: none; "&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; font-size: 14px; "&gt;&lt;strong style="font-size: 14px; "&gt;O Brasil e a Conferência de Copenhague/Coluna&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;26/01/2010&lt;br /&gt;Rubens Barbosa&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; font-size: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;Esperava-se que a Conferência de Copenhague (COP 15), de dezembro passado, definisse as regras para o segundo período do compromisso do Protocolo de Kyoto, a partir de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda da COP 15 incluiu, como tópicos principais, a definição de novas metas de redução (entre 25% e 40%) de emissões dos países desenvolvidos, a partir de 2012, e a negociação de ações cooperativas (metas) por parte dos países em desenvolvimento nas áreas de mitigação (redução das emissões), por meio de políticas nacionais, no contexto de políticas de desenvolvimento. Relacionadas com esses temas, estavam também em discussão a assistência aos países em desenvolvimento com financiamento proveniente de governos ou do mercado de crédito de carbono e transferência de tecnologia. Em outras palavras, o que se tentava examinar era como dar continuidade ao que já se conseguira nas diversas negociações anteriores no tocante às reduções de emissões de gás carbônico na atmosfera e as formas de fortalecer as metas e as ações cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser feita, assim, uma distinção entre a agenda de Copenhague e os anseios da comunidade internacional para uma economia menos dependente das emissões de gases de efeito estufa, e da sociedade brasileira por uma política mais afirmativa na defesa do meio ambiente por parte do governo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma grande contradição não explicitada entre as discussões ocorridas durante a conferência e a maneira como o encontro foi reportado pela mídia internacional. Enquanto muitos governos e, sobretudo, as organizações não-governamentais centraram atitudes e aspirações relacionadas com a mudança do clima, as grandes potências poluidoras (países desenvolvidos e emergentes) puseram-se a discutir problemas econômicos e financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações de Copenhague acabaram sendo, na realidade, de natureza muito mais econômica e política do que de meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que crucialmente está em jogo na atual fase dos entendimentos são decisões que vão afetar a economia de todos os países, a competitividade das empresas, a forma de financiamento da preservação do meio ambiente e a transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento, a fim de se ajustarem às novas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros exemplos concretos do viés econômico da discussão são o plano de transição para o baixo carbono do Reino Unido, a taxa sobre emissões adotada pela França e a legislação proposta pelo governo Barack Obama ao Congresso norte-americano sobre energia limpa e segurança. Essas três iniciativas terão grande impacto nos avanços tecnológicos na área de meio ambiente e de mudança de clima nos próximos anos. No caso dos EUA, com vista a alcançar meta de redução das emissões, foi proposta uma série de medidas que vão causar aumento no custo da energia, com efeito negativo sobre a competitividade das empresas norte-americanas. Para evitar isso estão previstas medidas de restrição comercial às empresas que não se adaptarem aos padrões que passarão a vigorar nos EUA. Cogita-se de imposição de medidas protecionistas que dificultarão o acesso de produtos de outros países ao mercado norte-americano, com claras conotações econômicas e comerciais. É importante levar em conta que a adoção de mecanismos de redução das emissões para proteção do meio ambiente, como impostos ou cap and trade, não se choca necessariamente com as disposições da Organização Mundial do Comércio (OMC), como apontado em recentes relatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os minguados avanços para a fixação de compromissos de redução das emissões não chegaram a surpreender diante dos posições de EUA, Europa e China. Sem conseguir aprovar a legislação sobre mudança de clima no Congresso, os EUA não se poderiam comprometer com metas precisas de redução das emissões a partir de 2012. Já a Europa propôs o término do Protocolo de Kyoto e a negociação de um novo acordo com obrigações para os países desenvolvidos e em desenvolvimento num único documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou evidente, a exemplo do que ocorreu na negociação comercial de Doha, que se não houver modificação no processo decisório as instituições internacionais, assumindo o caráter global, com participação de mais de 190 países, não conseguirão tomar decisões ao final de suas reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa é que estamos à beira de uma corrida tecnológica sustentada por pesados investimentos para o aumento de produtividade de carbono e para a substituição dos combustíveis fósseis. Segundo se informa, na ultima década, os EUA patentearam mais de 50% das tecnologias de baixo carbono e a China, nesse mesmo período, foi o país que registrou a maior taxa de crescimento dessas patentes, traduzidas em projetos inovadores em energias eólica, solar e destruição de metano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da insatisfação generalizada com os resultados, houve alguns avanços que afetarão de forma relevante os próximos passos do processo negociador. A China e os EUA, dois dos maiores poluidores globais, passaram a ser atores importantes na negociação, o que não acontecia até agora. O Protocolo de Kyoto foi preservado e seguirá sendo um elemento-chave nos entendimentos para se conseguir o compromisso de reduções com números definidos e verificáveis até 2012. Avançou-se também na constituição de um fundo para ajudar os países em desenvolvimento a se equiparem para enfrentar o desafio da mudança de clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será importante que o Brasil, por meio de ações do governo, em especial a partir de 2011, e, desde já, do setor privado no tocante a investimentos, não fique para trás na corrida tecnológica em curso. Corremos o risco de, mais uma vez, perder o bonde da História. O pré-sal é relevante, mas o mundo está mesmo concentrado é na fase pós-energia fóssil.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-5768887677961135928?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/5768887677961135928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=5768887677961135928&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5768887677961135928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5768887677961135928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/01/o-brasil-e-conferencia-de-copenhague.html' title='O Brasil e a Conferência de Copenhague'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7529948325590887157</id><published>2010-01-20T04:32:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T05:20:50.388-08:00</updated><title type='text'>Conselhos, sugestões e palpites de um Internacionalista</title><content type='html'>A vida de formado em Relações Internacionais (ou Internacionalista) às vezes prega peças na gente. Recém-chegado do México e ainda sem muitas esperanças de arranjar trabalho logo - já que é aquela velha história, ninguém sabe bem o que alguém formado em RI pode fazer - não é que de repente me surge uma oportunidade de trabalhar na consultoria do ex-Embaixador Rubens Barbosa. Denominada com o prático nome de Rubens Barbosa &amp;amp; Associados, a empresa é uma "intermediadora" de negócios. O que se faz aqui basicamente é apresentar (ou procurar) gente que queira fazer negócios. Nós apresentamos as partes e eles se entendem. Não tem muito que ver com os meus trabalhos anteriores mas eu topei. Mas como já me disseram, nessa "carreira" não se pode criar utopias e deixar o bonde passar e não subir quando ele te traz uma boa oportunidade. Nunca se sabe quando ele passará de novo. Até que no final das contas eu estou sendo um fiel seguidor da minha faculdade, cujo curso de RI tinha um foco em negócios e internacionalização. Tecnicamente pode-se dizer então que eu sou um dos poucos que está trabalhando na área que estudou.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas vamos ao que interessa. O que eu quero dizer com esse post é que essa oportunidade surgiu através de contatos. Se você não deu sorte (ou azar) de não ser contratado por nenhuma grande empresa após se formar e bateu muita cabeça por aí para encontrar trabalho ou se não é daqueles que está insistindo no Rio Branco, lembre-se sempre que os contatos serão os seus guias. Eu vi uma estatística já faz um tempo que mais de não sei quantos por cento das vagas no mercado de trabalho são preenchidas por indicações. Pouquíssimas são de fato contratações feitas após longos processos seletivos (por ora a informação fica incompleta, não encontrei os números agora). Para os RIanos essa realidade vai sempre mais longe. Sem um pool, ou nicho de mercado, fica difícil saber aonde focar. Se você é da área social, participe de trabalhos voluntários, participe de seminários, conheça pessoas e sempre dê um sinal de vida para que se lembrem de você. Se você procura trabalho numa empresa, também frequente seminários, se inscreva em newsletters, converse com aquele amigo do seu pai que faz parte de alguma associação ou tem uma empresa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, desde o momento em que sair da faculdade, construa um plano de fazes pós-graduação no exterior que assim você ganhará credibilidade. Pelo o que eu observo por aí, tem gente que mestrado em universidades nem tão renomadas e em cursos nem tão relevantes mas que alcançaram cargos importantes em empresas, ONGs, federações, governos e consultorias. Sejamos honestos, afinal que profissional de Relações Internacionais é esse que não tem experiência fora do país? Porém, para isso eu recomendo, estude bastante inglês ou a língua que for e tente na medida do possível traçar um histórico profissional estável e condizente com os seus objetivos, que deve, óbvio, ser bem claros, uma vez que as universidades gostam de ver gente decidida, que fará coisas por elas mesmas, sendo ou não um aluno seu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No momento eu sinto que estou a um passo dessa última etapa. Já estou pensando nas minhas possibilidades para o próximo ano. 2010 promete dar muito trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7529948325590887157?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7529948325590887157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7529948325590887157&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7529948325590887157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7529948325590887157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2010/01/conselhos-sugestoes-e-palpites-de-um.html' title='Conselhos, sugestões e palpites de um Internacionalista'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2963447054318733576</id><published>2009-10-28T10:55:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T11:50:13.897-07:00</updated><title type='text'>Junius - The Martyrdom of a Catastrophist</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiSOhn6gII/AAAAAAAAAOY/Ufm-HVELKuQ/s1600-h/_junius_4260031820411.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiSOhn6gII/AAAAAAAAAOY/Ufm-HVELKuQ/s320/_junius_4260031820411.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397724931645145218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiSDxyHAkI/AAAAAAAAAOQ/TY-JHjvlmis/s1600-h/junius_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 229px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiSDxyHAkI/AAAAAAAAAOQ/TY-JHjvlmis/s320/junius_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397724747004314178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiR3mqcW6I/AAAAAAAAAOI/ytZqs74Xvpk/s1600-h/_junius_4260031820411.jpg" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Sentindo uma necessidade de atualizar esse blog com mais freqüência, a partir de hoje irei ampliar um pouco o escopo de temas do mesmo, e sempre que possível, vou escrever sobre música e resenhar alguns lançamentos de rock/post-rock/indie e por aí vai, sem me ater muito a rótulos. Nem sempre tenho a paciência, tempo ou (confesso) conhecimento pra escrever sobre temas complicados de política e relações internacionais, mas como acho que seria legal ter esse blog aqui sempre atualizado vou escrever sobre música, que é o que eu gosto, pesquiso e em geral, sei do que estou falando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A resenha de hoje é do novo cd da minha mais nova descoberta musical, Junius. O disco, chamado "The Martyrdom of a Catastrophist", se não for a melhor coisa que eu escutei esse ano (ainda não escutei com calma o novo do Weezer), está no meu top 3 com certeza. A banda é bastante desconhecida, mas nas minhas peregrinações em blogs de post-rock, resolvi baixar aleatoriamente algumas bandas e me deparei com essa jóia. No last.fm eles mal chegam a 200 mil execuções.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pesquisando por aí vi que andam comparando eles com Joy Division/Interpol/Editors. Eu particularmente não acho que ela tenha nada a ver com nenhuma das três. Musicalmente eles são uma pura banda de post-rock (já li também 'Explosions in the Sky with lyrics'), com guitarras etéreas, baterias bem marcadas e músicas longas, ou seja, nada a ver com as bandas referidas. O vocal lembra algo de Interpol pelo tom 'tenorístico' - fica nisso - , porém com partes melódicas muito bonitas, que nada lembram Paul Banks. As letras também não tem nenhuma semelhança, uma vez que se trata de um disco conceitual, baseado na obra do controverso intelectual Immanuel Velikovsky.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu estou sem tempo pra upar o disco, mas no último link aí vocês podem baixá-lo inteiro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sjDcOgZ3jeY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sjDcOgZ3jeY&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.juniusmusic.com/"&gt;http://www.juniusmusic.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.gimmesound.com/junius/"&gt;http://www.gimmesound.com/junius/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2963447054318733576?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2963447054318733576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2963447054318733576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2963447054318733576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2963447054318733576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/10/junius-martyrdom-of-catastrophist.html' title='Junius - The Martyrdom of a Catastrophist'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SuiSOhn6gII/AAAAAAAAAOY/Ufm-HVELKuQ/s72-c/_junius_4260031820411.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-5833544964424767209</id><published>2009-10-15T10:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T10:41:35.901-07:00</updated><title type='text'>El Excremento del Diablo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Bom texto do (quase) sempre bom Moisés Naim. Quem sabe um dia vou trabalhar naquela revistinha que ele edita, chamada Foreign Policy.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;El petróleo empobrece. Los diamantes, el gas y el cobre también. Los países pobres que cuentan con abundantes recursos naturales suelen ser subdesarrollados. Esto ocurre no a pesar de sus riquezas naturales, sino debido a ellas. ¿Cómo puede ser que la riqueza natural de un país perpetúe la pobreza de la mayoría de sus habitantes? Debido a un fenómeno conocido como "la maldición de los recursos naturales".&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;Hay países que logran conjurar esta maldición. Noruega o Estados Unidos, por ejemplo, son a la vez petroleros y desarrollados. Pero son excepciones que no sólo confirman la regla, sino que también ilustran los antídotos contra esta maldición: democracia e instituciones que limitan la concentración del poder. Además, para neutralizar la maldición también es necesario mantener la estabilidad económica, controlar el gasto público, ahorrar para los años de vacas flacas, diversificar la economía, impedir la concentración del ingreso y evitar que la moneda del país sea demasiado costosa comparada con las de otras naciones. Los países exportadores de recursos naturales que no adoptan estas medidas empobrecen y maltratan a la gran mayoría de su población. La tragedia es que pocos logran evitar estos nocivos efectos. ¿Por qué?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;La maldición de los recursos es como una enfermedad adictiva: le quita a la víctima la voluntad de curarse. Los grupos más poderosos de estas sociedades no tienen muchos incentivos para luchar contra los efectos perversos de la excesiva dependencia de los recursos naturales. Los efectos son perversos para el resto de la población, no para las élites. Éstas, por el contrario, se benefician de la situación.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;El venezolano Juan Pablo Pérez Alfonzo, uno de los fundadores de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), fue el primero en llamar la atención sobre esto. El petróleo, dijo, no es oro negro; es el excremento del diablo. La intuición de Pérez Alfonzo ha sido rigurosamente confirmada. Desde 1975, por ejemplo, las economías de los países ricos en recursos naturales han crecido menos que las de los países que no exportan principalmente materias primas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;Peor aún, en los países afectados por la maldición, los beneficios del crecimiento económico se concentran en pequeños grupos políticos, militares y empresariales. Además, su moneda se encarece con respecto a las de otras naciones, lo cual frena las exportaciones de todo lo que no sea el recurso natural que tienen en abundancia. Esto, a su vez, inhibe la diversificación de la economía y condena a los países a depender cada vez más de las exportaciones de su principal materia prima. En el caso del petróleo, el crecimiento que este genera no crea puestos de trabajo en proporción a su peso en la economía. Así, en los países cuya principal exportación es el petróleo, esa industria genera más del 80% de los ingresos totales, pero tan sólo el 10% del empleo. Inevitablemente, esto aumenta la desigualdad económica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;Dado que los gobiernos de los países exportadores de materias primas no dependen de los impuestos de su población para financiarse, sus líderes pueden darse el lujo de ignorar las exigencias y necesidades de sus ciudadanos. Éstos, a su vez, desarrollan relaciones tenues y parasitarias con el Estado. Además, cuando mucho dinero público es controlado por pocos individuos que no rinden cuentas al resto de la sociedad, la corrupción es inevitable. Las similitudes de países tan diferentes como Rusia, Irán o Venezuela no son una casualidad. Son el resultado de la maldición.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;Es muy difícil sacar del poder a gobiernos ricos en petróleo que, además, tienen la posibilidad de usar sus vastos recursos financieros para comprar o reprimir a sus opositores. Las estadísticas demuestran que es mucho menos probable que un país petrolero autoritario se transforme en una democracia de lo que resulta para una dictadura que no cuenta con abundantes recursos naturales. Las estadísticas también confirman que, en todas partes, las autocracias petroleras gastan más en armas y ejércitos y son más propensas a tener conflictos armados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;Esto no quiere decir que los países pobres con abundantes recursos naturales estén condenados al subdesarrollo. Chile y Botsuana son extraordinarios ejemplos de países menos desarrollados que a pesar de ser exportadores de materias primas han escapado de la maldición. Sus experiencias confirman cuáles son las vacunas que protegen a un país contra sus efectos. Pero ¿por qué estos países estuvieron dispuestos a vacunarse y otros no? Nadie sabe. A quien encuentre la respuesta a esta pregunta habría que darle el premio Nobel. No el de Economía. El de la Paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="ES-MX" style="mso-ansi-language:ES-MX"&gt;mnaim@elpais.es&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-5833544964424767209?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.elpais.com/articulo/internacional/excremento/Diablo/elpepiint/20091011elpepiint_8/Tes' title='El Excremento del Diablo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/5833544964424767209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=5833544964424767209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5833544964424767209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5833544964424767209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/10/el-excremento-del-diablo.html' title='El Excremento del Diablo'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4578007950894662991</id><published>2009-07-10T08:54:00.001-07:00</published><updated>2009-07-10T08:54:38.065-07:00</updated><title type='text'>Top of the Agenda</title><content type='html'>The Group of Eight (G8) industrialized nations &lt;a href="http://m1e.net/c?107084511-s4Rk/oudjohXw%404416103-ScqL6W9eS8ZMs"&gt;set a  September deadline (Reuters)&lt;/a&gt; for Iran to cooperate with international  negotiations on its nuclear program.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4578007950894662991?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4578007950894662991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4578007950894662991&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4578007950894662991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4578007950894662991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/07/top-of-agenda.html' title='Top of the Agenda'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1437530952273134420</id><published>2009-07-09T12:56:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T12:57:16.505-07:00</updated><title type='text'>The G-8</title><content type='html'>"The G-8 communiqué reaffirmed many of the sentiments expressed in past  communiqués: the need to provide affordable and reliable energy supplies to  support economic well-being and development, to invest in clean energy  technologies, to ensure adequate investment and sound investment frameworks, and  the need for global action to reduce global greenhouse gas emissions and adapt  to the unavoidable impacts of climate change."&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Blahh, bullshit!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1437530952273134420?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1437530952273134420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1437530952273134420&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1437530952273134420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1437530952273134420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/07/g-8.html' title='The G-8'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-5996073136579573633</id><published>2009-07-02T08:06:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T08:09:42.316-07:00</updated><title type='text'>Onde estou nesse momento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SkzNmq1rmRI/AAAAAAAAALA/LXKb3g-sWOk/s1600-h/image001.png"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 65px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SkzNmq1rmRI/AAAAAAAAALA/LXKb3g-sWOk/s320/image001.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353880121254844690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" color: rgb(102, 102, 102);  font-family:Verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;em style="font-style: italic; color: rgb(154, 26, 39); "&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;Mission:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Fundación Etho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;s seeks to provide ideas, recommendations and public policy proposals in the areas of poverty alleviation, economic and social sustainable development, and the consolidation of democracy, as well as promote future leaders who apply them with conscience and responsibility.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;Vision:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;Consolidate societies in Mexico and Latin America, in which all individuals can enjoy equal opportunities, develop their capacities to the fullest, and exercise a freedom to choose their destiny, as well as contribute to the development of their nations, thus building a better future for the next generations.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;What we do:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:12px;"&gt;Fundación Ethos’ lines of work are:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Research, analysis, evaluation and design of public policies in the areas of poverty alleviation, social and economic sustainable development, and the consolidation of democracy, among others.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Publication of articles, books, reports, documents and newsletters on the aforementioned topics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Selection and promotion of young people with a potential for leadership in the national politics front, with the ability to promote Mexico’s development.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Organization of conferences, seminars and workshops with well-respected personalities on different topics, both at the national and international level.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-5996073136579573633?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/5996073136579573633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=5996073136579573633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5996073136579573633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5996073136579573633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/07/onde-estou-nesse-momento.html' title='Onde estou nesse momento'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SkzNmq1rmRI/AAAAAAAAALA/LXKb3g-sWOk/s72-c/image001.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3387743862083870797</id><published>2009-05-24T19:13:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T19:22:23.087-07:00</updated><title type='text'>Feed your inner genius</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/ShoA12oIlwI/AAAAAAAAAKg/HzhRHuiOXq8/s1600-h/fora-logo.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 237px; height: 38px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/ShoA12oIlwI/AAAAAAAAAKg/HzhRHuiOXq8/s320/fora-logo.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339581233398060802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para quem não conhece: &lt;a href="http://fora.tv/"&gt;http://fora.tv/&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Esse site é fantástico. Se você tem interesses em current issues irá encontrar um pouco de tudo. Eu particularmente tento sempre assistir coisas da seção de meio-ambiente e política. Para quem nãotem  paciência de assistir na frente do computador, dá para baixar os arquivos de áudio e vídeo para assistir no Ipod.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3387743862083870797?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3387743862083870797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3387743862083870797&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3387743862083870797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3387743862083870797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/05/feed-your-inner-genius.html' title='Feed your inner genius'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/ShoA12oIlwI/AAAAAAAAAKg/HzhRHuiOXq8/s72-c/fora-logo.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-672384960174049337</id><published>2009-05-12T07:24:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T19:23:41.337-07:00</updated><title type='text'>Chávez dá mais um passo para estatizar a economia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SgmHP5OpzmI/AAAAAAAAAKQ/rfTIeRNMtuc/s1600-h/hugo-chavez-02.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 292px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SgmHP5OpzmI/AAAAAAAAAKQ/rfTIeRNMtuc/s320/hugo-chavez-02.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334943940727131746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A queda de mais de 50% nas cotações do petróleo no primeiro trimestre é, por si só, uma péssima notícia para a Venezuela, que depende quase que exclusivamente desta receita para sobreviver. Algo igualmente ruim se passa no país comandado por Hugo Chávez. Há indícios de que a produção de óleo é declinante e se aproxima dos 2 milhões de barris diários, bem abaixo dos 3,18 milhões extraídos em 1997. Os números da Agência Internacional de Energia apontam 2,36 milhões, mas o governo chavista não os reconhece e diz que a produção na verdade subiu. Nesta, como em muitas outras coisas, não é possível confiar nas informações oficiais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Um dos sinais de que os negócios com o petróelo vão mal foi a nacionalização de 60 empresas prestadoras de serviços. A PDVSA, que tem de sustentar em suas costas os programas sociais do governo, enquanto administra receitas cadentes, começou a atrasar os pagamentos de seus fornecedores. Não há cifras confiáveis sobre a dívida - elas variam de US$ 3 bilhões a US$ 12 bilhões. Várias companhias anunciaram a decisão de deixar o país e outras reduziram seus serviços. A caminho de um impasse que teria grave efeito sobre a produção de petróleo, Chávez resolveu o problema da dívida encampando as empresas. Vamos enterrar o capitalismo na Venezuela, disse o presidente, e em mais de um sentido a frase é verdadeira. Sem receber pelos serviços entregues, as empresas ficaram em difícil situação financeira antes da nacionalização, por um preço que será aquele que o governo resolva pagar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Excerto de Editorial Valor Econômico 12/05&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-672384960174049337?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/672384960174049337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=672384960174049337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/672384960174049337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/672384960174049337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/05/chavez-da-mais-um-passo-para-estatizar.html' title='Chávez dá mais um passo para estatizar a economia'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SgmHP5OpzmI/AAAAAAAAAKQ/rfTIeRNMtuc/s72-c/hugo-chavez-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2627909710450556529</id><published>2009-05-11T08:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T08:05:34.119-07:00</updated><title type='text'>Racha no Itamaraty</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=575392"&gt;http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=575392&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Matéria muito boa da IstoÉ do último domingo (10), para quem quer entender os bastidores do Itamaraty e como é feita nossa Política Externa. O MRE não é uma corporação com decisões e idéias engessadas; comporta diferentes visões e idéias de mundo. A ala da esquerda radical esta aí, para quem quiser ver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2627909710450556529?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2627909710450556529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2627909710450556529&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2627909710450556529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2627909710450556529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/05/racha-no-itamaraty.html' title='Racha no Itamaraty'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4655864666416388522</id><published>2009-04-27T12:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T13:00:02.834-07:00</updated><title type='text'>Por que falhou a globalização financeira?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 14px; "&gt;&lt;p class="t1" style="margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 102); text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 11px; font-weight: normal; "&gt;Luiz Carlos Bresser-Pereira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 14px; margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; "&gt;&lt;br /&gt;DESDE O início desta década, venho argumentando que a globalização financeira não promove o crescimento, mas prejudica os países em desenvolvimento. A crise global que estamos presenciando mostrou que prejudica também os países ricos -que o instrumento financeiro que tradicionalmente utilizaram para dominar os demais países voltou-se contra eles. &lt;br /&gt;Ao fazer a crítica da abertura financeira, eu também criticava a política de crescimento com poupança externa, que, em vez de promover o aumento da taxa de investimento, aumenta o consumo. Recentemente, Dany Rodrik e Arvind Subramanian ("Why did financial globalization disappoint?") somaram-se a essa crítica e listaram pesquisas empíricas que confirmam as nossas. Entretanto, as razões que apresentaram para que a poupança externa não cause o crescimento são secundárias.&lt;br /&gt;Corretamente, eles afirmam que o ponto de estrangulamento das economias em desenvolvimento não é a falta de poupança, mas de oportunidades de investimento. Foi isso, essencialmente, o que descobriu Keynes há 70 anos. Enganam-se, porém, em atribuir a falta de investimentos: 1) à existência de instituições desfavoráveis nos países em desenvolvimento que não garantem a propriedade e os contratos; e 2) às imperfeições de mercado, principalmente à falta de investimentos públicos e de investimento em educação (externalidades positivas) que viabilizem os investimentos. &lt;br /&gt;Não vou perder tempo com o argumento neoliberal de falta de garantia aos investimentos. Se o argumento fosse relevante, não haveria nunca "catching up". Por outro lado, a referência à teoria dos pioneiros da teoria do desenvolvimento econômico dos anos 1940 quanto à necessidade de um conjunto de investimentos entrecruzados para viabilizar sua rentabilidade é interessante, mas ignora que essa teoria se aplica a países pobres, não a países de renda média. Além disso, esses economistas não dispunham ainda da crítica ao crescimento financiado por empréstimos e investimentos diretos. &lt;br /&gt;Minha crítica à globalização financeira e à política de crescimento com poupança externa se opõe à teoria econômica convencional e à dos pioneiros do desenvolvimento. Está baseada em raciocínio simples: quando um país apresenta um déficit em conta corrente (ou seja, está recebendo poupança externa) que é financiado por entradas de capital, sua taxa de câmbio se aprecia. Em consequência, duas coisas complementares ocorrem: a) os salários reais aumentam, cresce o consumo e cai a poupança interna; e b) diminuem as oportunidades de investimentos lucrativos orientados para a produção de bens comercializáveis internacionalmente. &lt;br /&gt;Em consequência, a poupança externa substitui a interna, enquanto o país se endivida para consumir. Os influxos de capital transformam-se em consumo, inclusive os investimentos diretos, porque são compensados pela diminuição de investimentos nacionais. A taxa de substituição é geralmente alta; em certos casos, como no Brasil na segunda metade dos anos 1990, foi de 100%. &lt;br /&gt;Em segundo lugar, os fluxos causam fragilidade financeira, elevando assim a dependência do país em relação aos credores externos e levando o governo local a adotar a política do "confidence building" e, assim, transferindo o centro das decisões sobre o interesse nacional para a metrópole. Finalmente, a globalização financeira e a política de crescimento com poupança externa provocam crises de balanço de pagamentos, com graves consequências sobre as taxas de expansão do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA, 74, professor emérito da Fundação Getulio Vargas, ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), da Administração e Reforma do Estado (primeiro governo FHC) e da Ciência e Tecnologia (segundo governo FHC), é autor de "Macroeconomia da Estagnação: Crítica da Ortodoxia Convencional no Brasil pós-1994". &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 102, 102); font-family: Verdana; font-size: 12px; font-weight: bold; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 14px; margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Folha de São Paulo - 27/04/2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-size: 14px; margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="t1" style="margin-bottom: 0px; font: normal normal normal 0.8em/normal verdana, 'Times New Roman', Times, serif; padding-top: 0px; padding-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; text-align: left; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 102); text-decoration: none; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4655864666416388522?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4655864666416388522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4655864666416388522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4655864666416388522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4655864666416388522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/04/por-que-falhou-globalizacao-financeira.html' title='Por que falhou a globalização financeira?'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-5356084343114705053</id><published>2009-04-22T07:11:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T07:13:24.838-07:00</updated><title type='text'>Um continente sem teoria</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);   font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;&lt;div&gt;José Luís Fiori&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No século XIX, o pensamento social europeu dedicou pouquíssima atenção ao continente americano. Mesmo os socialistas e marxistas que discutiram a "questão colonial", no final do século, só estavam preocupados com a Ásia e a África. Nunca tiveram interesse teórico e político nos novos Estados americanos, que alcançaram sua independência, mas se mantiveram sob a tutela diplomática e financeira da Grã Bretanha. Foi só no início do Século XX que a teoria marxista do imperialismo se dedicou ao estudo específico da internacionalização do capital e seu papel no desenvolvimento capitalista a escala global. Assim mesmo, seu objeto seguiu sendo a competição e a guerra entre os europeus. A maior parte dos autores marxistas ainda compartilhava a visão evolucionista de Marx, com relação ao futuro econômico dos países atrasados, seguros de que "os países mais desenvolvidos industrialmente mostram aos menos desenvolvidos, a imagem do que será o seu próprio futuro". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi só depois da década de 20, que a III Internacional Comunista transformou o imperialismo num adversário estratégico e num obstáculo ao desenvolvimento das forças produtivas nos países "coloniais e semi-coloniais". De qualquer forma, o objeto central de todas as análises e propostas revolucionárias foi sempre a Índia, a China, o Egito e Indonésia, muito mais do que a América Latina. Na primeira metade do Século XX, os Estados Unidos já haviam se transformado numa grande potência imperialista, e o resto da América Latina foi incluída pela III Internacional, depois de 1940, na mesma estratégia geral das "revoluções nacionais", ou das "revoluções democrático-burguesas", contra a aliança das forças imperialistas com as oligarquias agrárias feudais, e a favor da industrialização nacional dos países periféricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais à frente, na década de 1950, a tese da "revolução democrático-burguesa", e sua defesa do desenvolvimento industrial, foi reforçada pela "economia política da Cepal" (Comissão Econômica para a América Latina) que analisava a economia latino-americana no contexto de uma divisão internacional do trabalho entre países "centrais" e países "periféricos". A Cepal criticava a tese das "vantagens comparativas" da teoria do comércio internacional de David Ricardo, e considerava que as relações comerciais entre as duas "fatias" do sistema econômico mundial prejudicavam o desenvolvimento industrial dos países periféricos. Tratava-se de uma crítica econômica heterodoxa, de filiação keynesiana, mas do ponto de vista prático acabou convergindo com as propostas "nacional-desenvolvimentista", que foram hegemônicas no continente depois da II Guerra Mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década da de 60, entretanto, a Revolução Cubana, a crise econômica e a multiplicação dos golpes militares em toda a América Latina provocaram um desencanto generalizado com a estratégia "democrático-burguesa", e com a proposta "cepalina" da industrialização por "substituição de importações". Sua crítica intelectual deu origem às três grandes vertentes da "teoria da dependência", que talvez tenha sido a última tentativa de teorização latino-americana do Século XX. A primeira vertente - de filiação marxista - considerava o desenvolvimento dos países centrais e o imperialismo um obstáculo intransponível para o desenvolvimento capitalista periférico. Por isto, falavam do "desenvolvimento do subdesenvolvimento" e defendiam a necessidade de uma revolução socialista imediata, inclusive como estratégia de desenvolvimento econômico. A segunda vertente - de filiação "cepalina" - também identificava obstáculos à industrialização do continente, mas considerava possível superá-los através de uma série de "reformas estruturais" que se transformaram em tema central da agenda política latino-americana durante toda a década de 60. Na verdade, a própria teoria da Cepal, sobre a relação "centro-periferia", já não dava conta da relação dos EUA com o seu "território econômico supranacional", que era diferente do que havia acontecido com a Grã Bretanha. Por fim, a terceira vertente da teoria de dependência - de filiação a um só tempo marxista e cepalina - foi a que teve vida mais longa e efeitos mais surpreendentes, por três razões fundamentais: primeiro, porque defendia a viabilidade do capitalismo latino-americano; segundo, porque defendia uma estratégia de desenvolvimento "dependente e associado" com os países centrais; e terceiro, porque saíram deste correntes alguns dos principais líderes políticos e intelectuais da "restauração neoliberal" dos anos 90. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se tivesse ocorrido um apagão mental, velhos marxistas, nacionalistas e desenvolvimentistas abandonaram suas teorias latino-americanistas e aderiram à visão do sistema mundial e do capitalismo, própria do liberalismo europeu do século XVIII. Nesta linha de pensamento, ainda em 2009, um importante intelectual desta corrente de ideias defendia - por cima de tudo o que passou no mundo, desde o início do Século XXI - que "não existe mais geopolítica nem imperialismo no novo mundo pós-colonial, da globalização, do sistema político e da democracia global... [e que] a estratégia clássica da geopolítica de garantir acesso exclusivo a recursos naturais na periferia do capitalismo já não faz sentido não só por seus custos, mas também porque, com a globalização, todos os mercados estão abertos, e é inimaginável que um país recuse vender a outro, por exemplo, petróleo a preço de mercado... [donde], as guerras entre as grandes potências já não fazem sentido porque todas as fronteiras já estão definidas..." (Bresser Pereira, L. C. "O mundo menos sombrio. Política e economia nas relações internacionais entre os grandes países", in Jornal de Resenhas. Março de 2009, Nº 1. Discurso Editorial, São Paulo, pp: 6 e 7). Ingenuidade à parte, os liberais nunca tiveram uma teoria original a respeito da América Latina, nem precisam dela. A repetição recorrente de algumas platitudes cosmopolitas foi mais do que suficiente para sustentar sua visão da economia mundial e legitimar sua ação política e econômica idêntica em todos os países. Mas no caso dos intelectuais progressistas do continente é uma má notícia saber que não existe mais uma teoria capaz de ler e interpretar a história do continente, e fundamentar uma estratégia coerente de construção do futuro, respeitada a imensa heterogeneidade latino-americana.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;22/04/09&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-5356084343114705053?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/5356084343114705053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=5356084343114705053&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5356084343114705053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/5356084343114705053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/04/um-continente-sem-teoria.html' title='Um continente sem teoria'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3829526230114070776</id><published>2009-04-15T04:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T04:55:32.898-07:00</updated><title type='text'>Índia passa Brasil em vendas para China</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 10px; "&gt;MINÉRIO DE FERRO&lt;br /&gt;A Índia ultrapassou o Brasil como segundo maior fornecedor de minério de ferro para a China no primeiro bimestre do ano, de acordo com informações da Administração Geral de Alfândega do governo chinês. O país vendeu 21,243 milhões de toneladas de minério para a China em janeiro e fevereiro, ante 12,418 milhões de toneladas fornecidas pelo Brasil. A Austrália veio em primeiro lugar, com 34,049 milhões de toneladas. Uma das razões para a Índia ter subido de posição foi o forte aumento de 38,05% em suas exportações de minério para a China em fevereiro, enquanto os embarques do Brasil caíram 5,49%. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3829526230114070776?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3829526230114070776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3829526230114070776&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3829526230114070776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3829526230114070776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/04/india-passa-brasil-em-vendas-para-china.html' title='Índia passa Brasil em vendas para China'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6750019040492526538</id><published>2009-04-14T14:39:00.000-07:00</published><updated>2009-04-14T14:45:06.951-07:00</updated><title type='text'>Obama Opens Door to Cuba, but Only a Crack</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 10px; "&gt;By SHERYL GAY STOLBERG and DAMIEN CAVE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WASHINGTON — In abandoning longstanding restrictions on the ability of Cuban-Americans to visit and send money to family members on the island, President Obama demonstrated Monday that he was willing to open the door toward greater engagement with Cuba — but at this point, only a crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The announcement represents the most significant shift in United States policy toward Cuba in decades, and it is a reversal of the hard line taken by President George W. Bush. It comes as Mr. Obama is preparing to meet later this week in Trinidad and Tobago with Latin American leaders, who want him to normalize relations with Cuba and its leader, Raúl Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The White House made clear on Monday that Mr. Obama, who campaigned on improving relations with Cuba, was not willing to go that far, at least not yet. Rather, the steps he took were modest, reflecting the complicated domestic politics around Cuba and the unpredictability of the Cuban response.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This volatility on both sides of the Florida Straits has bedeviled every president since Kennedy, and even Mr. Obama, who has vowed to make greater use of diplomacy with enemies as well as allies, seems to have recognized the threat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As such, he did not lift the trade embargo with Cuba, enacted in the 1960s in an unsuccessful attempt to force a change in government after Fidel Castro came to power. Instead, he is using his executive power to repeal Mr. Bush’s tight restrictions and the looser restrictions under President Bill Clinton so that Cuban-Americans can now visit Cuba as frequently as they like and send gifts and as much money as they want, as long as the recipients are not senior government or Communist Party officials.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Obama is also allowing telecommunications companies to pursue licensing agreements in Cuba, in an attempt to open up communications there by increasing access to cellphones and satellite television. In a sign that the Cuba issue is a delicate one, the president left it to senior aides to explain his decision.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“This is a step to extend a hand to the Cuban people, in support of their desire to determine their own future,” Dan Restrepo, the senior director for Western Hemisphere affairs at the National Security Council, said in announcing the move. “It’s very important to help open up space, so the Cuban people can work on the kind of grass-roots democracy that is necessary to move Cuba to a better future.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a sense, the policy shift is an admission that a half-century of American policy aimed at trying to push the Castros out of power has not worked — as the Cuban American National Foundation, the most powerful lobbying group for Cuban exiles in Miami, conceded last week. Cuba policy experts characterized Mr. Obama’s moves as important humanitarian steps but said they still left open the broader question of how the United States and Cuba plan to engage in the future.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The State Department has said it was reviewing American policy toward Cuba, and Mr. Restrepo said the policy was not “frozen in time today” — a suggestion, some Cuba experts said, that the White House is laying a foundation for more far-reaching change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We really don’t know yet what he’s got in mind for the long term,” said Sarah Stephens of the Center for Democracy in the Americas, which advocates a further loosening of the restrictions. She said the administration may be trying to take “baby steps toward building confidence” by letting the Cuban exile community in Miami, which has traditionally opposed any softening of American policy, get used to the idea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Obama is also facing pressure from Capitol Hill. The House and the Senate are considering legislation that would lift travel restrictions to Cuba for all Americans, not just those with family in Cuba. And some experts, like Philip Peters, a Cuba specialist and vice president at the Lexington Institute, a policy research center, argue that a president who is willing to engage Iran and Syria ought to be willing to engage Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“This is a narrow set of measures,” Mr. Peters said. “It doesn’t at all get at the issue of broader contact between American society and Cuban society, and it leaves us in kind of an odd situation where one ethnic group has an unlimited right to travel to Cuba and the rest of us are under these cold war regulations.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Those who still support the Bush hard line denounced the decision. The Cuban government charges hefty fees on remittances, and critics like Representatives Mario and Lincoln Diaz-Balart, Florida Republicans and brothers who are Cuban-Americans, said Mr. Obama was making a “serious mistake” that would effectively put millions of dollars into the hands of the Castro regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yet those old animosities are giving way to an emerging interest in dialogue that is working in Mr. Obama’s favor, both in Washington and Florida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Miami, the conservative old guard could still be found. On Radio, a Spanish-language station that often acts as a megaphone for Cuban-American conservatives, Ninoska Pérez Castellón, a popular host, echoed the concerns of the Diaz-Balarts. At Latin Café 2000 in Hialeah, Fla., José Soberón, 71, said he would never consider sending money or visiting the island he left years ago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But such opinions are no longer as dominant, especially among younger Cubans like Virgiro Lopez, 31, who said that while his entire family had left Cuba, he supported Mr. Obama’s plan as a way to “help bring a spirit within the people to fight for themselves.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco J. Hernandez, the president of the Cuban American National Foundation, said the new policy would “help the Cuban people to become protagonists of the changes in Cuba.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sheryl Gay Stolberg reported from Washington, and Damien Cave from Miami. Yolanne Almanzar contributed reporting from Miami.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 10px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;The New York Times&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6750019040492526538?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6750019040492526538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6750019040492526538&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6750019040492526538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6750019040492526538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/04/obama-opens-door-to-cuba-but-only-crack.html' title='Obama Opens Door to Cuba, but Only a Crack'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2538625919985381029</id><published>2009-04-03T06:37:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T06:52:40.781-07:00</updated><title type='text'>Leitura da semana</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SdYUDRmoFdI/AAAAAAAAAJw/hOexzOBdl8g/s1600-h/2529336.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SdYUDRmoFdI/AAAAAAAAAJw/hOexzOBdl8g/s320/2529336.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320462056282396114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Desafio&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Latino-Americano&lt;/span&gt;: Coesão Social e Democracia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Verso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundamentado no trabalho de vinte reconhecidos especialistas da região, este livro, sem equivalentes, delinea numa linguagem clara e simples, acessível ao grande público, o novo rosto da América Latina. Uma realidade que apresenta recentes oportunidades e perigos para a coesão social na democracia e exige um esforço de renovação crítica para alcançar uma interpretação global da dinâmica social da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Orelha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro apresente uma visão conjunta dos processos sociais, culturais e políticos que vive a América Latina, a partir de uma nova chave interpretativa: o papel das iniciativas individuais e a crescente democratização das relações sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, por um lado, a região continua enfrentando importantes problemas de desigualdade social, pobreza e consolidação de instituições democráticas, por outro, as sociedades se transformaram profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os velhos mecanismos de representação - partidos, sindicatos, sofreram forte erosão; apareceram novas formas de participação que submetem o Estado e a nação a outros desafios, ao mesmo tempo que o consumo e os meios de comunicação aumentaram sua importância e os centros urbanos - onde o sentimentos de insegurança ocupa um lugar primordial - adquiriram configurações inéditas. Nesse novo contexto, as estratégias individuais se diversificam. As pessoas buscam construir um sentido de vida muitas vezes à margem do sistema social ou contra ele, ou ainda saindo do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Para comprar: &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2529336&amp;amp;sid=89393425111312456043221081&amp;amp;k5=277C2C1C&amp;amp;uid="&gt;http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2529336&amp;amp;sid=89393425111312456043221081&amp;amp;k5=277C2C1C&amp;amp;uid=&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2538625919985381029?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2538625919985381029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2538625919985381029&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2538625919985381029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2538625919985381029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/04/leitura-da-semana.html' title='Leitura da semana'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SdYUDRmoFdI/AAAAAAAAAJw/hOexzOBdl8g/s72-c/2529336.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2380962453876351203</id><published>2009-03-17T19:05:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T19:10:35.786-07:00</updated><title type='text'>Eu no Twitter</title><content type='html'>Quem quiser me acompanhar no Twitter se ligue em &lt;a href="http://www.twitter.com/lgcintravieira"&gt;www.twitter.com/lgcintravieira&lt;/a&gt;. Comparecerei lá com mais frequência do que aqui,então, aos interessados, me visitem por lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2380962453876351203?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2380962453876351203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2380962453876351203&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2380962453876351203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2380962453876351203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/eu-no-twitter.html' title='Eu no Twitter'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-428658099350434557</id><published>2009-03-13T07:42:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T07:43:06.649-07:00</updated><title type='text'>De "marolinha" crise se transforma em preocupação para Lula</title><content type='html'>A queda de 3,6% no PIB ao final de 2008, sinalizando recessão neste ano, preocupa tanto a equipe econômica quanto os estrategistas políticos do Palácio do Planalto. Lula dá sinais de preocupação. Esperava números negativos, mas eles foram piores do que o imaginado. O risco maior agora o reflexo da crise na campanha de 2010. Em cinco meses, indústria paulista demitiu 236,5 mil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-428658099350434557?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/428658099350434557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=428658099350434557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/428658099350434557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/428658099350434557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/de-marolinha-crise-se-transforma-em.html' title='De &quot;marolinha&quot; crise se transforma em preocupação para Lula'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-227575184028118469</id><published>2009-03-10T05:47:00.000-07:00</published><updated>2009-03-10T05:49:53.069-07:00</updated><title type='text'>Conclusão das negociações da Rodada de Doha não será fácil</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PONTOS-CHAVE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;− Interesse dos lobbies deve dificultar conclusão da Rodada de Doha&lt;br /&gt;− Política norte-americana tende a ser mais protecionista&lt;br /&gt;− Retomada das negociações foi uma bandeira defendida fortemente pelo Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aposta de países emergentes, como o Brasil, de apresentar ofertas importantes aos EUA e à Europa na área industrial em troca de concessões no agronegócio não será tarefa fácil. Isso porque o relatório anual do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR em inglês) dá indícios de que o presidente norte-americano, Barack Obama, poderá dificultar a conclusão da Rodada de Doha e barrar a liberalização do comércio internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso justifica o temor de uma política mais protecionista por parte de Washington e sensível aos lobbies defensores de subsídios e barreiras. Mesmo que o documento fale do interesse dos EUA na conclusão da Rodada de Doha, Obama não parece disposto a retomar as negociações no ponto em que elas pararam no ano passado, devido ao interesse dos lobbies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a retomada das negociações da Rodada de Doha foi uma bandeira defendida fortemente pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, é pouco provável que ela sirva de aproximação com os EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado com a grave crise financeira que atinge Washington, a prioridade de Barack Obama será atender aos interesses norte-americanos que, neste primeiro momento, não passam pela retomada das negociações de Doha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-227575184028118469?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/227575184028118469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=227575184028118469&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/227575184028118469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/227575184028118469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/conclusao-das-negociacoes-da-rodada-de.html' title='Conclusão das negociações da Rodada de Doha não será fácil'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1486589851667295308</id><published>2009-03-06T06:00:00.000-08:00</published><updated>2009-03-06T06:02:00.876-08:00</updated><title type='text'>Segunda rodada da crise será nos países em desenvolvimento</title><content type='html'>O alerta não é novo, mas o presidente do Banco Central admitiu pela primeira vez que o segundo round da crise financeira internacional vai ocorrer nos países em desenvolvimento. Os sinais começam a ser notados no Leste Europeu, economias que saíram do modelo socialista e enfrentam carência de crédito. Nível de reservas acumuladas é trunfo do Brasil, disse, como publica o jornal Correio Braziliense.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1486589851667295308?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1486589851667295308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1486589851667295308&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1486589851667295308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1486589851667295308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/segunda-rodada-da-crise-sera-nos-paises.html' title='Segunda rodada da crise será nos países em desenvolvimento'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3625882769069163075</id><published>2009-03-04T08:42:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T08:46:45.329-08:00</updated><title type='text'>Olha eu....</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 10px; white-space: pre; "&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SeiBhwClpkc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SeiBhwClpkc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou eu aí do lado direito em uma 'palestra' que um estudante da Kennedy School fez em SP no ano passado para interessados na escola. Acho que é a minha primeira aparição no Youtube...=]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3625882769069163075?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3625882769069163075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3625882769069163075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3625882769069163075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3625882769069163075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/olha-eu.html' title='Olha eu....'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2629035820178765878</id><published>2009-03-04T05:13:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T05:15:38.350-08:00</updated><title type='text'>Recessão mundial vai se agravar, prevê OCDE</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);   font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;Andrei Netto, Paris&lt;br /&gt;Organização vai rever estimativas para o PIB, e adianta que será inferior ao 0,5% previsto pelo FMI&lt;br /&gt;A economia mundial está, neste trimestre, no fundo do poço. A análise foi feita ontem, em Paris, pelo economista-chefe da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Klaus Schmidt-Hebbel, para quem a recessão internacional será mais forte do que prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o especialista, a atual crise é inferior à Grande Depressão, mas já é a pior desde o fim dos investimentos militares após a 2ª Guerra Mundial.&lt;br /&gt;As afirmações foram feitas à imprensa ao fim da apresentação do relatório anual "Objetivo: Crescimento", no qual a instituição aponta caminhos para os 30 países-membros - grupo do qual o Brasil não faz parte. Segundo o economista-chefe, o mercado mundial vive um "momento extraordinário" marcado pelas quedas constantes dos títulos nos centros financeiros e pela crise na economia real. &lt;br /&gt;Baseado em dados parciais sobre a produção industrial de janeiro e fevereiro, Hebbel afirmou que a contração será maior do que o esperado pelos organismos internacionais. "A recessão vai se agravar, não há dúvidas", reforçou. "Este trimestre será o pior de todos."&lt;br /&gt;A OCDE deve rever nas próximas semanas as estimativas para a expansão mundial, mas antecipa que será inferior ao 0,5% estimado em 28 de janeiro pelo FMI. Apesar das previsões negativas, o economista acredita que a crise atual não se aproximará da Grande Depressão, nos anos 30. "Esta é certamente a pior crise desde 1946. Mas certamente não é a Grande Depressão, quando o PIB de alguns países chegou a cair 20%." &lt;br /&gt;Para enfrentar a turbulência, a OCDE propõe que os países-membros acentuem os gastos em obras de infraestrutura. Além disso, propõe o reforço dos gastos com capacitação profissional e a redução de impostos sobre os salários.&lt;br /&gt;Bandeiras antigas da instituição, como a flexibilização do mercado de trabalho, continuam em pauta. A OCDE sustenta ainda que, diante da conjuntura adversa, as taxas básicas de juros precisam ser reduzidas pelas autoridades monetárias. A entidade atacou ainda os planos setoriais de relançamento da economia, como os pacotes de ajuda à indústria automobilística feitos por países como Estados Unidos, França e Espanha. Segundo o órgão, é preciso intervir diante do risco de crise sistêmica, como no mercado financeiro. Mas os programas de auxílio às indústrias não são, necessariamente, uma boa ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÚMERO&lt;br /&gt;20%&lt;br /&gt;foi a queda do PIB de alguns países durante a Grande Depressão dos anos 30, situação que não se repetirá, segundo a OCDE, na crise atual.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:verdana;font-size:14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=";font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O Estado de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2629035820178765878?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2629035820178765878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2629035820178765878&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2629035820178765878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2629035820178765878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/recessao-mundial-vai-se-agravar-preve.html' title='Recessão mundial vai se agravar, prevê OCDE'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-9084081597155974057</id><published>2009-03-03T10:26:00.000-08:00</published><updated>2009-03-03T10:50:50.854-08:00</updated><title type='text'>Discussão sobre políticas públicas</title><content type='html'>Pensando que já faz algum tempo que não publico um texto original aqui no blog resolvi expor alguns questionamentos e inquietações que venho tendo na últimas semanas por conta de oportunidades profissionais que me apareceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana anterior ao carnaval participei da entrevista final de um processo seletivo para uma vaga de analista de relações governamentais em uma grande empresa fabricante e distribuidora de bebidas. Estava bastante empolgado com a possibilidade de mudar de emprego, trabalhar numa empresa sólida e reconhecida, na qual eu poderia construir uma carreira corporativa com um bom salário e muitos benefícios. Obtive um feedback essa semana. Gostaram muito de mim e ainda estou no páreo. Acontece que, por conta da crise, a vaga foi congelada e ainda não há previsão de quando o processo será retomado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista, obviamente, tive que contar um pouco do que fiz e faço no meu atual trabalho, uma consultoria de 'Relações Governamentais e Políticas Públicas'. Aparentemente um lugar muito bom, não? Ainda, devo receber a resposta essa semana do meu status no processo seletivo de uma outra consultoria que faz a mesma coisa. O nome é bonito mas não fazemos mais do que monitoramento legislativo, um trabalho um pouco entendiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui que eu chego ao meu ponto. Quem é da área e conhece, sabe que não há nada de políticas públicas, algo que, acredito eu, muitas pessoas de Rel Gov. gostariam de fazer mas em algum momento de suas carreiras se perderam no impasse entre ganhar dinheiro ou se fazer o que acredita. Deveria eu seguir esse caminho, fazendo 'pseudo-políticas públicas' e ganhar dinheiro ajudando grandes empresas a fazer o papel de boazinhas frente ao poder público ou deveria eu me abster da vontade (quem sabe necessidade) de fazer uma carreira corporativa e ir pesquisar, fazer algum concurso, tentar alguma carreira pública?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me pergunto isso porque na AIESEC apareceu uma vaga que gostei muito num instituto mexicano para realizar pesquisas sobre políticas públicas de combate a pobreza na América Latina. Depois disso a possibilidade de emendar um MPP (quem já visitou esse blog e navegou pelos links dos diversos programas de Master in Public Policy ai do lado sabe do que se trata) é bastante grande. Isso é o meu real desejo, o que sempre almejei profissionalmente, mesmo sabendo que economicamente não é uma boa escolha....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taí a discussão. Em que momento a verdadeira carreira de formulador de políticas públicas, seja em qual instância, se cruza com a carreira corporativa de Rel. Gov e como elas se complementam ou divergem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-9084081597155974057?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/9084081597155974057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=9084081597155974057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/9084081597155974057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/9084081597155974057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/03/discussao-sobre-politicas-publicas.html' title='Discussão sobre políticas públicas'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1644837382794697771</id><published>2009-02-26T04:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T04:52:21.946-08:00</updated><title type='text'>Um prudente otimismo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "&gt;A recessão poderá terminar neste ano ainda, se for restaurada alguma estabilidade no sistema financeiro. Nesse caso, 2010 será um ano de recuperação. A previsão, a mais otimista desde o início do ano, foi apresentada no Senado pelo presidente do banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, Fed), o economista Ben Bernanke. Quando a maior parte dos analistas se mostra insegura quanto à duração da crise, a indicação de um prazo relativamente curto para o início da retomada é animadora. Mas o otimismo é sujeito a uma condição importante e nada fácil de se cumprir. A economia só voltará a funcionar razoavelmente quando a arrumação do sistema financeiro der algum resultado. Isso dependerá não só de uma regulamentação mais severa do mercado, mas também, e preliminarmente, da recapitalização dos grandes bancos. &lt;br /&gt;Ainda se discute se o governo deverá estatizar algumas instituições temporariamente - ideia rejeitada por Bernanke, que admite, apenas, a participação minoritária do governo no capital dos bancos - e o trabalho de reabilitação está apenas no começo. &lt;br /&gt;A restrição apontada por Bernanke - a recuperação econômica não virá antes da normalização dos bancos - não é uma novidade. Foi apontada por vários economistas e governantes, incluído o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, empenhado em justificar a ajuda aos bancos em seu país. Mas é uma lembrança oportuna, quando o governo americano se dispõe a pôr em prática o pacote de estímulo fiscal de US$ 787 bilhões aprovado neste mês pelo Congresso. Depois de haver trabalhado muito pela aprovação dessa proposta, o presidente Barack Obama ainda tem de se esforçar para transmitir algum entusiasmo aos políticos, empresários e consumidores. &lt;br /&gt;Foi esse, aparentemente, o objetivo central do presidente em seu primeiro discurso ao Congresso a respeito do Estado da União, na terça-feira à noite. Ele voltou a descrever os problemas da economia americana, mas apontou também as possibilidades de reativação e as inovações políticas contidas no pacote. No mesmo dia, um instituto de pesquisas mostrava a confiança do consumidor no nível mais baixo desde 1967. &lt;br /&gt;Mas o presidente Obama não se limitou a comentar a crise econômica e a tentar transmitir algum ânimo ao público. Olhando para mais longe, ele defendeu a adoção, desde já, de uma política de ajuste do orçamento, como forma de garantir uma recuperação segura da produção e do emprego. O atual governo herdou um déficit fiscal de aproximadamente US$ 1 trilhão. Esse déficit deve crescer com os novos gastos programados para estimular a economia e com a ampliação dos benefícios fiscais aos contribuintes. Essas medidas podem favorecer a recuperação da atividade, num prazo não muito longo, mas deixarão também uma consequência indesejável - um enorme rombo nas contas públicas. Quanto maior esse buraco, maior a dificuldade de financiá-lo e, portanto, maior o risco de ser necessário recorrer a taxas de juros elevadas e prejudiciais a uma reativação econômica mais firme e mais duradoura. &lt;br /&gt;É importante, por isso, pensar desde logo numa política de contenção de gastos. Sempre é possível começar pelo corte de gorduras orçamentárias e em seguida aperfeiçoar a política elevando a eficiência da administração. No Brasil, o governo só se ocupou, até agora, com a concessão de incentivos fiscais, nem todos bem concebidos, e não iniciou nenhuma ação concreta para compensar a renúncia fiscal. &lt;br /&gt;Outro ponto a favor de Obama é a qualidade de seu programa de estímulo. Há muita discussão sobre os detalhes e políticos do Partido Republicano têm falado em desperdício de recursos. Talvez algumas das críticas sejam fundadas, mas um ponto parece indiscutível: o pacote foi concebido como um conjunto de medidas articuladas e com potencial para produzir resultados a longo prazo. Um dos pontos fortes do programa é a destinação de mais de US$ 100 bilhões à educação, para contrabalançar os efeitos imediatos da crise e dar um impulso a uma renovação essencial para o futuro da economia. Falta ver, naturalmente, como serão executadas as várias ações previstas no programa. Mas o conjunto, já se sabe, é muito mais que uma porção de projetos meramente justapostos num pacotão multibilionário. É um bom começo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 14px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Editorial O Estado de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1644837382794697771?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1644837382794697771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1644837382794697771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1644837382794697771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1644837382794697771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/02/um-prudente-otimismo.html' title='Um prudente otimismo'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4908914501997153504</id><published>2009-02-13T05:31:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T05:33:03.814-08:00</updated><title type='text'>Tríplice Fronteira volta a ser preocupação dos EUA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; "&gt;AFP e NYT, Washington&lt;br /&gt;Em audiência no Senado, diretor nacional de Inteligência de Obama[br]menciona região como possível refúgio de terroristas e traficantes&lt;br /&gt;Em sua primeira audiência no Senado americano, o novo diretor nacional de Inteligência dos EUA, o almirante da reserva Dennis Blair, afirmou ontem que o grupo libanês Hezbollah "está presente na Tríplice Fronteira - entre Brasil, Paraguai e Argentina -, região conhecida pelo tráfico de drogas e armas". A atuação do partido libanês, considerado terrorista por Washington, teria sido reforçada pela proximidade entre o Irã e o governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez.&lt;br /&gt;Blair, porém, não deu evidências sobre a presença do Hezbollah na região. Desde o governo de Bill Clinton, Washington aponta para indícios de que o grupo xiita atua na Tríplice Fronteira - preocupação que se estende agora à administração Obama.&lt;br /&gt;A aliança Caracas-Teerã teria também servido de "ponte" para o aumento da influência do Irã na América Latina, declarou o chefe da espionagem americana à Comissão de Inteligência do Senado.&lt;br /&gt;Blair admitiu não saber se o Irã desenvolve atualmente armas nucleares, mas garantiu que Teerã "mantém aberta a possibilidade de produzi-las". Os EUA, disse Blair, ainda avaliam se o programa iraniano para desenvolver armas nucleares - congelado em 2003, segundo relatório divulgado pela CIA no ano passado - foi retomado.&lt;br /&gt;Chávez também deverá seguir dando "refúgio" às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), já que tem uma afinidade "ideológica" e "histórica" com o grupo insurgente, alertou o chefe da espionagem. O líder venezuelano buscaria "influenciar a política colombiana". Mas, segundo Blair, as informações incriminadoras reveladas em um computador que pertencia ao líder guerrilheiro Raúl Reyes, assassinado pela Colômbia em março de 2008, fez Chávez moderar o tom agressivo com Bogotá.&lt;br /&gt;A maior ameaça à segurança dos EUA, entretanto, é a "crise financeira mundial e suas implicações geopolíticas", disse o almirante da reserva. A tormenta econômica levaria países frágeis a uma instabilidade política ainda maior. "Quanto mais longa for a crise, maior será a ameaça aos interesses estratégicos americanos", alertou.&lt;br /&gt;Mas, segundo o novo chefe da espionagem, o risco representado pela Al-Qaeda diminuiu em 2008 e hoje o grupo terrorista de Osama bin Laden é "menos e efetiva". Apesar do enfraquecimento do grupo, os EUA ainda continuam vulneráveis a ataques dentro de seu território.&lt;br /&gt;Blair afirmou que os esforços de guerra dos EUA e das forças da Otan não foram capazes de conter a ascensão do Taleban no Afeganistão e Paquistão. Fraco e corrupto, o governo do presidente Hamid Karzai seria incapaz de conter a insurgência, cada vez mais popular entre senhores da guerra da região.&lt;br /&gt;Nenhuma evolução seria possível sem a presença do Exército paquistanês na fronteira com o Afeganistão, mas Islamabad teria perdido autoridade sobre zonas tribais, declarou Blair. Com a perda de espaço, o radicalismo islâmico estaria "em alta" no Paquistão. Ele revelou que "um alto membro da Al-Qaeda" foi recentemente morto no Paquistão por um avião não-tripulado da CIA. Mas o desmantelamento do grupo não pode ser feito apenas com ataques aéreos, alertou.&lt;br /&gt;Com relação à Coreia do Norte, Blair disse que o país comunista só usará duas armas nucleares se se sentir ameaçado, mas acusou Pyongyang de exportar mísseis a vários países do Oriente Médio, entre eles o Irã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; font-size: 14px;"&gt;O ESTADO DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4908914501997153504?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4908914501997153504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4908914501997153504&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4908914501997153504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4908914501997153504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/02/triplice-fronteira-volta-ser.html' title='Tríplice Fronteira volta a ser preocupação dos EUA'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6188489379268650613</id><published>2009-02-02T05:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-02T05:52:48.608-08:00</updated><title type='text'>Resist industry pressure to dilute green reform: U.N.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SYb6mQSHJkI/AAAAAAAAAJg/1hlIv8e4-mo/s1600-h/download.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SYb6mQSHJkI/AAAAAAAAAJg/1hlIv8e4-mo/s320/download.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298197546760873538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 15px; font-family:arial;font-size:13px;"&gt;&lt;div id="resizeableText"  style=" overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; margin-top: 12px; font-size:13px;"&gt;&lt;p  style=" margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family:verdana, helvetica, sans;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;By Krittivas Mukherjee&lt;/span&gt;&lt;span id="midArticle_byline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;NEW DELHI (Reuters) - Industries are pressing governments worldwide to dilute policies on climate change, but the world must not slacken the fight for a "structural shift" to a green economy, the U.N. climate panel chief said on Friday.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Calling the global economic downturn "a major distraction," R.K. Pachauri said even countries such as Germany, which was among those leading the climate change war, were under pressure.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"There is a lot of pressure from business and industry now on the leadership to see that they cut back on some of the professed commitment that they have articulated in the past," said Pachauri, the head of the Nobel Prize-winning U.N climate panel.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_3"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Many industrialized nations are shelving ambitions for the deepest cuts in greenhouse gas emissions by 2020 as economic slowdown overshadows the fight against climate change.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_4"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;But, the election of &lt;a href="http://www.reuters.com/news/globalcoverage/barackobama" title="More on Barack Obama's campaign for the 2008 Election" style="color: rgb(0, 90, 132); text-decoration: none; "&gt;Barack Obama&lt;/a&gt; as the new U.S. president, has tempered the gloom, Pachauri said.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_5"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;For many nations, Obama's election is reason for optimism -- many U.S. allies accuse his predecessor George W. Bush of doing too little to diversify away from fossil fuels. China and the United States are the top greenhouse gas emitters.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_6"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"They are very proactive on this issue," Pachauri told a news conference.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_7"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"But it will take them a little time to sort of get all the nuts and bolts together, though I think the speed at which the new administration is moving gives you some reassurance that things will happen in the right direction."&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_8"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Obama has spoken of a "planet in peril" and says he will cut U.S. emissions back to 1990 levels by 2020 -- they have risen about 14 percent since then -- followed by far deeper cuts to 80 percent of 1990 levels by 2050.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_9"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;He is also pushing for massive stimulus packages that should help a shift from fossil fuels by creating "green" jobs.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_10"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Pachauri rejected suggestions that cheaper oil could undermine the move to cleaner fuel, saying record high prices in the last year have created a lasting interest in energy conservation and green fuel.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_11"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"This time around people have learnt a lesson," he said.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_12"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"Anyone who understands the oil market, the energy market would know that we shouldn't be fooled by the current lull in prices.&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_13"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;"Look, we can not afford to wait much longer...otherwise we are going to create problems that would become intractable and almost impossible to solve in the future."&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_14"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;(Editing by David Fox)&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_15"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;span id="midArticle_16"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="linebreak" style="clear: both; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; margin-top: -1px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-size: 1px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pageNavigation" style="text-align: right; font-size: 12px; color: rgb(153, 153, 153); margin-top: 6px; margin-right: 0px; margin-bottom: 6px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p id="copyrightNotice" class="copyright" style="font-size: 11px; color: rgb(153, 153, 153); margin-bottom: 10px; "&gt;© Thomson Reuters 2009 All rights reserved&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6188489379268650613?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6188489379268650613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6188489379268650613&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6188489379268650613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6188489379268650613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/02/resist-industry-pressure-to-dilute.html' title='Resist industry pressure to dilute green reform: U.N.'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SYb6mQSHJkI/AAAAAAAAAJg/1hlIv8e4-mo/s72-c/download.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-845115438863609414</id><published>2009-01-29T11:00:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T11:36:29.483-08:00</updated><title type='text'>Old Macdonald gets some cash</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;by John Parker&lt;br /&gt;from The Economist's "The World in 2009"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;After the year of food crisis, the years of the farmer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2008, food-price rises sent tens of millions tumbling into the direst poverty. Those same higher prices mean that, in 2009, farmers will grow bumper crops. Bigger harvests will, in turn, moderate the price rises, giving belated relief to hard-pressed consumers. But although prices will fall back somewhat, the upshot will be that, in many countries (not all), farmers will produce good crops at prices higher than they have been used to for 20 years. In the year ahead, markets in sworld farming will begin to move back towards equilibrium.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The process is under way. According to the Unite Nations Food and Agriculture Organisation, the world wheat harvest in 2008 may have ben some 9% above the 2007 level; total grains (rice, maize and the like) were about 4% up. These increases were achieved even though farmers are risk-averse: it usually takes them a season or two to respond fully to higher prices. The supply response will spedd up in 2009. The International Grains Council, a trade body, reckons the 2008-09 season will see rises of between 4% (for total graisn) and 11% (for wheat). Barring unforeseeable droughts or floods, both the wheat and cereals harvests in 2009 will set records.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are three reasons for these improvements. One is that countries are at last getting rid of the self-defeating anti-farmer policies that they imposed at the height of panic over rising food prices in early 2008. Thirty countries implemented measures like export restrictions (to increase domestic supplies and food-price controls. These policies caused the worst of all worlds: they did little to reduce prices at home; they increased world prices (by 40%, in the case of rice); and local farmers were cut off from international markets. As supplies rise, countries will feel confident enough to get rid of these state-sponsored perversities. Kazakhstan (one of the top ten wheat exporters) has allowed it wheat export ban to expire. Russi lifted taxes on wheat. More countries will folow.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Second, markets will do what they always do: encourage investment into areas where the returns are good. Farming is no exception. The share prices of farm-machinery makers outperformed the stock markest's (admittedly miserable) averages in 2007 and 2008. Agricultural land prices in Britain rose by their fastest recorded amount in 2008. It is true that this is not always a sign of good health: soaring land prices in America in the early 1980s bankrupted many farmers who borrowed too heavily to buy land. But this time, in combination with other indicators, they suggest rising confidence in the future of agriculture.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Most important, higher prices seem o have changes the attitudes of governments in developing countries. This matter because public investment in farming underpins rural productivity there. Public investment has been declining for years but the decline has been reversed in the biggest countries. China's government increased central budget spending on agriculture by a stunning 30% in 2008, and has promised to boost it further. In his 2008 budget, India's finance minister said capital formation in agriculture needed to rise to 16% of natinal income by 2012 (from 12.5% in 2007). Of course, it is one thing for governments to make promises, another to deliver on them. Still, after many years of suffering from neglected irrigation, bad rural roads, intermitent or non-existent electricity and so on, farmers in emerging markets can hardly fail to benefit from the renewed attention.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Over the past dozen years, world farm output has barely kept pace with increased demand. In the past three years, output actually fell short: the world was eating more food than it grew. In 2009 output will surge ahead again, relieving some of the pressure on developing countries that, in 2008, caused the first global outbreak of food riots for more than 30 years. But it will not provide much relief. The forces behind the increase in demand - a growing appetite for meat in fast-growing countries such as China and India, policies encouraging the production of fuel from crops, especially America - have not abated. They will keep prices from falling back to anywhere near the levels of the early 2000s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2008, the World Bank reckoned that higher food prices drove 100m people into poverty. That may have been a bit of an exaggeration because many rural parts of developing countries also benefited from dearer food. But the urban poor suffered a great deal and the majority of developing countries were hit by higher inflation and lower living standards. The good news is that 2009 will be a years of recovery for farmers. But it will take more than a year for the world as a whole to recover from the food crisis of 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-845115438863609414?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/845115438863609414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=845115438863609414&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/845115438863609414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/845115438863609414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/old-macdonald-gets-some-cash.html' title='Old Macdonald gets some cash'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-74179426800618156</id><published>2009-01-29T05:12:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T05:13:21.173-08:00</updated><title type='text'>Now the hard part: converting the Obama clean energy vision to reality</title><content type='html'>Much of the world stood on 20 January 2009 to watch as the US made history by swearing in the country’s first African-American President.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hopes and expectations for the charismatic new President are exceptionally high across the US and the world. President Barack Obama appears to be off to a fast start with no less than 73% of the American public approving of the job he’s doing so far, according to one recent poll. It seems the US was overdue for "Change".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apart from perhaps the banks and the automakers, no industry is looking more expectantly to the new Obama administration for help than clean energy. Three weeks ago, the President promised to double US clean energy capacity in the next three years. Then last week details began to emerge of the USD 825bn economic stimulus package Democrats hope to pass with support from the President.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The amount devoted to clean energy, energy efficiency, and smart grid efforts – at least USD 78bn by our count – is impressive. Not all that can possibly be put to work immediately, of course. Thus the package represents a major long-term US commitment to growing clean energy in the US.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Of course, just how much the clean energy sector will ultimately benefit remains to be hashed out in coming weeks as leaders of the House of Representatives and Senate get down to actually passing the bill. But Capitol Hill appears off to a fast start as well.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Last week, three committees in the House approved the overall bill in three pieces. Those disparate chunks are expected to be melded into a single bill then debated on the House floor as soon as 28 January.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The House version of the bill really is a dream come true for the developers of clean energy projects in the US. First, it extends the key Production Tax Credit for wind projects for three years (currently, it’s due to expire at the end of 2009). Second, it allows developers to opt to exploit the more generous and lower-risk Investment Tax Credit, rather than the PTC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Third, it allows investors to apply their renewable energy tax credit investments in 2009 toward their tax liabilities going back up to five years. Fourth, it establishes a new loan-guarantee programme intended to make capital cheaper and more plentiful for clean energy projects.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fifth, and most importantly, it allows project developers to forego the benefit of the PTC/ITC altogether and instead receive the equivalent benefit in the form of a cash grant via a programme administered by the US Department of Energy. This last solution was promoted most aggressively by wind and solar lobbyists during the interregnum between Obama’s election and his inauguration.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Majority parties tend to run things with an iron fist in the House and the current Democrat leadership is no exception. Speaker Nancy Pelosi seems set on passing her chamber’s version of the stimulus bill basically “as is” this week. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So, that’s the good news for clean energy. The bad news is it takes two to tango in Congress – the House and the Senate. At press time, the actual text of the Senate’s version of the stimulus bill is not available. But it appears clear that at least one major component of the House bill did not make the cut in the Senate: the DOE grant programme, which would allow even unprofitable developers to receive the equivalent benefit of the current federal tax credits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This puts current clean energy advocates in a relatively tough spot. On the one hand, the legislation that’s been presented so far deserves no small amount of praise. Wind and solar industry lobbyists must take care to express gratitude to Obama and Congressional Democrats for what is clearly the most ambitious policy effort ever in the US to promote clean energy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the other, the DOE grants programme is regarded as critical. The current lack of profitability among major banks and other financial institutions makes tax equity investing relatively pointless. Appropriating tens of billions of dollars to clean energy without the grants is the equivalent of turning the water tap on but not unkinking the hose, industry lobbyists argue. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By Washington standards, the economic stimulus legislation is moving through Congress at light speed and a final version of the bill is expected on Obama’s desk by mid-February. That means clean energy industry advocates will have to mobilise exceptionally fast if they hope to see the grant programme in law. Let the back-room dealing and arm twisting begin! It seems the more things "Change", the more they stay the same in Washington.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-74179426800618156?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/74179426800618156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=74179426800618156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/74179426800618156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/74179426800618156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/now-hard-part-converting-obama-clean.html' title='Now the hard part: converting the Obama clean energy vision to reality'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-758746346031589958</id><published>2009-01-28T10:46:00.000-08:00</published><updated>2009-01-28T10:49:21.649-08:00</updated><title type='text'>Building on the B in BRIC</title><content type='html'>by Luiz Inácio Lula da Silva&lt;br /&gt;from The Economist's "The World in 2009"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Upon first taking office in 2003, I pledged to end hunger in my country. Under the “zero Hunger” banner, I put poverty-eradication and the alleviation of inequality at the forefront of the government action. I was convinced that without dealing squarely with these two evils, it would be impossible to overcome centuries of economic backwardness and political unrest&lt;br /&gt;After nearly six years, much progress has been made. The number of very poor in Brazil has been slashed in half. The middle class is now a majority, 52% of the population&lt;br /&gt;There is no cause for complacency. Many Brazilians are still unable to support themselves with dignity. Yet Brazilian society’s response to eliminating social and economic deprivation is an indication of the profound changes the country is undergoing. Brazil has never been in a better position to meet the challenges ahead and is fully aware of its growing global responsibilities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A global agenda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brazil’s ethanol and biodiesel programmes are a benchmark for alternative and renewable fuel sources. Partnerships are being established with developing countries seeking to follow Brazil’s achievements – a 675m-tonne reduction of greenhouse-gas emissions, a million new jobs and a drastic reduction in dependence on imported fuels coming from dangerously small number of producer countries. All of this has been accomplished without compromising food security, which, on the contrary, has benefited from rising agricultural output.&lt;br /&gt;Food scarcity threatens to undermine our achievements in reducing world poverty. Brazil is expanding agricultural production, reinforcing the country’s position as the world’s second-largest food exporter. At the same time, the pace of deforestation in the Amazon has been reduced by half, an indication that Brazil’s modern agro-industry poses no threat to the rainforest. We are setting up offices in developing countries interested in benefitting from Brazilian know-how in this field.&lt;br /&gt;The replication in Latin America and Africa of many Brazilian social initiatives, including the Zero Hunger and HIV-AIDS programmes, is proof that the Millennium Development Goals are attainable at a relatively low cost. The antiretroviral manufacturing plant Brazil is set to open in Mozambique in 2009, for example, will help Africa to fight the HIV-AIDS epidemic.&lt;br /&gt;In tackling climate change, collective action is the only way forward. The question-mark around the relevance of the G8 and the unreformed Security Council – not to mention the Bretton Woods institutions – highlights that it is no longer possible to exclude major emerging economies from the debate on issues of paramount importance to the global agenda. Greater democracy in international decision-making is essential if truly effective answers to global challenges are to be found. The magnitude of the current financial crisis, for instance, requires a vigorous response from the multilateral institutions.&lt;br /&gt;Brazil remains committed to the successful conclusion of the Doha round. We wish to eliminate barriers to international trade that strangle the productive potential of countless countries in Asia, Africa and Latin America. I have been in direct contact with leaders from some of the main players – the United States, India, China, Indonesia, Britain – and believe we still have a real chance to achieve a breakthrough on the relatively minor outstanding issues.&lt;br /&gt;The industrialized world should take the lead in reducing greenhouse-gas emissions and provide support for the developing nations to follow, but without having to compromise on domestic growth. Similarly, intellectual property protection cannot take precedence over the ethical imperative of ensuring that poor populations have access to life-saving drugs.&lt;br /&gt;Implementing this agenda requires a new, more transparent, and rule-base international system. To this end, Brazil joined India and South Africa in establishing IBSA, an association of the three major democracies of the global South focusing on co-operation and development issues. Within the framework of the BRIC countries (Brazil, Russia, India and China) and of the expanded G8, Brazil seeks to help identify the role of these emerging players in the unfolding multipolar order.&lt;br /&gt;We have also joined our neighbors in setting up the Union of South American Nations (UNASUL), which aims to enhance regional integration and to ensure a stronger international presence for our block. UNASUL is setting up an energy plan, a defence council and a development bank.&lt;br /&gt;Through such initiatives we will enhance dialogue and improve the mechanisms required to reinvigorate multilateralism. Most of all, we will strengthen our capacity to join hands in building a more peaceful, just and prosperous future to all.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-758746346031589958?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/758746346031589958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=758746346031589958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/758746346031589958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/758746346031589958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/building-on-b-in-bric.html' title='Building on the B in BRIC'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3284662728309637409</id><published>2009-01-20T04:41:00.000-08:00</published><updated>2009-01-20T04:44:46.536-08:00</updated><title type='text'>Com posse de Obama, EUA começam a mudar em estilo e conteúdo</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Primeiro negro a chegar à presidência da maior potência do planeta tem como desafio recuperar a economia e reconstruir o multilateralismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fernando Dantas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pode afirmar que o 44º presidente dos EUA, Barack Obama, que toma posse hoje, conseguirá promover as mudanças capazes de satisfazer as imensas expectativas de seus eleitores americanos e simpatizantes. É certo, porém, que haverá uma alteração drástica no estilo e no conteúdo do governo americano no momento em que George W. Bush passar o comando para o primeiro negro a chegar à presidência da maior potência do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;link Siga a cobertura online da posse, ouça analistas e veja trajetória de Obama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas mudanças esperadas são a volta do multilateralismo na política externa, a maior intervenção do Estado e transparência na economia, e uma tentativa de unir os EUA em torno de uma agenda interna de profundas reformas em setores como saúde, política energética e meio ambiente. Na economia e nas reformas, Obama gostaria de construir ao menos uma base mínima de consenso bipartidário. Tudo isso contrasta com o governo sectário, belicista e conservador de Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ato da política econômica de Obama será um ataque mais direto e avassalador para tentar tirar o país da maior crise desde a Grande Depressão. Mas o novo presidente terá como desafio mostrar que é capaz de realizar gastos superiores a US$ 1 trilhão previstos no plano de estímulo fiscal, com um nível inédito de transparência. "O povo americano vai saber para onde está indo o precioso dinheiro dos seus impostos", prometeu Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa já começa pressionada pelo confronto em Gaza, cujo frágil cessar-fogo não deve aumentar em quase nada o espaço de manobra de Obama e da secretária de Estado, Hillary Clinton. Os primeiros passos em relação ao conflito serão analisados com lupa pelos que acreditaram no compromisso de Obama de enterrar o unilateralismo belicista de Bush. No entanto, provavelmente não há nenhum outro desafio de política externa no qual seja tão difícil aplicar a parcela de "poder brando", contida na estratégia de "poder inteligente" que Hillary assumiu como eixo estratégico da sua gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder brando consiste na persuasão, por meio da diplomacia e do magnetismo da cultura e da influência americanas. Junto com o "poder duro" da superioridade militar e a ajuda financeira direta (ou a suspensão de sanções econômicas), o poder brando compõe o arsenal da "caixa de ferramentas" do poder inteligente. Obama e Hillary, porém, sinalizaram que vão manter a posição de Bush de não negociar com o Hamas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Podem mudar as pessoas encarregadas, pode haver outras mudanças simbólicas, mas vai haver continuidade na política americana (em relação ao conflito) porque a realidade objetiva dos fatos não vai mudar", diz Robert Lieber, professor de Relações Internacionais da Georgetown University, em Washington. Já Aaron Miller, do Centro Woodrow Wilson em Washington e ex-negociador americano no Oriente Médio, prevê mudanças na abordagem do conflito, já que Obama "levará a diplomacia a sério".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas relações com o Irã, os sinais de uma mudança estratégica na direção do emprego do poder inteligente são mais promissores. Em sua sabatina no Senado, Hillary manteve as acusações de que o país islâmico busca possuir armas nucleares, mas acrescentou que vai tentar um "engajamento" com o Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na política interna, Obama, além do esforço inicial para aprovar no Congresso e implementar o pacote de estímulo fiscal, tem pela frente sua agenda de compromissos de campanha, que inclui pontos como uma profunda reforma do sistema de saúde. Juntamente com uma série de outros compromissos - da política em relação aos homossexuais nas Forças Armadas à desativação do presídio de Guantánamo -, as reformas compõem um programa ambicioso de mudanças de grande apelo para o eleitorado mais à esquerda de Obama. Não é surpresa, portanto, que já haja desconforto desses setores com sinais de que o novo governo pode andar mais devagar nesses temas, por causa da prioridade conferida à economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, como observa George Edwards, cientista político da Universidade A&amp;M do Texas, a energia política desse eleitorado é fundamental para aquela que talvez seja a mais inovadora das mudanças pretendidas por Obama: "Ele vai tentar manter as organizações de base popular que participaram na sua campanha como grupo de pressão a favor da sua agenda econômica e de reformas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras mudanças, diz o acadêmico, serão a tentativa de atrair o apoio de republicanos e a nomeação de poderosos assessores responsáveis por áreas como economia, energia e meio ambiente. Quanto ao esforço na direção do bipartidarismo, Edwards é cético: "Ele vai ter mesmo é de contar com o Partido Democrata."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3284662728309637409?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3284662728309637409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3284662728309637409&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3284662728309637409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3284662728309637409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/com-posse-de-obama-eua-comeam-mudar-em.html' title='Com posse de Obama, EUA começam a mudar em estilo e conteúdo'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-9032803524481875511</id><published>2009-01-19T18:13:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T18:14:04.817-08:00</updated><title type='text'>Sim, a crise ainda vai piorar...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;...mas não será desta vez que veremos o fim do capitalismo. Milhões de chineses, indianos, brasileiros e outros continuarão a ser participantes mais ativos no mercado do que jamais foram anteriormente e a impulsionar a economia global&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Moisés Naím*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTAL EXAME  O derretimento financeiro global é tão surpreendente quanto foram os ataques de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas. Afora isso, as duas calamidades são bem diferentes. O crash financeiro terá, indubitavelmente, conseqüências mais amplas, prejudicando mais pessoas em mais países. No entanto, o 11 de Setembro e o que veio em sua esteira podem oferecer um estudo de caso de algumas armadilhas a evitar quando uma calamidade dessas proporções acontece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição mais importante do atentado terrorista em Nova York talvez seja que a reação dos Estados Unidos aos ataques teve conseqüências mais profundas do que os próprios ataques. Choques como o 11 de Setembro costumam provocar - na verdade, exigem - reações governamentais intensas, mas as conseqüências dessas reações persistem até muito depois do evento inicial. Essa lição se aplicará ao crash em curso: leis, instituições, restrições e incentivos motivados pelo salvamento do sistema financeiro moldarão nossas vidas por muito tempo depois que os efeitos da crise das hipotecas subprime se dissiparem. O perigo é que respostas governamentais desproporcionais ou mal concebidas possam exacerbar os problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerem-se os desdobramentos inesperados da invasão do Iraque: o fortalecimento do Irã, o ressurgimento do Talibã e a menor capacidade de liderança dos Estados Unidos em tempos de crise global. No Iraque, onde os problemas mais espinhosos afloraram após uma ocupação militar bem-sucedida, também agora a administração pós-salvamento será crítica. O pesadelo do Iraque foi ampliado pelos erros cometidos em estratégia, provimento de pessoal, execução e controle dos esforços após a invasão. Da mesma maneira, o resgate financeiro poderá ser solapado por erros no desembolso dos fundos ou mesmo no provimento de pessoal das agências encarregadas de levar o salvamento adiante. Um dos legados dos ataques terroristas de 2001 foi o Departamento de Segurança Nacional, um mastodonte burocrático que virou um caso exemplar de reorganização falha após diretrizes vagas do Congresso adotadas às pressas. Um monstro burocrático parecido, originado por impulsos desesperados idênticos, pode surgir em conseqüência dessa crise financeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lição do 11 de Setembro é que os Estados Unidos precisarão de toda a ajuda que puderem obter de outros países para gerir a crise financeira. Embora tanto o ataque terrorista quanto o crash das hipotecas subprime tenham ocorrido em solo americano, suas ramificações internacionais são enormes. Apesar de os contribuintes americanos terem de ficar com o ônus tanto do salvamento quanto de suas conseqüências, a assistência de autoridades reguladoras do Reino Unido à China será indispensável. De fato, uma lição do atentado ao World Trade Center é que a coordenação em níveis técnicos pode ser mais importante que declarações retóricas de chefes de Estado. Em 2001, enquanto o Congresso americano substituía as “batatas francesas” (como são chamadas as batatas fritas nos Estados Unidos) por “batatas da liberdade” e malhava a França por sua oposição à guerra no Iraque, as agências de inteligência dos dois países colaboravam de maneira estreita e eficaz. O mesmo aconteceu com outros serviços de inteligência em países cujos líderes faziam discursos ferozes denunciando o unilateralismo americano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colaboração técnica de burocratas governamentais - mantida por períodos longos e fora dos holofotes da mídia - será tão importante para sairmos bem desta crise financeira quanto a das cúpulas presidenciais. A maneira como os dirigentes de bancos centrais em Pequim e Moscou coordenarão as ações com seus congêneres em Washington e Frankfurt será um fator determinante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro paralelo entre o 11 de Setembro e a crise financeira é que recursos públicos que não estavam disponíveis para outras necessidades importantes (sistema de saúde, educação, pobreza) de repente se materializam. A gravidade da ameaça e a necessidade de agir rápida e energicamente provocam um clima no qual se torna aceitável - e até desejável - tomar decisões em que dinheiro não é problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa desconsideração por restrições orçamentárias é uma manifestação de outro ensinamento do atentado: o entusiasmo por “um novo paradigma” e o desdém por idéias e instituições antigas. A convicção de que uma nova realidade tornou obsoletos princípios e idéias antes cultivados é perigosa. Ela conduz à suposição de que tudo é possível, de que as velhas idéias já eram e de que conceitos absolutamente novos e não testados são indispensáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idéias ousadas, temerárias até, são buscadas e celebradas. Essa abordagem nos trouxe não só a guerra no Iraque como o centro de detenção na baía de Guantánamo, a erosão das liberdades civis, o desprezo pelas convenções de Genebra e a depreciação de mecanismos normalmente usados para controlar gastos públicos, vistos como incômodos burocráticos inaceitáveis. Agora, o salvamento financeiro nos dará a maior empresa financeira estatal do planeta, mudanças drásticas nos regulamentos do mercado e um sistema bancário que terá pouca semelhança com o que existia há poucos meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca de um novo paradigma para substituir crenças e instituições pré-crash está levando muitos a concluir que o capitalismo em estilo americano está morto. “A idéia de um mercado todo-poderoso sem nenhuma regra e sem intervenção política é insana”, disse o presidente francês, Nicolas Sarkozy, acrescentando que “a auto-regulação terminou. O laissez-faire terminou”. Henry Paulson, secretário do Tesouro americano, concordou: “O capitalismo bruto terminou”. Com toda a certeza, o crash revelou a necessidade de fiscalização e de regulamentações financeiras mais eficazes. Mas a adoção dessas medidas não marcaria o fim do capitalismo. Milhões de chineses, indianos, brasileiros e outros continuarão a ser participantes mais ativos na economia global do que jamais foram anteriormente. E companhias de Seattle a Taipé e a Lyon continuarão inovando e investindo, comprando e vendendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inevitavelmente, a crise financeira será vista como mais um sinal de que os Estados Unidos estão em declínio: “Os americanos perderão seu status de superpotência do sistema financeiro mundial. O mundo jamais será o mesmo”, disse o ministro alemão da Fazenda a seu Parlamento no fim de setembro. Quase as palavras exatas pronunciadas após o 11 de Setembro. Mas, apesar de o mundo certamente ter mudado, ele o fez de muito menos maneiras que os comentaristas previam. Sim, esta crise financeira vai transformar profundamente a economia global e terá conseqüências mais profundas e mais duradouras que os atentados às torres. Mas ela nem marca o fim do capitalismo nem o início do fim dos Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;*Moisés Naím é editor-chefe da revista Foreign Policy&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-9032803524481875511?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/9032803524481875511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=9032803524481875511&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/9032803524481875511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/9032803524481875511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/sim-crise-ainda-vai-piorar.html' title='Sim, a crise ainda vai piorar...'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7916459699705194101</id><published>2009-01-15T09:49:00.000-08:00</published><updated>2009-01-15T09:57:46.704-08:00</updated><title type='text'>Common Wealth - Economics for a crowded planet by Jeffrey S. Sachs</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW95E9NY6VI/AAAAAAAAAI8/-Zr3y7sxh_4/s1600-h/3234902.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 123px; height: 180px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW95E9NY6VI/AAAAAAAAAI8/-Zr3y7sxh_4/s320/3234902.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291581213240781138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li esse livro em agosto do ano passado, quando a edição traduzida ainda não havia sido publicada. É o último livro do economista pop-star Jeffrey Sachs. Ouvi dizer que este é melhor que seu antecessor, "O Fim da Pobreza, que pretendo ler em breve. Assim que possível farei uma resenha comparando-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopses da Livraria Cultura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Neste ensaio, o autor mostra aos leitores que já existem políticas alternativas prontas para serem implementadas - mas será necessária uma cooperação global entre nações, empresas e cidadãos conscientes para que o planeta chegue à metade deste século estabilizado, próspero e ambientalmente sustentável."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inglês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The central theme of Jeffrey Sachs's new book is that we need a new economic paradigm-global, inclusive, cooperative, environmentally aware, science based- because we are running up against the realities of a crowded planet. The alternative is a worldwide economic collapse of unprecedented severity. Prosperity will have to be sustained through more cooperative processes, relying as much on public policy as on market forces to spread technology, address the needs of the poor, and to husband threatened resources of water, air, energy, land, and biodiversity. The 'soft issues' of the environment, public health, and population will become the hard issues of geopolitics. New forms of global politics will in important ways replace capital-city-dominated national diplomacy and intrigue. National governments, even the United States, will become much weaker actors as scientific networks and socially responsible investors and foundations become the more powerful actors."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7916459699705194101?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7916459699705194101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7916459699705194101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7916459699705194101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7916459699705194101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/common-wealth-economics-for-crowded.html' title='Common Wealth - Economics for a crowded planet by Jeffrey S. Sachs'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW95E9NY6VI/AAAAAAAAAI8/-Zr3y7sxh_4/s72-c/3234902.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6216506277738984527</id><published>2009-01-15T07:10:00.000-08:00</published><updated>2009-01-15T07:14:02.872-08:00</updated><title type='text'>Na Venezuela, bonança acabou</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW9ShB01iAI/AAAAAAAAAIs/8ckT97tsRPg/s1600-h/flag-of-venezuela.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW9ShB01iAI/AAAAAAAAAIs/8ckT97tsRPg/s320/flag-of-venezuela.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291538814562830338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Estado de S. Paulo - SP - Economia &amp; Negócios - 15/01/2009&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nem as artimanhas orçamentárias, nem os discursos revolucionários do presidente Hugo Chávez evitarão que a economia da Venezuela seja castigada pela crise mundial. Produção e exportação de petróleo e investimentos privados serão afetados, na análise do economista Abelardo Daza, do Instituto de Estudos Superiores de Administração, de Caracas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o período de crescimento reduzido, escalada inflacionária e desequilíbrio nas contas públicas que começará neste ano será mais longo na Venezuela que nos demais países da região. Dificilmente, calcula ele, o país começará a se recuperar antes de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Venezuela será um poço de problemas econômicos e políticos para Hugo Chávez. A fase de bonança terminou, segundo prevê Daza. “O processo de desaceleração, de qualquer maneira, seria natural pelo esgotamento do modelo. Mas, com a crise e a linha macroeconômica seguida, a Venezuela viverá com taxas de crescimento de 1% e até de 0% por alguns anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora ele não preveja um quadro caótico em 2009, o cenário será bem diferente do verificado no passado recente, quando o país obteve taxas de crescimento expressivas - de 10,3% (2006), de 8,4% (2007) e de 6% (2008). A inflação continuará acima de 20% ao ano: em 2008, subiu a 27,2%, e em 2009 deverá alcançar 33,5%, nas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI). As contas públicas, nos cálculos de Daza, mergulharão em déficit de 4,5% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse cenário tende a se repetir até o fim de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;REFORMA TRIBUTÁRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda da arrecadação de impostos do setor petroleiro, que responde por 60% da receita, provocou a expectativa de uma guinada na política de redução da carga tributária adotada pelo governo Chávez nos últimos anos. Está em estudo a adoção de uma versão caraquenha da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) brasileira, extinta em 2008. Trata-se de um imposto de 2% sobre o valor das despesas com cartões de crédito e dos saques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chávez deve optar ainda por um corte nos investimentos em infraestrutura entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano. Essas são alternativas a um corte pesado nos gastos correntes - iniciativa da qual o presidente se esquiva, pelo impacto direto no eleitorado de baixa renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise pega em cheio a Venezuela por causa da dependência do petróleo.O orçamento de 2009, que prevê despesas de US$ 74,6 bilhões, foi montado com base em US$ 60 por barril. Na semana passada, a cotação ficou em torno de US$ 50. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, com o pacto da Organização dos Países Exportadores de petróleo (Opep) para evitar maior queda dos preços, o governo Chávez anunciou na semana passada a redução de 364 mil barris diários na produção. Com a queda da demanda de seu principal comprador, os Estados Unidos, a situação pode ficar pior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6216506277738984527?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6216506277738984527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6216506277738984527&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6216506277738984527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6216506277738984527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/na-venezuela-bonana-acabou.html' title='Na Venezuela, bonança acabou'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SW9ShB01iAI/AAAAAAAAAIs/8ckT97tsRPg/s72-c/flag-of-venezuela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2848089441481323011</id><published>2009-01-12T04:32:00.000-08:00</published><updated>2009-01-12T04:35:23.872-08:00</updated><title type='text'>Começou o jogo da sucessão</title><content type='html'>O ano político já está em curso. O centro das atenções é o presidente da República, que trabalha para encerrar seu mandato em alto estilo num ambiente de incerteza econômica internacional. Para ele, é essencial manter a popularidade alta em 2009, combustível para eleger o sucessor em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante entender a situação com a qual se defronta um presidente da República – sem possibilidade de reeleição – em final de mandato. O pior de todos é o “cenário Sarney”, que há 18 anos deixou o Planalto desprestigiado e abandonado por todos. O melhor é o de popularidade alta mesclada a um sentimento de saudade e expectativa de retorno, como aconteceu com Itamar Franco em 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar o primeiro, a manutenção da popularidade é essencial. Tanto para manter a capacidade de ajudar o candidato governista quanto para conservar um mínimo de coesão da base política no apoio ao governo. Em final de mandato, há um crescente desinteresse pelo que faz o presidente, na mesma medida que se forma uma densa nuvem de nostalgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preparo de uma boa retirada depende da pilotagem do governo nos próximos meses. Já não basta o “piloto automático” da economia. Até pelo fato de que a economia não será mais a fonte de satisfação garantida. Para evitar uma recessão, Lula e sua equipe vão ter que demonstrar perícia em vários campos e, com certeza, uma boa dose de imediatismo. Para o bem e para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o quadro, necessidades e desafios e, sobretudo, o fato de que o jogo da sucessão já está sendo jogado, as ações do governo em 2009 devem seguir as seguintes linhas básicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Políticas de controle da inflação&lt;br /&gt;- Manutenção de programas sociais&lt;br /&gt;- Ofertas de isenções tributárias específicas&lt;br /&gt;- Ampliação de linhas de crédito para setores influentes&lt;br /&gt;- Política seletiva de aumentos de salários&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2848089441481323011?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2848089441481323011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2848089441481323011&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2848089441481323011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2848089441481323011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/comeou-o-jogo-da-sucesso.html' title='Começou o jogo da sucessão'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3566997164276443363</id><published>2009-01-09T04:31:00.000-08:00</published><updated>2009-01-09T04:43:50.110-08:00</updated><title type='text'>Looking forward to 2009?</title><content type='html'>Um blog (&lt;a href="http://rodrik.typepad.com"&gt;http://rodrik.typepad.com/&lt;/a&gt;) que eu costumo ler é o do Prof. Dani Rodrik, economista e diretor do curso de International Development na Harvard Kennedy School of Government. Nesses tempos de crise, ele é um dos caras mais ponderados, uma mente equilibrada dentro do espectro que abrange os economistas do apocalipse de um lado e os economistas brasileiros do outro (iirc!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo segue trecho de sua postagem de 31 de dezembro, no qual explica em formato de perguntas e respostas o que devemos esperar desse novo ano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here are four things that will determine how much doom and gloom is yet to come:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Will the U.S. policy response be “bold” enough?&lt;/span&gt; Barack Obama has promised that it will be, echoing at least part of FDR's famous call for “bold, persistent experimentation” at the height of the Great Depression in 1932. In particular, he will need to go beyond Keynesian policies of fiscal stimulus to heal the deep wounds to economic confidence that lie at the root of the present crisis. So far, confidence-building measures have been limited to financial markets,  but the needs of Main Street are no less important. Workers who worry about being laid off are unlikely to go on a spending spree regardless of how much money fiscal stimulus puts in their pockets. Just as banks are hoarding cash, households will try to preserve wealth by increasing their saving. To counter this, incentives targeted directly at preserving employment will have to be part of the solution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Will Europe get its act together?&lt;/span&gt; This could have been Europe’s moment. After all, the crisis originated in the U.S. and left American policy focused on its domestic troubles, opening up room for global leadership by others. Instead, the crisis has demonstrated the deep divisions within Europe—on everything from financial regulation to the requisite policy response. Germany has dragged its feet on fiscal stimulus, stymieing what should have been the second leg of a globally-coordinated fiscal action plan. Alas, the best that can be hoped at this stage is that Europe will not undermine the global fiscal stimulus which even the International Monetary Fund—the guardian of fiscal orthodoxy—regards as absolutely essential.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Will China hold together? &lt;/span&gt;China is a country of enormous tensions and cleavages beneath the surface, and these will find more occasion to erupt into open conflict in difficult economic times. Experts on China differ in their estimate of the rate of economic growth the country needs to create employment for the millions that flock into its urban areas every year. But it is virtually certain that China will fall short of this threshold in 2009. The question is whether policy actions to date will do enough to stem a socially and politically dangerous slowdown in the economy.  Whichever way the Chinese leadership responds, future generations may remember 2009 less for its global economic and financial crisis than for the momentous transformation it will have caused in China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Will there be enough global economic cooperation?&lt;/span&gt; When domestic needs become paramount, global economic cooperation suffers. But the costs of protectionism in trade and finance are especially large at moments like these. So far the International Monetary Fund has reacted with new-found vigor, establishing a much-needed short-term lending facility and warning against too little fiscal stimulus. The World Trade Organization, meanwhile, has wasted valuable time on the irrelevant Doha round. It should have focused its efforts on monitoring and implementing the commitment made by the Group of 20 countries not to raise trade barriers.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3566997164276443363?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3566997164276443363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3566997164276443363&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3566997164276443363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3566997164276443363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/looking-forward-to-2009.html' title='Looking forward to 2009?'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7042964772401929231</id><published>2009-01-09T04:10:00.000-08:00</published><updated>2009-01-09T04:11:42.708-08:00</updated><title type='text'>Lula's last lap</title><content type='html'>Repeats are often disappointing. It is rare indeed to find a president in his second term with an approval rating of 80%, as Brazil's Luiz Inácio Lula da Silva now enjoys. No American president since the second world war has managed it. In Latin America, only Colombia's Álvaro Uribe at the height of his success last year against the FARC guerrillas has touched a similar level of adoration. So Lula, a pragmatic former trade-union leader, is entering his penultimate year in office in a position in which he ought to be able to do almost anything.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yet this apparent omnipotence is illusory, not least because it will be brief: by early 2010 the president will start to be overshadowed by the campaign to elect his successor. He is also constrained by his own left-wing Workers' Party (PT); by his political allies; by the economic troubles that only recently reached Brazil's shores and have yet to be felt to their full extent; and by his temperamental compulsion to preserve his popularity. "I would not like to be called a populist," he sometimes says, "but I do like to be popular."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula still talks about reforming Brazil's labyrinthine tax system and improving the way its political parties and elections work. These were supposed to have been the priorities of his second term. Both are properly matters for Congress, though if he wished the president could use his vast political capital to try to force them through.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yet they are forever being postponed, sometimes on flimsy excuses. Tax reform was put off at the end of last year because of the gloomy economic outlook. In fact, that makes simplifying the tax code (which according to the World Bank takes a typical Brazilian company 2,600 hours a year to comply with) more important than ever. It will not be considered again until the end of February. As for political reform, this is more likely to be decided in the courts: Brazil's elected officials are still waiting to see how much bite there is in a ruling by the Supreme Court that prohibits the common practice of switching parties straight after an election.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"People have been talking about these reforms since 1988 [when Brazil's constitution was approved]," says João Augusto de Castro Neves, a political consultant in Brasília. "It is like a badge of political seriousness to do so." Instead of pursuing them, he reckons, Lula will be fully occupied just keeping his coalition government together. The Party of the Brazilian Democratic Movement, a ramshackle concoction of regional political barons that is the coalition's biggest force, is trying to secure the presidencies of both houses of Congress, which are being contested at the moment. If it succeeds the party will apply its customary leg-irons to any attempts at reform. If not, its leaders will need placating, which will amount to the same thing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unlike Mr Uribe in Colombia, Lula has made it clear that he will not seek to cling to office by changing the constitution to allow him to run for a third consecutive term. The idea was floated by leaders of the Workers' Party, which worries about its fortunes once its talisman has gone. Commendably, Lula scotched it, leaving the PT searching for a viable successor. He has pushed the candidacy of Dilma Rousseff, his chief of staff. She is a competent political insider, but lacks mass appeal. But even if the centre-right opposition wins power, Lula knows that his social policies, centred on Bolsa Família, a cash-transfer scheme benefiting 11m poor families, are unlikely to be overturned.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Until the election most of Lula's energies are likely to be taken up with crisis-management. According to IBOPE, a pollster, 74% of Brazilians expect this year to be better than last. They are likely to be disappointed: the economic data will get worse as the year progresses because the economy has only recently started to splutter after growing rapidly for the first nine months of 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Any preconceived political plans will have to be torn up to deal with this crisis," says Raul Velloso, a consultant in Brasília who follows public finances. Mr Velloso is worried about possible further weakness in the exchange rate (the real depreciated by 17% against the dollar in the last three months of 2008), and also by the ability of Brazilian companies to roll over their debt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brazil's scope for fiscal stimulus is limited. Chile's government this week announced a $4 billion bundle of measures aimed at creating 100,000 jobs and helping poorer families. It can easily finance the resulting fiscal deficit forecast at 3% of GDP this year because it built up a war chest of public savings when prices for copper, its main export, were high.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But Brazil's government, with a much bigger public debt, needs to preserve its primary fiscal surplus (ie, before interest payments) to retain the confidence of bondholders. Tax revenues will slow along with the economy. The government's priority is to implement its expansionary "growth acceleration" programme of public investment (better known as PAC from its initials in Portuguese) rather than adopt new measures, says Nelson Barbosa, a deputy minister of finance. Everything the government does this year will be presented as part of the PAC, says a civil servant in Lula's office.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If inflation remains stubborn, preventing the Central Bank from cutting interest rates, the government will come under pressure, especially from the PT, to find other ways to boost growth. These could include guaranteeing credit to farmers and construction firms. In recent years, whenever the economy has started to wobble Brazil's politicians have calmed markets by demonstrating their commitment to economic orthodoxy. Some commentators worry that this commitment may be flagging. But this year, with governments around the world intervening in markets, investors may even be reassured if Brazil does the same—up to a point.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Economist&lt;br /&gt;09/01/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7042964772401929231?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7042964772401929231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7042964772401929231&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7042964772401929231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7042964772401929231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/lulas-last-lap.html' title='Lula&apos;s last lap'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-628149665021691345</id><published>2009-01-06T17:29:00.000-08:00</published><updated>2009-01-06T17:38:31.152-08:00</updated><title type='text'>Latin America at the "The Economist's The World in 2009'"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SWQHjMJkjOI/AAAAAAAAAIQ/3f2LEcs4IXA/s1600-h/currentworldincover_americas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SWQHjMJkjOI/AAAAAAAAAIQ/3f2LEcs4IXA/s320/currentworldincover_americas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288360163577990370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Latin drift&lt;br /&gt;Michael Reid&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorting Latin America’s pragmatisms from its populists&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After five years in which Latin America’s economies have averaged 5% annual growth with generally low inflation, they face a severe test of their newfound resilience in 2009. Subdued consumption in the world will squeeze exports and commodity prices, and finance will be harder to find. Countries with diversified exports and sound policies will be better placed to ride out the storm than those, as Venezuela and Argentina, that have squandered their commodity windfalls and spurned private enterprise. Politically, tougher times will coincide with, and contribute to, the start of a tentative shift away from the left.&lt;br /&gt;Of the region’s two big economies, Brazil will continue to do better than Mexico, but neither will do well. Softening commodity prices will erode Brazil’s trade surplus (and cause further depreciation of the real), but the diversity of its export markets and the vigour of domestic consumption will keep growth below 3% (down by more than two percentage points from 2008). With a presidential election due in 2010, Brazilian politics will be dominated by preliminary jockeying over candidacies, with President Luiz Inácio Lula da Silva, the social-democratic president, seeking to transfer his own popularity to his chosen successor, probably Dilma Rousseff, his chief of staff.&lt;br /&gt;The intertwining of Mexico’s economy with Unite States manufacturing will cut growth to under 1%. That will bring an increase in social tension: tighter border controls means it has become harder to cross into the United States, and jobs are harder to find there, so the traditional safety valve of emigration will become blocked. The slowdown comes at an awkward moment for Felipe Calderón, Mexico’s president. In a mid-term congressional election in July, Mr. Calderón’s conservative National Action Party is unlikely to win the majority it desperately needs to sweep away the vestiges of corporatism that still hobble the country’s economy. The centrist Institutional Revolutionary Party, which ruled Mexico for seven decades until 2000, will make gains at the expense of the divided left. Whatever happens in the election, Mr Calderón will hope to make headway against powerful drug gangs.&lt;br /&gt;Argentina’s vigorous recovery from its financial collapse of 2002-02 will peter out in 2009, as commodity prices soften. Cristina Fernández de Kirchner, the populist president, will pay a political for the failure – and that of her husband and predecessor, Néstor Kirchner – to persuade investor that Argentina is a safe place to do business. Despite the government’s manipulation of the inflation index, Argentines know they are getting poorer. The Kirchner’s hold over the Congress and the ruling Peronist party will vanish in a legislative election in October. Rather than the divided opposition parties, Peronist barons of the centre-right may be the big winners. Ms Fernández will govern at their pleasure for the rest of her term until 2012 – if she lasts that long.&lt;br /&gt;In Venezuela the cost of Hugo Chávez’s rule will become clearer. Hitherto, a high and rising oil price has paid for ballooning imports and public spending, concealing the growing inefficiencies of the state-dominated economy. Unless oil, improbably, rises above $100 per barrel again, economic growth will slow to a crawl. Mr Chávez still has some room for the manoeuvre: he has stashed away perhaps $15 billion in various development funds, and the central bank’s reserver stand at some $30 billion. But as oil dollars become less abundant, the government will tighten import controls and a devaluation may be unavoidable. That will mean a downward spiral of inflation, stagnation and poverty.&lt;br /&gt;Facing the unravelling of his regime, Mr Chávez may become more radical: expect him to unearth more fictitious coup plots and to curtail political freedoms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Divided they fall&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The most closely watched Latin America election in 2009 will be in Chile, where the Concertación, the moderate centre-left coalition that governed the country since the end of General Augusto Pinochet’s dictatorship in 1990, may lose power. For the first time, the Concertación will run two candidates. One would be from the Socialist Party – either Ricardo Lagis, a successful former president, or José Miguel Insulza, the secretary-general of the Organisation of the American States. The Christian Democrats may run their own candidate, probably Eduardo Frei, another former president. That division would help Sebastián Piñera, a moderate conservative and successful businessman. He is likely to win the presidency narrowly in a run-off ballot.&lt;br /&gt;Four smaller countries will also choose a new president in 2009. In Uruguay, the rulling centre-left Broad Front will win a second term, provided it unites around the candidacy of Danilo Astori, a moderate a former finance minister. Similarly, in Panamathe ruling centre-left party of the Democratic Revolution should retain power. In El Salvador, the left-wing FMLN’s attempts to dislodge the conservative Arena party may founder. In both El Salvador and Honduras the elections may be dominate by attempts by Venezuela’s Mr Chávez to influence the result with money and offers of aid.&lt;br /&gt;In Bolivia Evo Morales, the left-wing president, is likely to win a referendum to ratify a new constitution that “refounds” the country as an Amerindian socialist republic. But he will face continuing unrest in the more capitalist eastern provinces. Another of Latin America’s radical socialists, Ecuador’s Rafael Correa, will organize and win a fresh presidential election under a new constitution. In Colombia, the era of Álvaro Uribe will draw towards close – assuming that he opts not to change the constitution to allow him to stand for a third consecutive term in 2010. The fastest growing of the larger economies in Latin America will once again be Peru, not least because its government will keep faith in free trade, rather than socialism fashionable elsewhere.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-628149665021691345?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/628149665021691345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=628149665021691345&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/628149665021691345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/628149665021691345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2009/01/latin-america-at-the-economists-world.html' title='Latin America at the &quot;The Economist&apos;s The World in 2009&apos;&quot;'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SWQHjMJkjOI/AAAAAAAAAIQ/3f2LEcs4IXA/s72-c/currentworldincover_americas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6574474231035753397</id><published>2008-12-24T11:39:00.000-08:00</published><updated>2008-12-24T11:44:46.594-08:00</updated><title type='text'>BRASIL SE REUNIRÁ COM UE E FRANÇA DE OLHO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SVKRJc0ze7I/AAAAAAAAAII/LszHlhiB2WA/s1600-h/image.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 231px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SVKRJc0ze7I/AAAAAAAAAII/LszHlhiB2WA/s320/image.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283444904401533874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No início da próxima semana, o Rio de Janeiro abrigará uma cúpula Brasil-União Européia (22) e, na seqüência (23), uma reunião de cúpula Brasil-França. Mais do que mero exercício de retórica, os encontros na capital fluminense deverão consolidar a parceria estratégica do país com o continente europeu e fortalecer os laços bilaterais com a França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere às relações com a UE, o Brasil e o bloco europeu deverão lançar um plano de ação conjunta que condicionará a parceria no futuro. Entre os principais temas que constarão do plano estão ações nas áreas de meio ambiente e mudança climática, energias renováveis sustentáveis, redução da pobreza e cooperação para o desenvolvimento de terceiros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande destaque no Rio de Janeiro, no entanto, deverá ficar por conta do tratamento que os parceiros deverão&lt;br /&gt;dar à crise econômica global. No encontro, deverão destacar a necessidade de reforma das instituições internacionais que se ocupam da regulação da ordem financeira internacional e de uma postura mais ativa por parte dos países no sentido de mitigar potenciais conseqüências e prevenir futuras crises.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da cúpula bilateral com a França, além de antecipar a comemoração, em 2009, do ano da França no Brasil, a visita deverá ser marcada por elevado grau de  pragmatismo, em especial na consolidação da parceria no setor militar. No Rio de Janeiro, Brasil e França deverão iniciar um processo de cooperação bilateral na área industrial bélica que, espera-se, seja compatível com o recém lançado Plano Estratégico de Defesa (PED) do Brasil.Além da compra de helicópteros e submarinos franceses que deverá ser formalizada na terça-feira (23), a parceria com a França envolveria transferência de tecnologia, elemento central na nova estratégia brasileira e fator decisivo para a escolha da França como fornecedor de material bélico nesse primeiro momento da implementação do PED.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cúpulas do Rio de Janeiro encerram a agenda internacional relevante para o Brasil em 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6574474231035753397?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6574474231035753397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6574474231035753397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6574474231035753397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6574474231035753397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/12/brasil-se-reunir-com-ue-e-frana-de-olho.html' title='BRASIL SE REUNIRÁ COM UE E FRANÇA DE OLHO'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SVKRJc0ze7I/AAAAAAAAAII/LszHlhiB2WA/s72-c/image.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3441640943772425108</id><published>2008-12-19T05:03:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T05:04:34.762-08:00</updated><title type='text'>The samba beat, with missteps</title><content type='html'>The symbolism was clear. With the United States at the fag-end of a disastrous presidency, Brazil assembled 33 countries from across the Americas to discuss a host of issues ranging from defence to the economic slowdown. The two-day gathering, at a resort near the northeastern city of Salvador, marked the first time that every country in Latin America and the Caribbean had met without the presence of the United States or Europeans. The message: it is Brazil, with a growing economy and a popular president in Luiz Inácio Lula da Silva, and not the United States that is now the leading power in the region.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the substance was slight. The get-together involved three separate meetings, at each of which fraternal wishes were overshadowed by political differences. The members of Mercosur, which is meant to be a customs union, were unable to agree on rules for importing goods from outside the block. The members of Unasur, a fledgling South American political union, set up a defence council intended to defuse conflicts. But they failed to choose a secretary-general for Unasur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The wider gathering was notable for the presence of Cuba's Raúl Castro, making his first trip abroad as the communist island's head of state. That stimulated the usual anti-American rhetoric from some leaders. But as usual, too, Brazil's message was more subtle. "We want to have a good relationship with the United States. But we…don't depend on external tutelage," said Celso Amorim, the foreign minister.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula's government arrived in office in 2003 with three main foreign-policy aims: to secure a permanent seat on the United Nations Security Council; to get a world trade deal; and to create a powerful South American block. All this was to be brought about in a spirit of partnership with other developing countries.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trade and other ties in Africa and Asia have indeed been strengthened. Brazil has successfully led the UN mission in Haiti. But in other respects, the record has been one of frustration. China was prominent in blocking reform of the Security Council (to stop Japan joining). Despite Brazil's best efforts, the Doha trade talks have stalled.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regional integration has proved complicated. Within Mercosur, barriers to trade are multiplying rather than lapsing. An agreement to bring in free trade in cars by 2007 has been postponed. The countries that form the pact (Argentina, Brazil, Paraguay and Uruguay) failed to adopt a common stance in the Doha talks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Lula's first term, Brazil was noticeably warm towards some of the far-left regimes in the region, backing Venezuela's president, Hugo Chávez, and turning a blind eye towards his hollowing out of democratic institutions. Foreign policy was used as a way to send signals to supporters of the Workers' Party that Lula's was a real left-wing government, even if its economic policies were orthodox, says Sérgio Amaral, a former ambassador and minister in a previous administration.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But Lula's pledge that Brazil would be generous to smaller neighbours to boost integration has not always been reciprocated. He was embarrassed when, with Mr Chávez's active encouragement, Bolivia's socialist leader, Evo Morales, nationalised the operations in his country of Petrobras, Brazil's energy giant, in 2006. Brazil's diplomats say that rising economic power means that at every meeting on trade, they are confronted with a demand to do more for their neighbours. "Perhaps by being so tolerant we have actually been patronising," says one diplomat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That has led to a tougher approach. Left-wing presidents in Ecuador and Paraguay with grievances against Brazil are getting a sharper response. In September Ecuador's president, Rafael Correa, expelled managers of Odebrecht, a Brazilian engineering company which he accuses of bribery and shoddy construction of a power plant. He is refusing to repay a $243m loan for the plant from Brazil's national development bank. (Ecuador also defaulted on some of its bonds this month.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That led Brazil to recall its ambassador. It has brushed off demands from Fernando Lugo, Paraguay's new president, to renegotiate a treaty under which his country sells Brazil electricity. Brazil never criticises Mr Chávez in public but it increasingly seeks to outflank him. One way of doing that while also doing business involves closer ties with Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This week's meeting may be the germ of a new pan-Latin American club. But despite much bonhomie, regional harmony remains elusive. The United States will soon have a popular new leader, who will doubtless be the star of a 34-country (all except Cuba) Summit of the Americas in Trinidad in April. Brazil has indeed become much more influential in the region. But its is not the only game in town.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Economist - 19/12/2008&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3441640943772425108?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/internacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=529040' title='The samba beat, with missteps'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3441640943772425108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3441640943772425108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3441640943772425108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3441640943772425108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/12/samba-beat-with-missteps.html' title='The samba beat, with missteps'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3856019242981659276</id><published>2008-12-19T04:17:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T04:27:41.581-08:00</updated><title type='text'>RAW</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SUuSo8a7oNI/AAAAAAAAAIA/pIC0mA3HTWs/s1600-h/RAWRIP.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SUuSo8a7oNI/AAAAAAAAAIA/pIC0mA3HTWs/s320/RAWRIP.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281476220133548242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dias estava voltando a ler algumas coisas do Robert Anton Wilson. Ele é para muitos o papa da contra cultura, para outros apenas um doidão new age que defendia a liberalização de drogas, coisa que os governos não fazem para impedir a população de sentir bem demais. Para quem curte anarquia, misticismo e mind-fucking em geral...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Anton_Wilson"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Anton_Wilson&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Robert Anton Wilson or RAW (born Robert Edward Wilson, January 18, 1932 – January 11, 2007) was an American novelist, essayist, philosopher, psychonaut, futurologist and libertarian.&lt;br /&gt;Wilson described his writing as an "attempt to break down conditioned associations—to look at the world in a new way, with many models recognized as models or maps and no one model elevated to the Truth."[1] ... "My goal is to try to get people into a state of generalized agnosticism, not agnosticism about God alone, but agnosticism about everything."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=7072994186265641301&amp;hl=pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;http://video.google.com/videoplay?docid=7072994186265641301&amp;hl=pt-BR&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maybe Logic (fragmentos de diversas entrevistas suas)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3856019242981659276?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3856019242981659276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3856019242981659276&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3856019242981659276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3856019242981659276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/12/raw.html' title='RAW'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SUuSo8a7oNI/AAAAAAAAAIA/pIC0mA3HTWs/s72-c/RAWRIP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2284717675363562088</id><published>2008-11-22T05:41:00.000-08:00</published><updated>2008-11-22T05:44:11.518-08:00</updated><title type='text'>US intelligence report sees shift of power to east</title><content type='html'>Financial Times&lt;br /&gt;US intelligence report sees shift of power to east&lt;br /&gt;22/11/2008&lt;br /&gt;By Demetri Sevastopulo in Washington&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The world is shifting towards a multi-polar system with a less dominant US and a more powerful China and India, and a "historic" transfer of wealth from west to east, according to a new US intelligence report.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Global Trends 2005 report, released by the director of national intelligence yesterday, says that while the US will remain the most powerful country in 2025, the rise of emerging powers and regional blocs will constrain its ability to "call the shots" across the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The National Intelligence Council analysis concluded the US would be ever more constricted by scientific advances in other countries, the expansion of irregular warfare by state and non-state actors, the proliferation of long-range precision weapons and the growing frequency of cyber warfare. "The multiplicity of influential actors and distrust of vast power means less room for the US to call the shots without the support of strong partnerships."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report said the international system prevailing since the second world war would be "unrecognisable by 2025 owing to the rise of emerging powers, a globalising economy, a historic transfer of relative wealth and economic power from west to east, and the growing influence of non-state actors".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The NIC analysis warned such multi-polar systems have historically been more unstable than bipolar or unipolar ones. It added that while there were likely to be strategic rivalries over trade, investment, technological innovation and acquisition, it could not "rule out a 19th century-like scenario of arms races, territorial expansion and military rivalries".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report comes a week after the G20 leaders discussed the financial crisis, in a meeting seen as underscoring the growing importance of countries such as China, India, Brazil and Russia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It said the financial crisis had the capacity to accelerate many current global trends but concluded the world was not "headed toward a complete breakdown of the international system as occurred in 1914-18 when an earlier phase of globalisation came to a halt".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2284717675363562088?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2284717675363562088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2284717675363562088&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2284717675363562088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2284717675363562088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/11/us-intelligence-report-sees-shift-of.html' title='US intelligence report sees shift of power to east'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3151473469056193267</id><published>2008-11-07T08:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-07T08:42:55.588-08:00</updated><title type='text'>Barack Obama e a Política Externa Brasileira</title><content type='html'>A eleição de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos foi recebida com otimismo por parte do governo brasileiro. De fato, mesmo antes da votação, parte do governo - incluindo o presidente Lula -, já havia expressado sua preferência pela vitória do democrata na corrida pela Casa Branca. A expectativa, aqui como ao redor do mundo, é de que, com sua posse (marcada para o próximo dia 20 de janeiro), o novo presidente norte-americano contribua para a construção de uma ordem internacional mais aberta e multipolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere ao Brasil e às relações com os EUA de Barack Obama, tanto o presidente Lula, quanto o ministro Celso Amorim destacaram, em suas mensagens de felicitações pela vitória na corrida presidencial, a esperança no aprofundamento das relações bilaterais nos próximos anos, aprimorando o “diálogo já alcançado”. Pelo que foi possível depreender da campanha do presidente-eleito dos Estados Unidos, no entanto, as possíveis novas convergências dividirão espaço com divergências em áreas sensíveis para a agenda internacional do Brasil. A seguir, alguns dos principais temas que já podemos adiantar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Política internacional e crise financeira&lt;br /&gt;Aprofundando uma tendência ensaiada no apagar das luzes do governo Bush, o governo Obama deverá buscar uma maior coordenação com outros países na cena internacional, reforçando o multilateralismo (sem deixar de lado, porém, o peso norte-americano). Um primeiro teste da nova liderança estadunidense deverá apresentar -se ainda no período de transição. No próximo dia 15, em Washington, acontece a Cúpula sobre mercados financeiros e economia mundial, já com a provável presença do presidente-eleito dos EUA, mas sob condução do atual ocupante o cargo. Para o Brasil, será a oportunidade de insistir, uma vez mais, em uma maior participação dos emergentes na construção das regras do jogo econômico global e de testar a receptividade de Obama à ampliação do grupo de países que hoje se ocupa da missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Política regional&lt;br /&gt;Embora a América Latina, em geral, e a do Sul, em particular, não devam converter-se em prioridade do governo dos EUA, espera-se que a presidência de Obama venha a superar o que foi percebido como uma quase total negligência à região durante o governo Bush. O presidente eleito já sinalizou tanto uma maior abertura ao diálogo (inclusive com países como Cuba, Venezuela e Bolívia), quanto uma maior disposição em reocupar o lugar dos Estados Unidos na região, que, abandonado nos últimos anos, teria ensejado o crescimento de sentimentos e lideranças anti-americanos. Para o Brasil, uma maior distensão nas relações EUA-“bolivarianos” seria positiva na medida em que possibilitaria canalizar esforços para uma agenda mais propositiva para a região, reduzindo, inclusive, os custos envolvidos no papel de mediação que o país tem desempenhado nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OMC e negociações comerciais&lt;br /&gt;Tanto o histórico democrata quanto a campanha presidencial de Obama sinalizam uma maior resistência à abertura comercial e à não inclusão de temas não comercias nos acordos a serem firmados pelos EUA nos próximos anos. A pressão de Obama sobre a Colômbia por conta da morte de sindicalistas, vinculando providências à possibilidade de aprovação do Tratado de Livre Comércio bilateral é exemplo do último ponto. Some-se a esses fatores a crise financeira internacional (tema decisivo para a eleição do novo presidente dos EUA) e a preocupação central com a proteção de empregos norte-americanos e está montado o quadro mais amplo que deverá marcar o início do governo Obama. Na OMC, em particular, há sinais de que, encarregado de negociar Doha, o novo governo norte-americano poderia não apenas rever o que já foi acertado, mas buscar incluir, também, temas não comerciais na agenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipando-se a isso, o governo brasileiro deverá redobrar esforços para que um acordo geral sobre a rodada Doha seja firmado até o final do ano. O cálculo feito por vários negociadores em Genebra parece levar em conta a expectativa de que um acordo geral assinado antes da posse do novo presidente estadunidense poderia ser instrumento suficiente de pressão para dar rápida continuidade ao acerto final, vinculando, de saída, o futuro governo. Em termos práticos, a diplomacia nacional tem trabalhado com dezembro como prazo para a convocação de nova ministerial para tratar do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Biocombustíveis&lt;br /&gt;Apesar do compromisso democrata com fontes renováveis de energia, o novo governo estadunidense deverá resistir à redução de barreiras para a importação do etanol. Pesam o argumento em favor da preservação de empregos no setor em um momento de crise (o etanol norteamericano é menos competitivo que o brasileiro) e os vínculos do futuro presidente norteamericano com os produtores de etanol de seu país.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3151473469056193267?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3151473469056193267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3151473469056193267&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3151473469056193267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3151473469056193267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/11/barack-obama-e-poltica-externa.html' title='Barack Obama e a Política Externa Brasileira'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6578415282514121480</id><published>2008-11-05T03:49:00.000-08:00</published><updated>2008-11-05T03:50:08.777-08:00</updated><title type='text'>Desafio de Obama é entregar os sonhos que vendeu</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 12px; line-height: 17px; "&gt;&lt;div class="outerPostCPrs outerPostC25"&gt;&lt;div class="innerPostCPrs innerPostC25"&gt;&lt;div class="postContent"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Emmanuel Dunand/AFP&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img alt="" hspace="0" src="http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/images/ObamaEmmanuelDunandAFP.jpg" align="baseline" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Barack Hussein Obama é o 44º presidente dos EUA. John McCain reconheceu a derrota em discurso pronunciado na madrugada desta quarta-feira (5).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;O novo presidente vai à Casa Branca, em janeiro, com a cara de gerente de crise. A maior crise financeira desde o crash de 29.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Obama prevaleceu sobre McCain vendendo sonhos. Seu grande desafio será converter o onírico em real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Nos discursos de campanha, Obama dirigia-se, primeiro, ao coração de suas platéias. Só depois captuva-lhes as mentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Ficou a impressão de que sua fala carece de densidade. Numa fase em que Hillary Clinton ainda media forças pela vaga do Partido Democrata, Bill Clinton disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;“Você pode fazer campanha em poesia, mas governa em prosa”. A metáfora do marido de Hillary resume o drama de Obama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;O triunfo nas urnas tanto pode convertê-lo em estadista como em fiasco. Por ora, sabe-se apenas que os eleitores americanos decidiram optar pela ousadia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;A América fez uma concessão ao improvável. Acomodou no comando do império a mais vistosa novidade produzida pela política americana nos últimos tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Some-se à ascensão meteórica de Obama a cor da cútis do novo presidente e tem-se uma exata dimensão do novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Para os padrões brasileiros, Obama é mulato –filho de um negro queniano com uma americana branca do Havaí.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Aos olhos do mundo, trata-se do primeiro negro a sentar-se na poltrona de presidente da economia mais importante do planeta. Não é pouca coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Será no mínimo divertido observar as mãos brancas, que se julgam superiores, tendo de apertar, ao redor do mundo, a mão retinta de Obama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;De resto, convém torcer para que Obama consiga provar-se capaz na dura liça do cotidiano administrativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;O êxito do novo presidente americano faria bem não só aos EUA, mas ao mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Em julho passado, falando para uma multidão de cerca de 200 mil pessoas, em Berlim, Obama pontificara:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;"Eu sei que não pareço com os americanos que já falaram aqui. A história que me trouxe aqui é improvável".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Antes, esmerara-se na construção de analogias em torno dos escombros do Muro de Berlim. Mencionara o fantasma dos muros da pós-modernidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Muros "entre raças e tribos, nativos e imigrantes, cristãos e muçulmanos e judeus". São paredes que, no dizer de Obama, "não podem continuar de pé".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;A hora, dicursara Obama, é de "construir pontes” ao redor do planeta. Nada mais sensato. Nada mais improvável, contudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Hoje, apenas o dinheiro dispõe de liberdade para passear pelo mundo. A pecúnia não tem pátria. Vai para onde ganha mais. Daí a natureza global da crise.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Aos pobres que ousam pular os muros da pós-modernidade sonega-se a mesma desenvoltura. A eles são reservadas a prisão, a humilhação e a deportação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;É nesse mundo que une o capital e divide as pessoas que o fenômeno Obama irrompe como novidade alvissareira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Impossível desconhecer que há, de fato, um quê de poesia na trajetória do sucessor de George Bush. O alerta de Clinton não é despropositado. Longe disso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana; "&gt;Mas é preciso admitir que faltava à política, nos EUA e no mundo, uma dose daquele tipo de inspiração que conduz ao verso. Resta saber como será a migração para a prosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="by" style="font: normal normal bold 10px/normal verdana; margin-top: 12px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; "&gt;Escrito por Josias de Souza às 03h15&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6578415282514121480?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6578415282514121480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6578415282514121480&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6578415282514121480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6578415282514121480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/11/desafio-de-obama-entregar-os-sonhos-que.html' title='Desafio de Obama é entregar os sonhos que vendeu'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7056898186703724194</id><published>2008-09-18T06:15:00.001-07:00</published><updated>2008-09-18T06:25:47.386-07:00</updated><title type='text'>Sendo justo: McCain’s 10 Worst Ideas</title><content type='html'>&lt;div class="intro"&gt;Last week, &lt;span class="fp_red"&gt;FP&lt;/span&gt; roasted &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/story/files/story4461.php"&gt;Barack Obama’s 10 worst ideas&lt;/a&gt;. Now, it’s John McCain on the hot seat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="body"&gt;&lt;!--FP_NO_BIGBOX--&gt;&lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_1.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;Boris Streubel/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Creating a League of Democracies&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt;“We have to strengthen our global alliances as the core of a new global compact—a League of Democracies—that can harness the vast influence of the more than one hundred democratic nations around the world to advance our values and defend our shared interests.” &lt;em&gt;—&lt;a title="New York Times" target="_blank" href="http://www.nytimes.com/2008/03/26/us/politics/26text-mccain.html?pagewanted=2&amp;amp;_r=1"&gt;Speech at the Los Angeles World Affairs Council&lt;/a&gt;, March 26, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; As Thomas Carothers &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=4346"&gt;argues&lt;/a&gt; in the July/August issue of &lt;span class="fp_red"&gt;FP&lt;/span&gt;, “[T]he idea that democracies naturally align is only half right and risks being a dangerous oversimplification.” Carothers and other critics have noted that such a league might further weaken the United Nations. For the most part, world leaders have been cool to the idea, and rightfully so. A previous iteration, the little-known Community of Democracies, founded in 2000, has stumbled into irrelevance.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_2.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;PAUL J. RICHARDS/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Calling for a Gas-Tax Holiday&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“I propose that the federal government suspend all taxes on gasoline now paid by the American people—from Memorial Day to Labor Day of this year. The effect will be an immediate economic stimulus—taking a few dollars off the price of a tank of gas every time a family, a farmer, or trucker stops to fill up.” &lt;em&gt;—&lt;a title="John McCain" target="_blank" href="http://www.johnmccain.com/Informing/News/Speeches/9bb4e69a-36cc-4ca3-b40d-0cdd41a1b812.htm"&gt;Speech at Carnegie Mellon University&lt;/a&gt;, Pittsburgh, Pa., April 15, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Pick your poison. Many (including &lt;a title="MSNBC.com" target="_blank" href="http://www.msnbc.msn.com/id/24943114/"&gt;Dick Cheney&lt;/a&gt;) predict that such a “holiday” would have little effect, as oil companies would just pocket the difference. Ditching the 18.4-cents-a-gallon gas tax and 24.4-cents-a-gallon diesel tax would &lt;a title="Wired" target="_blank" href="http://blog.wired.com/cars/2008/04/mccains-gas-tax.html"&gt;deprive the already-strapped Highway Trust Fund&lt;/a&gt;, which relies on gas-tax revenues to fund transportation projects, of cash. Economists and environmentalists also widely deride the proposal, which would boost demand and therefore quickly drive prices back up. When you’re in a hole, it’s best to stop digging.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_3.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;MANDEL NGAN/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Requiring a Three-Fifths Majority to Raise Taxes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“John McCain believes it should require a 3/5 majority vote in Congress to raise taxes.” &lt;em&gt;—&lt;a title="John McCain" target="_blank" href="http://www.johnmccain.com/Informing/Issues/0b8e4db8-5b0c-459f-97ea-d7b542a78235.htm"&gt;Press release&lt;/a&gt;, Dec. 18, 2007&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea: &lt;/strong&gt;States that have enacted supermajority requirements for tax increases &lt;a title="CBPP" href="http://www.cbpp.org/4-25-06sfp.htm"&gt;haven’t exactly entered the pantheon of budgetary glory&lt;/a&gt;. Take California, which requires approval from two thirds of the state legislature to raise taxes. The Golden State has recently struggled to raise revenues—and has witnessed an increase in taxes disguised as “fees” as a result. Raising taxes should be like the use of force in foreign policy—the last resort, yes, but you never want to take any option off the table.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_4.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;David McNew/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Flip-flopping on Immigration&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “I understand why you would call it a, quote, shift. I say it is a lesson learned about what the American people’s priorities are. And their priority is to secure the borders.” &lt;em&gt;—&lt;a title="MSNBC.com" target="_blank" href="http://www.msnbc.msn.com/id/21614851/"&gt;Remarks to reporters&lt;/a&gt; in Simpsonville, S.C., Nov. 3, 2007&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Immigration was once an issue where McCain could justifiably claim to be a “maverick,” unafraid to buck party orthodoxy and popular opinion. The Arizona senator even partnered with Democratic Massachusetts Sen. Ted Kennedy in 2005 to craft a &lt;a title="Thomas" target="_blank" href="http://thomas.loc.gov/cgi-bin/bdquery/z?d109:SN01033:@@@P"&gt;bipartisan bill&lt;/a&gt; that would both give illegal immigrants a chance at citizenship and boost security at the U.S.-Mexico border. But with his poll numbers plummeting during the Republican primary, McCain began trumpeting the party line of “securing the borders first.” The problem is, without providing more opportunities for legal immigration or taking steps to build up the Mexican economy, taller fences and more guards will only address the symptoms, not the ultimate causes of illegal immigration.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_5.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;David McNew/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Drilling Our Way Out of the Oil Crisis&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “Gas prices are through the roof. Energy costs have seeped into our grocery bills, making it more expensive to feed our families. ... It is time for America to get serious about energy independence, and that means we need to start drilling offshore at advanced oil rigs like this.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="John McCain" href="http://www.johnmccain.com/Informing/News/Speeches/1a111d2a-bf51-4482-b42b-8858eb5cde43.htm"&gt;Press conference on an oil platform in the Gulf of Mexico&lt;/a&gt;, Aug. 19, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Even ignoring potential environmental impacts, lifting the moratorium on offshore drilling would make little difference for consumers. According to the government’s own &lt;a target="_blank" title="EIA.gov" href="http://www.eia.doe.gov/oiaf/aeo/otheranalysis/ongr.html%29"&gt;Energy Information Administration&lt;/a&gt;, production of the new supplies would not even begin until 2017 and would have little effect on what Americans pay at the pump anyway—just a few cents a gallon by 2030 under the best-case scenario. More to the point, it’s a strategy of yesteryear. As columnist Thomas Friedman put it in a &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/story/files/story4463.php"&gt;recent interview with &lt;span class="fp_red"&gt;FP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, “When I hear McCain pounding the table for ‘drill, drill, drill,’ it reminds me of someone pounding the table for IBM Selectric typewriters on the eve of the IT revolution.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;            &lt;/p&gt;  &lt;div class="body"&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_6.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;Mark Wilson/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Balancing the Budget through Victory in the War on Terror&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “The McCain administration would reserve all savings from victory in the Iraq and Afghanistan operations in the fight against Islamic extremists for reducing the deficit. Since all their costs were financed with deficit spending, all their savings must go to deficit reduction.” &lt;em&gt;—&lt;a href="http://www.johnmccain.com/downloads/jobsforamerica.pdf"&gt;Jobs for America: The McCain Economic Plan&lt;/a&gt;, released July 7, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea: &lt;/strong&gt;The yearly bill for the wars in Iraq and Afghanistan is certainly enormous. Yet it still covers less than half of the United States’ &lt;a target="_blank" title="Bloomberg" href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&amp;amp;sid=a08O9REm5k9c&amp;amp;refer=home"&gt;projected $490 billion deficit for 2009&lt;/a&gt;. Given the massive tax cuts that McCain also supports, it’s unclear how his debt-reduction math adds up. McCain opposes a timetable for withdrawal from Iraq, yet he feels confident enough to budget for victory by the end of his first term. Afghanistan is getting worse, not better. And as for “the fight against Islamic extremists,” how does one even define victory? Don’t try asking McCain: He doesn’t have an answer.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_7.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;MANDEL NGAN/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Making the Bush Tax Cuts Permanent&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “We’ve got to make these tax cuts permanent. We have to, otherwise I think it’ll have a negative impact on our economy.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="MSNBC.com" href="http://www.msnbc.msn.com/id/22867407/page/2/"&gt;NBC’s &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;a target="_blank" title="MSNBC.com" href="http://www.msnbc.msn.com/id/22867407/page/2/"&gt;Meet the Press&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, Jan. 27, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; You might say McCain was against the $1.35 trillion Bush tax cuts before he was for them. In 2004, he &lt;a target="_blank" title="MSNBC.com" href="http://www.msnbc.msn.com/id/22867407/page/2/"&gt;said he opposed them&lt;/a&gt; “because of the disproportional amount that went to the wealthiest Americans.” Now, he says he supports them because the economy is weakening. Yet “the tax cuts are more likely to reduce long-term growth than to increase it,” according to the &lt;a target="_blank" title="Center of Budget and Policy Priorities" href="http://www.cbpp.org/1-25-05bud.htm"&gt;Center on Budget and Policy Priorities&lt;/a&gt;. McCain insists he will restrain spending and eliminate the budget deficit. But McCain’s budget numbers &lt;a target="_blank" title="Reuters" href="http://www.reuters.com/article/latestCrisis/idUSN07360478"&gt;simply don’t add up&lt;/a&gt;, and the senator’s constant hammering on congressional earmarks misses the big picture: Defense and entitlement programs are where most of the fat lies, not in relatively small pork projects such as Alaska’s infamous “Bridge to Nowhere.”&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_8.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;Stephen Chernin/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Supporting Abstinence-Only Education and the Global Gag Rule&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;Asked on the campaign trail if he thought grants for sex education should include instruction on contraception, McCain turned to an aide for help, saying, “Brian, would you find out what my position is on contraception—I’m sure I’m opposed to government spending on it, I’m sure I support the president’s policies on it.” The reporter asked, “Do you think contraceptives help stop the spread of HIV?” After a long pause, McCain replied, “You’ve stumped me.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://thecaucus.blogs.nytimes.com/2007/03/16/mccain-stumbles-on-hiv-prevention/?pagemode=print"&gt;Town hall meeting&lt;/a&gt;, Iowa, Mar. 16, 2007&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; A landmark, 10-year &lt;a target="_blank" href="http://www.mathematica-mpr.com/publications/PDFs/impactabstinence.pdf"&gt;study&lt;/a&gt; sponsored by Congress found in 2007 that students in sexual-abstinence programs “were just as likely to have sex as those who did not, reported having similar numbers of sexual partners, and first had sex at about the same age,” the &lt;em&gt;Chicago Tribune&lt;/em&gt; &lt;a target="_blank" title="Chicago Tribune" href="http://www.chicagotribune.com/news/chi-abstinence-03-sep03,0,5761386.story"&gt;reported&lt;/a&gt;. Abstinence-only education is one of the core principles guiding the so-called global gag rule, an &lt;a title="White House" target="_blank" href="http://www.whitehouse.gov/news/releases/20010123-5.html"&gt;executive order&lt;/a&gt; passed by President George W. Bush in 2001 that prohibits giving foreign aid to NGOs that offer any kind of counseling on abortion as family planning. McCain voted against repealing the measure in 2005. Critics of the gag rule point to reports showing a shortage of contraceptives, clinic closings, loss of funds for HIV/AIDS education, and a rise in unsafe abortions since it was instituted.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_9.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;FRED DUFOUR/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Calling for 45 Nuclear Power Plants&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“If I am elected president, I will set this nation on a course to building 45 new reactors by the year 2030, with the ultimate goal of 100 new plants to power the homes and factories and cities of America.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="John McCain" href="http://www.johnmccain.com/Informing/News/Speeches/d21e0b27-c5c7-41a9-9ad6-f9db8509908e.htm"&gt;Speech in Springfield&lt;/a&gt;, Mo., June 18, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; There are many good reasons to be skeptical of the widespread new enthusiasm for nuclear power, including its &lt;a target="_blank" title="St. Petersburg Times" href="http://www.sptimes.com/2007/12/12/news_pf/State/Nuclear_power_costs_s.shtml"&gt;high-and-rising costs&lt;/a&gt;, but perhaps the best one is that, as experts Charles Ferguson and Sharon Squassoni &lt;a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=3896"&gt;explained&lt;/a&gt; in 2007, “a nuclear renaissance will take too long to have a significant effect” on climate change. Moreover, how do we know that 45 is the right number? A drop in the price of alternative fuels could “make nuclear plants look like white elephants,” the &lt;em&gt;Wall Street Journal&lt;/em&gt; &lt;a target="_blank" title="WSJ.com" href="http://online.wsj.com/article/SB121055252677483933.html?mod=googlenews_wsj&amp;amp;apl=y&amp;amp;r=206890"&gt;noted&lt;/a&gt; in May. For someone who likes to extol the virtues of the free market, McCain’s target sure smacks of socialist planning.&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt;&lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt;&lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/mccain/mccain_idea_10.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;GABRIEL BOUYS/AFP/Getty Images&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14px;" class="fp_red"&gt;Backing Cap-and-Trade Without a 100 Percent Auction&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “We will cap emissions according to specific goals, measuring progress by reference to past carbon emissions. … Over time, an increasing fraction of permits for emissions could be supplied by auction, yielding federal revenues that can be put to good use.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="John McCain" href="http://www.johnmccain.com/Informing/News/Speeches/Read.aspx?guid=0b381abd-e573-459d-8716-fbd83ab62d8d"&gt;Speech in Portland&lt;/a&gt;, Ore., May 12, 2008&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; McCain’s gotten credit for supporting a cap-and-trade system, but his specific proposal is pretty weak. Cap-and-trade systems work by putting a ceiling on carbon emissions, and then allocating permits that give companies the right to pollute a given amount. From an environmental standpoint, it doesn’t much matter how you initially distribute the permits, as long as the cap is stringent enough. But &lt;a href="http://globalwarming.house.gov/tools/assets/files/0326.pdf"&gt;most economists think&lt;/a&gt; that, unless you first auction these off in a transparent process, you’re basically enabling a massive corporate giveaway, raising the likelihood that well-connected corporations or industries will get sweetheart deals, and failing to capture revenue that can pay for other priorities.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7056898186703724194?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=4465&amp;page=1' title='Sendo justo: McCain’s 10 Worst Ideas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7056898186703724194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7056898186703724194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7056898186703724194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7056898186703724194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/09/sendo-justo-mccains-10-worst-ideas.html' title='Sendo justo: McCain’s 10 Worst Ideas'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-526373331140448042</id><published>2008-09-18T06:15:00.000-07:00</published><updated>2008-09-18T06:21:11.652-07:00</updated><title type='text'>Deu na Foreign Policy: Obama’s 10 Worst Ideas</title><content type='html'>&lt;div class="intro"&gt;Both John McCain and Barack Obama have many smart policy proposals, but not all of them are ready for prime time. This week, &lt;span class="fp_red"&gt;FP&lt;/span&gt; looks at 10 Obama ideas that should have never seen the light of day. Next week? McCain on the hot seat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="body"&gt;&lt;!--FP_NO_BIGBOX--&gt; &lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_1.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;Joe Raedle/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Renegotiating the North American Free Trade Agreement&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “I will make sure that we renegotiate. … I think we should use the hammer of a potential opt-out as leverage to ensure that we actually get labor and environmental standards that are enforced.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2008/02/26/us/politics/26text-debate.html?pagewanted=all"&gt;Democratic primary debate&lt;/a&gt; in Cleveland, Feb. 26, 2008 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Trade agreements take years to negotiate, and Mexico and Canada would &lt;a target="_blank" title="Reuters" href="http://www.reuters.com/article/politicsNews/idUSN2856462920080228"&gt;almost certainly&lt;/a&gt; seek new concessions of their own in a new round. Obama is right to argue that &lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://www.barackobama.com/issues/immigration/"&gt;more economic development in Mexico&lt;/a&gt; will lower illegal immigration; he’s wrong to think that bashing NAFTA is the right way to address the Rust Belt’s economic woes. Happily, since the Ohio primary, Obama has backed off his harshest criticisms of the agreement. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_2.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;PRESIDENCIA/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Opposing the U.S.-Colombia Free Trade Agreement&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“And I’ll also oppose the Colombia Free Trade Agreement if President Bush insists on sending it to Congress because the violence against unions in Colombia would make a mockery of the very labor protections that we have insisted be included in these kinds of agreements.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://www.barackobama.com/2008/04/02/remarks_for_senator_barack_oba_3.php"&gt;Speech to Philadelphia AFL-CIO&lt;/a&gt;, April 2, 2008 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Although Obama cited antilabor violence, the murder rate for union members in Colombia last year was &lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2008/04/24/opinion/24kristof.html"&gt;4 per 100,000&lt;/a&gt;, well below the rate for the general population. The deal carries little to no cost for the United States; economists actually predict modest increases in U.S. exports. The upshot for an important ally in the war on drugs, however, is high, and consolidating Colombia’s commitment to open trade with the United States is a worthy goal. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_3a.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;John Moore/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Talking Openly About Bombing Pakistan&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“If we have actionable intelligence about high-value terrorist targets and President Musharraf won’t act, we will.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://www.barackobama.com/2007/08/01/remarks_of_senator_obama_the_w_1.php"&gt;Speech at the Woodrow Wilson International Center&lt;/a&gt;, Washington, D.C., Aug. 1, 2007 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea: &lt;/strong&gt;Engaging in military strikes in Pakistan happens to be established policy. But, as none other than Joe Biden &lt;a title="The Hill" target="_blank" href="http://briefingroom.thehill.com/2008/07/15/obama-joins-sens-biden-lugar-on-bill-to-triple-pakistan-aid/"&gt;pointed out&lt;/a&gt; last August, “It’s not something you talk about. … The last thing you want to do is telegraph to the folks in Pakistan that we are about to violate their sovereignty.” &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_4.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;ATTA KENARE/AFP/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Sitting Down with Mahmoud Ahmadinejad&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; Asked if he’d be “willing to meet separately, without precondition, during the first year of your administration, in Washington or anywhere else, with the leaders of Iran, Syria, Venezuela, Cuba, and North Korea,” Obama replied: “I would.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="CNN.com" href="http://www.cnn.com/2007/POLITICS/07/23/debate.transcript/index.html"&gt;Democratic primary debate&lt;/a&gt;, Charleston, S.C., July 23, 2007&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Engaging rogue states can be a savvy move, and even the Bush administration has negotiated with Pyongyang and sent envoys to meetings with Iran. But sitting down with heads of state without precondition? That’s another thing entirely, especially when it comes to Iranian President Mahmoud Ahmadinejad. As Carnegie Endowment expert Karim Sadjadpour told the &lt;a target="_blank" title="Wall Street Journal" href="http://online.wsj.com/public/article/SB120649020055764009.html?mod=blog"&gt;&lt;em&gt;Wall Street Journal&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, “Only two things can rehabilitate Ahmadinejad politically: bombing Iran or major efforts to engage.” No wonder Obama’s foreign-policy team has walked back its candidate’s off-the-cuff remarks. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_5.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;Scott Olson/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Pushing the Patriot Employer Act&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “When I am president … I’ll pass the Patriot Employer Act that I’ve been fighting for ever since I ran for the Senate—we will end the tax breaks for companies who ship our jobs overseas, and we will give those breaks to companies who create good jobs with decent wages right here in America.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="CFR.org" href="http://www.cfr.org/publication/15492/%C2%A0"&gt;Speech in Janesville&lt;/a&gt;, Wis., Feb. 13, 2008 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; British economists Willem Buiter and Anne Sibert &lt;a target="_blank" title="Vox EU" href="http://www.voxeu.org/index.php?q=node/953"&gt;slam the bill&lt;/a&gt; as, “reactionary, populist, xenophobic and just plain silly.” That’s a bit much. A little populist pandering is hardly a threat to the global economic order—the bill offers employers a small tax credit if they meet six conditions, including the probably unworkable provision that they keep their headquarters in the United States. It’s never smart economic policy to reward companies for placing limitations on their own profitable activities, but as &lt;em&gt;The Economist&lt;/em&gt; &lt;a target="_blank" title="The Economist" href="http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2008/02/obama_a_dangerous_protectionis.cfm"&gt;put it&lt;/a&gt;, “Obama deserves a slap on the wrist” for this one, not a full-throated indictment. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_6.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;iStockPhoto.com&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Promoting Coal-to-Liquid Fuels&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “The people I meet in town hall meetings back home would rather fill their cars with fuel made from coal reserves in Southern Illinois than with fuel made from crude reserves in Saudi Arabia. We already have the technology to do this in a way that’s both clean and efficient. What we’ve been lacking is the political will.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://obama.senate.gov/press/060607-senators_obama/"&gt;Statement introducing the Coal-to-Liquid Fuel Promotion Act of 2006&lt;/a&gt;, June 7, 2006&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="body"&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea: &lt;/strong&gt;Obama’s energy policy has much to commend it. But borrowing an idea from World War II Germany and apartheid South Africa? Bad move. Coal-to-liquid fuels produce &lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2007/05/29/business/29coal.html?pagewanted=1&amp;amp;_r=3"&gt;nearly twice&lt;/a&gt; the greenhouse gases of ordinary petroleum, experts say, and it’s foolish to subsidize an industry that easily could go under if oil prices fall. Under withering fire from environmentalists, the Obama camp &lt;a target="_blank" title="LA Times" href="http://articles.latimes.com/2007/jun/13/nation/na-energypol13"&gt;clarified his position&lt;/a&gt; in June 2007 as, “[U]nless and until this technology is perfected, Senator Obama will not support the development of any coal-to-liquid fuels unless they emit at least 20% less life-cycle carbon than conventional fuels.” It’s since been dropped from campaign materials. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_7.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;Justin Sullivan/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Eliminating Income Taxes for Seniors Making Under $50,000&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “I’ll make retirement more secure for America’s seniors by eliminating income taxes for any retiree making less than $50,000 per year.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://www.barackobama.com/2007/11/07/remarks_of_senator_barack_obam_31.php"&gt;Speech on Nov. 7&lt;/a&gt;, 2007, in Bettendorf, Iowa &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Most seniors &lt;em&gt;already &lt;/em&gt;pay no income taxes. That’s because they already get preferential treatment in the tax code. Plus, why are seniors more deserving of tax relief than struggling young families? The Tax Policy Center—run by the Brookings Institution and the Urban Institute—criticized the idea in a recent &lt;a target="_blank" title="Tax Policy Center" href="http://www.taxpolicycenter.org/UploadedPDF/411741_updated_candidates.pdf"&gt;report&lt;/a&gt;, saying that because government spending on seniors is already set to balloon due to retiring baby boomers, “it seems inappropriate to target special income tax breaks to this group.” &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_8.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;Mark Wilson/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Boosting Ethanol Subsidies&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“[Ethanol] ultimately helps our national security, because right now we’re sending billions of dollars to some of the most hostile nations on earth.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2008/06/23/us/politics/23ethanol.html?pagewanted=print"&gt;Statement at the opening of a VeraSun Energy ethanol processing plant in Charles City&lt;/a&gt;, Iowa, August 2007 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea: &lt;/strong&gt;As economist Paul Krugman has &lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/02/22/demon-ethanol/"&gt;written&lt;/a&gt;, corn-based ethanol is “bad for the economy, bad for consumers, bad for the planet—what’s not to love?” World Bank economist Donald Mitchell blames biofuels, including ethanol, for a &lt;a target="_blank" title="SSRN" href="http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1233058"&gt;75 percent increase&lt;/a&gt; in global food prices since 2002 that has led to economic distress and rioting in such countries as Haiti, Egypt, and Somalia. There’s also little evidence that they do much to prevent global warming. A recent study published in &lt;em&gt;Science &lt;/em&gt;demonstrated that the farmland needed to grow corn for ethanol results in deforestation on a massive scale, negating any benefit the reduction in carbon emissions might have. So why does the senator support such a wasteful and damaging subsidy, even voting for the recent farm bill’s billions in pork for ethanol producers? “[B]ecause Illinois … is a major corn producer,” he &lt;a target="_blank" title="Washington Post" href="http://blog.washingtonpost.com/the-trail/2008/06/23/obamas_evolving_ethanol_rhetor.html"&gt;said&lt;/a&gt; in April. At least he’s honest. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: right; margin-left: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_9.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: right;"&gt;David McNew/Getty Images&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Taxing Oil Companies Extra&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said: &lt;/strong&gt;“I’ll make oil companies like Exxon pay a tax on their windfall profits, and we’ll use the money to help families pay for their skyrocketing energy costs and other bills.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="Barack Obama" href="http://www.barackobama.com/2008/06/09/remarks_of_senator_barack_obam_76.php"&gt;Speech in Raleigh&lt;/a&gt;, N.C., June 9, 2008 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; He’s attacking the symptom, not the disease. It’s certainly hard to defend oil companies making record profits while consumers are struggling to fill their tanks, but Big Oil has very little control over day-to-day gas prices, which are set by global supply and demand and, of course, OPEC. By discouraging oil companies from making big profits, such a tax could potentially discourage them from making investments in new refineries and finding new oil sources, resulting in fewer jobs and even higher prices at the pump. Jimmy Carter tried this in 1980, and it only increased U.S. dependence on foreign oil. Singling out one particular industry for punishment because it is politically unpopular doesn’t make much economic sense, either.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr style="clear: both;" size="2" width="100%"&gt; &lt;div style="float: left; margin-right: 20px;"&gt; &lt;img src="http://www.foreignpolicy.com/images/080902_obama_idea_10.jpg" /&gt; &lt;div class="smallgray" style="text-align: left;"&gt;Joe Raedle/Newsmakers&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="fp_red" style="font-size: 14px;"&gt;Opening the Strategic Petroleum Reserve&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;What he said:&lt;/strong&gt; “We should sell 70 million barrels of oil from our Strategic Petroleum Reserve for less-expensive crude, which in the past has lowered gas prices within two weeks.” &lt;em&gt;—&lt;a target="_blank" title="New York Times" href="http://www.nytimes.com/2008/08/04/us/politics/04text-obama.html?ref=politics&amp;amp;pagewanted=all"&gt;Speech in Lansing&lt;/a&gt;, Mich., Aug. 4, 2008 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Why it’s a bad idea:&lt;/strong&gt; Obama was right in July when he &lt;a target="_blank" title="ABC News" href="http://blogs.abcnews.com/politicalradar/2008/08/obama-proposes.html"&gt;said&lt;/a&gt; that the strategic oil reserve “has to be reserved for a genuine emergency.” Selling oil from the 700 million barrel reserve would increase domestic supply and could drive down prices in the short term, but encouraging consumers to use more oil isn’t going to fix anything. And depleting the reserve would leave the United States vulnerable to a supply disruption caused by a natural disaster or further unrest in the Middle East. Obama swapped common sense for this dangerous boondoggle in August after McCain started to hammer him on offshore drilling. So much for tough truths. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-526373331140448042?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=4461' title='Deu na Foreign Policy: Obama’s 10 Worst Ideas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/526373331140448042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=526373331140448042&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/526373331140448042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/526373331140448042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/09/deu-na-foreign-policy-obamas-10-worst.html' title='Deu na Foreign Policy: Obama’s 10 Worst Ideas'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6402337249884140493</id><published>2008-09-02T07:13:00.000-07:00</published><updated>2008-09-02T07:14:38.373-07:00</updated><title type='text'>É possível ter acordo em Doha em 3 ou 4 semanas, diz Amorim</title><content type='html'>&lt;div id="c"&gt;Para chanceler, questão dos subsídios agrícolas só pode ser resolvida na Organização Mundial de Comércio &lt;/div&gt; &lt;div class="grupoC2"&gt;     &lt;p class="fonte"&gt;                    Adriana Chiarini, da Agência Estado      &lt;/p&gt;          &lt;script&gt;Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")&lt;/script&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="corpoNoticia"&gt;          RIO - O ministro das Relações Exteriores, &lt;a title="Celso Amorim" href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&amp;amp;s=Celso%20Amorim"&gt;Celso Amorim&lt;/a&gt;, considera que é difícil, porém possível, "fechar o acordo da &lt;a title="Rodada Doha" href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&amp;amp;s=Rodada%20Doha"&gt;Rodada Doha&lt;/a&gt; em três ou quatro semanas". "Acho que a possibilidade é pequena, mas o que existe a perder é tanto e o que existe a resolver é relativamente pouco", disse Amorim, em entrevista coletiva após proferir palestra no seminário comemorativo de 10 anos do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri).  &lt;p&gt; &lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a title="Os problemas que levaram as negociações ao fracasso " href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco213944,0.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="link" src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" /&gt;Os problemas que levaram as negociações ao fracasso &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a title="Vencedores e perdedores após colapso de Doha" href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco213877,0.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="link" src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" /&gt;Vencedores e perdedores após colapso de Doha&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a title="Principais datas que marcaram a rodada" href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco213935,0.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="link" src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" border="0" /&gt;Principais datas que marcaram a rodada&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Durante a apresentação, Amorim destacou que a questão central do comércio internacional é dos subsídios agrícolas e que ela não pode ser resolvida em negociação do Mercosul com a União Européia e nem poderia pela Área de Livre Comércio das Américas (Alca). "A única solução possível para os subsídios agrícolas é a OMC, é a Rodada Doha, não há substituto para isso", afirmou, acrescentando que acordos com UE e os EUA são interessantes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; De acordo com o ministro, as questões dos subsídios e de maior acesso aos mercados agrícolas na UE e nos EUA estavam praticamente fechadas na Rodada Doha. "Houve dificuldade em um tema que não era visto entre os centrais, que eram as salvaguardas agrícolas", disse. Amorim comentou que esse tema diz respeito à Índia, a poucos países e aos EUA. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; O ministro disse ainda que o grupo dos países em desenvolvimento com interesses comuns na agricultura - o chamado G-20 - defende a possibilidade de adoção de salvaguardas agrícolas por países em desenvolvimento. "A questão é a extensão", afirmou. "Não é impossível que, com grande esforço, se chegue a um acordo em três ou quatro semanas. É um esforço que vale a pena fazer porque, se não, serão mais dois ou três anos no mínimo."&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Amorim lembrou que haverá eleições nos EUA no final deste ano e que se não houver acordo, "a tentação de abrir novos pontos é muito grande" por parte de uma nova administração.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6402337249884140493?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6402337249884140493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6402337249884140493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6402337249884140493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6402337249884140493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/09/possvel-ter-acordo-em-doha-em-3-ou-4.html' title='É possível ter acordo em Doha em 3 ou 4 semanas, diz Amorim'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6991405026375502948</id><published>2008-08-27T13:03:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T13:05:46.475-07:00</updated><title type='text'>Protestos paralisam reformas na Bolívia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SLWzjg5-2NI/AAAAAAAAAF4/bx9IeItvDpI/s1600-h/bolivia.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SLWzjg5-2NI/AAAAAAAAAF4/bx9IeItvDpI/s320/bolivia.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239291164225362130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="v10nb"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="a18bb"&gt;&lt;/span&gt;&lt;script&gt;ubtitulo = ''; if (subtitulo.length&gt; 2) { document.write ('&lt;span id="a13bb"&gt;'+subtitulo+'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;') }; &lt;/script&gt; &lt;span id="v10bb"&gt;Andres Schipani&lt;br /&gt;Em La Paz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debaixo da lona azul no seu precário quiosque de rua, Rosita, uma açougueira de etnia aymara, reclama. "Não há carne suficiente", diz ela. "Esses conservadores racistas do leste querem que nós, os índios, passemos fome para que cedamos e voltemos a ficar sob a sola dos sapatos deles. Mas nós não permitiremos que eles façam isso. Lutaremos por Evo e por este processo de mudanças".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o processo parece ter chegado a um violento impasse nos últimos sete dias. Embora o primeiro presidente indígena da Bolívia tenha emergido como o vitorioso incontestável em uma eleição nacional no início deste mês que poderia ter culminado com a sua remoção da presidência, a metade oriental do país, que é mais branca e rica, não está querendo admitir a derrota. E esta elite tampouco está feliz com um governo que muitos no leste da Bolívia descrevem como totalitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira (26), os chamados grupos cívicos das províncias de Chuquisaca, Tarija e Santa Cruz bloquearam as estradas nacionais e aquelas que levam à Argentina e ao Paraguai, e ameaçaram ocupar os campos estatais de petróleo em suas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses grupos estão exigindo que o governo eleve o preço do gás exportado para a Argentina e o Brasil dos atuais US$ 5 para US$ 18 por unidade térmica britânica (BTU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestantes nas terras baixas orientais cortaram os suprimentos de carne para o oeste na semana passada, e bloquearam as estradas, embora o fornecimento já tenha sido normalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve também confrontos violentos envolvendo inimigos e apoiadores de Evo Morales e a polícia em várias províncias orientais, depois que grupos de jovens radicais pró-autonomia armados de paus e escudos atacaram policiais em Santa Cruz na semana passada.&lt;br /&gt;Por sua vez, alguns dos aliados indígenas de Morales bloquearam o acesso à capital constitucional e judicial do país, Sucre, um bastião oposicionista, e grupos indígenas nas áreas mais pobres de Santa Cruz afirmaram estar prontos para contra-atacar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, descreveu as ações como "uma agressão à Bolívia e um ato criminoso", enquanto Morales garantiu que o governo protegerá as instalações de gás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bolívia, geograficamente dividida entre as terras baixas tropicais prósperas do leste e os altiplanos ocidentais pobres, ficou mais polarizada após o referendo. Os governadores da oposição das regiões orientais de Santa Cruz, Tarija, Beni e Pando também obtiveram novos mandatos nas urnas e exibiram uma crescente popularidade, enquanto as conversações entre Morales e os governos do leste não foram capazes de resolver a crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos enfrentando um acirramento de posições radicais que aprofundam a polarização já existente", explica Guido Riveros Franck, diretor da Fundação Boliviana para a Democracia Multipartidária. "E agora estamos à mercê de grupos radicais e violentos de ambos os lados... Neste quadro, o diálogo fica cada vez mais distante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morales está seguindo em frente com os seus planos para a realização de um novo referendo com o objetivo de aprovar uma nova constituição nacional. Mas as cinco províncias orientais que se opõem à constituição afirmam que ela privilegiaria injustamente os grupos indígenas, estimularia o controle centralizado e faria com que uma parcela das rendas provenientes do petróleo fosse retirada das províncias que produzem a maior parte do gás boliviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles estão pressionando para que seja adotado um sistema mais federativo com maior autonomia regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O governo chama o federalismo de divisionismo e separatismo. Mas é isto o que os centralistas querem mostrar, já que eles temem perder o poder", afirma Carlos Dabdoud, um líder oposicionista de Santa Cruz. "Enquanto o presidente encarar esta sua última vitória com arrogância, tentando impor a sua vontade, o conflito continuará".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morales indicou que poderia adotar uma rota intermediária que concedesse mais autonomia no contexto da nova constituição. Mas os seus aliados estão pessimistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com a violência, a oposição deseja que a Bolívia retorne ao status quo anterior, egoísta e neoliberal", acusa Sabino Mendoza, parlamentar pró-Morales que redigiu o texto da nova constituição. "Não podemos permitir que isso aconteça".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="v10nb"&gt;&lt;b&gt;Tradução:&lt;/b&gt; UOL&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6991405026375502948?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6991405026375502948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6991405026375502948&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6991405026375502948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6991405026375502948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/08/protestos-paralisam-reformas-na-bolvia.html' title='Protestos paralisam reformas na Bolívia'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SLWzjg5-2NI/AAAAAAAAAF4/bx9IeItvDpI/s72-c/bolivia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2295139783447349263</id><published>2008-08-19T10:10:00.000-07:00</published><updated>2008-08-19T10:11:04.402-07:00</updated><title type='text'>As três crises</title><content type='html'>&lt;div class="chapeu"&gt;NEOLIBERALISMO&lt;/div&gt;  &lt;h1&gt;As três crises&lt;/h1&gt;  &lt;div class="olho"&gt;Cada vez mais intensos, os solavancos das finanças mundiais podem provocar crise sistêmica, e depressão semelhante à de 1929. A esta derrocada estão entrelaçadas a escassez de alimentos e da alta dos combustíveis. Vivemos as conseqüências de 25 anos de neoliberalismo. Mas quando diremos &lt;i&gt;basta&lt;/i&gt;?&lt;/div&gt;  &lt;p class="autor"&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Ignacio-Ramonet_"&gt;Ignacio Ramonet &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Nunca havia acontecido antes. Pela primeira vez na história da economia moderna, três crises de grande amplitude – financeira, energética e alimentar – estão em conjunção, confluindo e combinando-se. Cada uma delas interage sobre as demais, agravando, de modo exponencial, a deterioração da economia real.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Por mais que as autoridades se esforcem em minimizar a gravidade do momento, o certo é que nos encontramos diante de um sismo econômico de magnitude inédita, cujos efeitos sociais, que mal começaram a se fazer sentir, explodirão nos próximos meses com toda a brutalidade. A numerologia não é uma ciência exata e o pior não costuma ser previsto, mas 2009 pode muito bem se parecer com o nefasto ano de 1929...&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Como temíamos, a crise financeira continua aprofundando-se. Aos descalabros de prestigiosos bancos norte-americanos, como o Bear Stearns, o Merrill lynch e o gigante Citigroup, somou-se o recente desastre do lehman Brothers, quarto maior banco de negócios, que anunciou, em 9 de junho, um prejuízo trimestral de 2,8 bilhões de dólares. Como foi a primeira perda desde o lançamento de suas ações na Bolsa, em 1994, o resultado teve efeito de um terremoto financeiro, nos já violentamente traumatizados EUA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;A cada dia difundem-se notícias sobre novas quebras. Até agora, as entidades mais afetadas admitem prejuízos de quase 330 bilhões de dólares, e o Fundo Monetário Internacional estima que, para escapar da catástrofe, o sistema necessitará de cerca de 950 bilhões de dólares (o equivalente à metade do PIB do Brasil).&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;A crise começou nos Estados unidos, em agosto de 2007, com a desconfiança nas hipotecas de má qualidade (subprime) e propagou-se por todo o mundo. Sua capacidade de se transformar e se espraiar por meio da contaminação de complexos mecanismos financeiros faz com que se assemelhe a uma epidemia fulminante, impossível de controlar. As instituições bancárias já não emprestam dinheiro entre si. Todas desconfiam da saúde financeira de suas rivais.&lt;/p&gt;  &lt;h3 class="spip"&gt;Ao fugir dos mercados de ações e imóveis, os especuladores fazem apostas gigantescas em contratos para entrega futura de petróleo e alimentos. É a financeirização generalizada da produção capitalista&lt;/h3&gt; &lt;p class="spip"&gt;Apesar das injeções maciças de liquidez efetuadas pelos grandes bancos centrais, nunca se vira uma seca tão severa de dinheiro nos mercados. E agora o maior temor de alguns é uma crise sistêmica — ou seja, que o conjunto do sistema econômico mundial entre em colapso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Da esfera financeira, o problema passou para o conjunto da atividade econômica. De um momento para outro, as economias dos países desenvolvidos sofreram um desaquecimento. A Europa encontra-se em franca desaceleração e os Estados Unidos estão à beira da recessão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;O setor imobiliário é onde melhor aparece a dureza desse ajuste. Durante o primeiro trimestre de 2008, o número de vendas de moradias na Espanha caiu 29%! Cerca de dois milhões de apartamentos e casas estão sem compradores. O preço das propriedades continua a desmoronar. O aumento dos juros hipotecários e os temores de uma recessão lançaram o setor numa espiral infernal, com ferozes efeitos em todas as frentes da imensa indústria da construção. Todas as empresas desses setores estão agora no olho do furacão. E assistem, impotentes, à destruição de dezenas de milhares de empregos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Da crise financeira passamos à crise social. E políticas autoritárias voltaram a surgir. O Parlamento Europeu aprovou, em 18 de junho passado, a infame “diretiva retorno” [&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2008-08,a2516#nb1" name="nh1" id="nh1" class="spip_note" title="[1] &amp;quot;Europa se blinda ante los inmigrantes”, Sami Naïr, El País, Madri, 18 de (...)"&gt;1&lt;/a&gt;]. Imediatamente, as autoridades espanholas declararam sua disposição em favorecer a saída da Espanha de um milhão de trabalhadores estrangeiros...&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Em meio a essa situação de espanto, ocorre o terceiro choque do petróleo, com o preço do barril em torno de US$ 140. Um aumento irracional (há dez anos o barril custava menos de US$ 10) devido não apenas a uma demanda despropositada mas, especialmente, à ação de muitos especuladores, que apostam no aumento contínuo de um combustível em vias de extinção. Retirando-se da bolha imobiliária, que desinfla, os investidores alocam somas colossais em contratos para entrega futura de petróleo, o que pode levar o preço do barril a algo em torno de US$ 200. Ou seja: está ocorrendo uma “financeirizacão” do petróleo, com conseqüências como formidáveis aumentos de preços da gasolina, em muitos países, e a ira de pescadores, caminhoneiros, agricultores, taxistas e todos os profissionais mais afetados. Em muitos casos, eles exigem de seus governos ajudas, subsídios ou reduções dos impostos, com grandes manifestações e enfrentamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Como se todo esse contexto não fosse bastante sombrio, a crise alimentar agravou-se repentinamente e chega para nos lembrar que o espectro da fome continua ameaçando quase um bilhão de pessoas. Em cerca de 40 países, a carência de alimentos provocou levantes e revoltas populares. A reunião de cúpula da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), foi incapaz, em 5 de junho, em Roma, de chegar a um consenso para retomar a produção de alimentos no mundo. Aqui também os especuladores, fugindo do desastre financeiro, têm parte de responsabilidade — porque apostam num preço elevado das futuras colheitas. Até mesmo a agricultura está se “financeirizando”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Este é o saldo deplorável de 25 anos de neoliberalismo: três veneosas crises entrelaçadas. Já está na hora de os cidadãos gritarem: “Basta!”.&lt;/p&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;div class="rodape"&gt;&lt;p class="spip_note"&gt;[&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/2008-08,a2516#nh1" name="nb1" class="spip_note" title="info notes 1"&gt;1&lt;/a&gt;] "Europa se blinda ante los inmigrantes”, Sami Naïr, &lt;i class="spip"&gt;El País&lt;/i&gt;, Madri, 18 de junho de 2008.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2295139783447349263?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://diplo.uol.com.br/2008-08,a2516' title='As três crises'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2295139783447349263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2295139783447349263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2295139783447349263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2295139783447349263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/08/as-trs-crises.html' title='As três crises'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-7275475592051942585</id><published>2008-08-13T07:27:00.000-07:00</published><updated>2008-08-13T07:29:06.443-07:00</updated><title type='text'>É de preocupar</title><content type='html'>&lt;div class="div1"&gt;      &lt;div class="div2"&gt;       &lt;div class="div3"&gt;               &lt;div class="conteudo"&gt;         &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;13/08/2008 - 10h07&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se votar não fosse obrigatório, 38% não votariam&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;                  &lt;div id="credito-texto"&gt;Da Redação&lt;/div&gt;        &lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;      &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;    &lt;!--/titulo--&gt;                         Entre os brasileiros, 30% declaram que "com certeza não iriam votar" e outros 8% que "provavelmente não iriam votar", se o voto não fosse obrigatório, diz pesquisa feita pelo instituto Vox Populi, a pedido da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), para traçar o perfil do eleitor brasileiro. Já 51% dos entrevistados, declaram que votariam mesmo assim e outros 11% que provavelmente votariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regiões Nordeste e Sudeste lideram entre os respondentes que disseram que não votariam, respectivamente 34% e 31%. Entre os que provavelmente não votariam, essas regiões também lideram: 8% e 10%. Já as regiões Sul, Norte e Centro-Oeste e Norte lideram entre os que continuariam votando, 60%, 60% e 55%, respectivamente. O Sul é a região em que menos pessoas responderam que não votariam: 20%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, 1% dos entrevistados não soube o que responder. As entrevistas foram realizadas entre 27 de junho e 6 de julho e foram ouvidas 1.502 pessoas, em todas as regiões. A margem de erro do estudo é de 2,5% e o objetivo era traçar o perfil do eleitor brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-7275475592051942585?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/7275475592051942585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=7275475592051942585&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7275475592051942585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/7275475592051942585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/08/de-preocupar.html' title='É de preocupar'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1693036817041790040</id><published>2008-08-12T10:37:00.000-07:00</published><updated>2008-08-12T10:38:50.365-07:00</updated><title type='text'>Amorim sugere reunião da OMC para salvar Doha</title><content type='html'>REGINA CARDEAL - Agencia Estado      &lt;div class="grupoC2"&gt;          &lt;script&gt;Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")&lt;/script&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="corpoNoticia"&gt; SÃO PAULO - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou, em entrevista ao jornal francês Le Monde, que "resta uma pequena chance de concluir" com sucesso a Rodada Doha de comércio global no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas ele disse que os líderes mundiais precisam agir rapidamente e propôs um encontro "em meados de setembro, em Brasília ou algum outro lugar", antes que fatores políticos já em andamento, como as eleições nos EUA e na Índia, interfiram ainda mais nas negociações que entraram em colapso em 29 de julho em Genebra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amorim disse que saiu muito pessimista de Genebra quando as discussões esbarraram em obstáculos políticos, mas acrescentou que nem ele nem o presidente Lula aceitam o fracasso da rodada. Ele lembrou que Lula conversou com o presidente norte-americano George Bush a respeito e, em Pequim, falou sobre as negociações com o presidente chinês Hu Jintao. "Ele (Lula) deve telefonar ao primeiro-ministro indiano e estamos em contato com os australianos e os indonésios", disse Amorim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Manutenção dos avanços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ministro, se as discussões forem retomadas rapidamente, é provável que os avanços conseguidos até agora nas negociações sejam mantidos. "Mas se a retomada for feita em dois ou três anos, temo que novos cálculos e reflexos protecionistas tenham tempo de colocar em dúvida o que foi conquistado". Amorim disse, por exemplo, ter muitas dúvidas sobre o acordo da banana. No caso do etanol, houve avanços com a Europa, e menos avanços com os EUA, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chanceler destacou que, embora os negociadores tenham conseguido se entender sobre temas importantes, que ele chama de "o triângulo de Pascal", numa referência ao diretor-geral da OMC, Pascal Lamy - o acesso dos produtos agrícolas ao mercado da União Européia, o acesso dos produtos industrializados aos mercados dos países em desenvolvimento e as subvenções agrícolas americanas - as discussões emperraram nos "obstáculos políticos". É curioso que a Índia tenha discutido não "para proteger uma vantagem adquirida, mas para impor um novo instrumento que não existia, estas cláusulas de salvaguardas especiais destinadas a proteger seu mercado agrícola", comentou Amorim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntado se o Grupo dos 20 (países emergentes) continua unido em torno do Brasil, o ministro afirmou que o "G20 errou ao aceitar, sem colocar em cifras, o conceito dos mecanismos especiais, tais como a cláusula de salvaguardas". Mas ele acrescentou que é preciso compreender as dificuldades de alguns, como Argentina e África do Sul, e "imaginar soluções específicas e temporárias para os mesmos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais motivos do fracasso das negociações em Genebra foi a falta de acordo entre a Índia e a China, duas das maiores economias emergentes do mundo, de um lado, e os EUA, de outro, sobre como as nações pobres poderiam elevar as tarifas para defender seus agricultores de aumentos repentinos nas importações. China e Índia exigiam o mecanismo de salvaguardas especiais, uma cláusula que permitiria que os dois países aplicassem tarifas especiais sobre certos produtos como açúcar, algodão e arroz em caso de um salto nas importações. Os EUA disseram que isso prejudicaria outros agricultores do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amorim disse que a falta de um acordo dentro da Rodada Doha representará perda para todos os países, mas sobretudo para os mais pobres, "porque as subvenções e as barreiras aduaneiras se pagam em vidas humanas, em privações para as populações numerosas e em atraso no desenvolvimento de certos países". Ele admite que o Brasil perde no curto prazo, mas tem terras inexploradas, água, tecnologia e exportações agrícolas que não param de crescer. "Nós já praticamos o multilateralismo e nossas exportações estão bem repartidas: 25% para a Europa, 25% para a América Latina, 15% para os EUA e 15% para a Ásia", disse Amorim, após se declarar convencido de que o sistema multilateral, defendido na OMC, é "essencial no mundo de hoje e que os acordos bilaterais não são uma boa solução". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1693036817041790040?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1693036817041790040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1693036817041790040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1693036817041790040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1693036817041790040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/08/amorim-sugere-reunio-da-omc-para-salvar.html' title='Amorim sugere reunião da OMC para salvar Doha'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1219629237104142495</id><published>2008-07-29T12:30:00.000-07:00</published><updated>2008-07-29T12:34:38.559-07:00</updated><title type='text'>Férias</title><content type='html'>Estou de férias desde o dia 25. Estou em São Paulo hoje mas logo mais estou voltando para a praia.  Retornarei no próximo dia 3. Durante esses dias não atualizarei o Amundoim mas aguardem que em breve estaremos de volta com algumas novidades para vocês leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1219629237104142495?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1219629237104142495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1219629237104142495&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1219629237104142495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1219629237104142495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/frias.html' title='Férias'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4488139962200708848</id><published>2008-07-23T07:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T07:44:53.387-07:00</updated><title type='text'>Semana decisiva</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIdDrY22fHI/AAAAAAAAAEo/r7JI2f_zj9c/s1600-h/5339-762047.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIdDrY22fHI/AAAAAAAAAEo/r7JI2f_zj9c/s320/5339-762047.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226220305272700018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não demorou muito para que o otimismo protocolar do diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, se se tornasse um árduo e espinhoso processo de negociações. Para Lamy, a breve janela de oportunidade aberta com a divulgação dos mais recentes rascunhos dos acordos agrícola e industrial, no último dia 10, e a crença de que os textos apresentaram consenso mínimo para um acordo inspiraram a convocação dos principais negociadores a Genebra ao longo dessa semana.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Desde o final de semana, representantes de cerca de 40 países estão reunidos para tentar destravar as negociações comercias globais da Rodada Doha que se têm estendido pelos últimos sete anos. Os primeiros sinais emanados de Genebra, no entanto, não são nada animadores. Apesar de pontuais avanços (como a promessa européia de ampliar os cortes tarifários no setor agrícola e a norte-americana de melhorar a oferta no quesito apoio doméstico), ao que tudo indica, permanecem as antigas diferenças e manifestam-se novos obstáculos à conclusão de um acordo ao final do encontro, previsto para durar até sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na metade das antigas diferenças, a divergência em torno do que seria um ponto de equilíbrio, um acordo que satisfizesse a todos, pode ser apontada como síntese do processo de paralisia. Pelas novas concessões, europeus e norte-americanos demandam um aumento na contrapartida dos países emergentes, que se manifeste na forma de cortes tarifários em bens industriais e serviços. Isso, para os emergentes, desequilibraria a rodada, frente a falta de ofertas substantivas nas tarifas agrícolas dos países desenvolvidos. Retoma-se, portanto, a dinâmica presente em todo o processo de negociações desde o lançamento da rodada na capital do Qatar em 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lado dos novos desafios, diversos problemas pontuais em vários dos atores e grupos chaves na rodada tendem a enfraquecer a nova tentativa de retomada. Uma lista dos problemas que recentemente passaram a merecer destaque envolveria necessariamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. EUA: com o governo Bush em final de mandato, pouco popular, sem maioria no Congresso e sem autorização para negociar diretamente um acordo comercial (TPA - Tade Promotion Act ou "Fast Track"), pesa sobre os negociadores norte-americanos a incerteza sobre se o que for aprovado em Genebra será aceito pelo Congresso ou não.&lt;br /&gt;2. União Européia (UE): Peter Mandelson, comissário europeu para o comércio, tem sido constantemente contestado pelos interesses agrícolas europeus, dos quais o presidente francês, Nicolas Sarkozy, tem se mostrado (agora na presidência da UE) maior expoente. Na dependência de coesão interna para fazer valer o seu peso negociador, Mandelson tem se visto cada vez mais pressionado a limitar concessões no setor agrícola e aumentar a pressão sobre os emergentes para a abertura dos setores de serviços e bens industriais, o que tende a alimentar a dinâmica de afastamento e acusações.&lt;br /&gt;3. Países em desenvolvimento/emergentes: para além das críticas feitas aos novos rascunhos de modalidades agrícola e industrial, problemas de coesão também parecem evidenciar-se na&lt;br /&gt;incapacidade de fazer avançar uma agenda comum que vá além da centralidade do pilar agrícola das negociações. G-20 e o Mercosul são emblemáticos nesse sentido. No caso do G-20, ao reunir países como Brasil, China e Índia, vê-se obrigado a conciliar fortes interesses exportadores agrícolas (Brasil) com grandes sensibilidades nesse mesmo setor (China e Índia querem reservar-se o direito de proteger sua agricultura). Mais ainda, o grupo tem que conciliar em bens industriais e serviços, interesses ofensivos (Índia em serviços, China em bens industriais) com defensivos (Argentina e, em menor grau, Brasil). Isso tem gerado uma constante ampliação das demandas, o que tem contribuído para a paralisação da rodada.&lt;br /&gt;4. Brasil: embora o país tenha mostrado capacidade de flexibilizar suas propostas individuais, vê-se atado aos parceiros do G-20 e do Mercosul, tendo optado por limitar ganhos a perder o peso na interlocução política. Para os negociadores brasileiros, o cálculo justifica-se a partir do momento que se consideram as dificuldades para concluir o acordo e a inevitabilidade da incorporação das demandas a que o país tem se ajustado durante o processo de coordenação política. Para a negociação, no entanto, tende a ser contraproducente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao convocar a reunião ministerial desta semana, Pascal Lamy afirmou haver mais de 50% de chances de que a rodada se encaminhasse para seu final. Lamy, depositava suas esperanças nos pequenos avanços conquistados ao longo dos sete anos de negociações e nos positivos sinais que a conclusão da rodada poderia enviar para uma economia mundial crescentemente carente de boas notícias. Declarações infelizes, velhas acusações e novos problemas, contudo, parecem ser a marca dos primeiros dias do encontro de Genebra. Pelos relatos que chegam da cidade suíça, o francês devia estar falando de sua esperança na boa vontade entre os homens.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4488139962200708848?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4488139962200708848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4488139962200708848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4488139962200708848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4488139962200708848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/semana-decisiva.html' title='Semana decisiva'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIdDrY22fHI/AAAAAAAAAEo/r7JI2f_zj9c/s72-c/5339-762047.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-18265615744729163</id><published>2008-07-21T09:03:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T09:05:32.800-07:00</updated><title type='text'>Agenda da PEX brasileira para os próximos dias</title><content type='html'>Os eventos do último final de semana foram simbólicos da temática que deverá prevalecer na agenda diplomática do Brasil nas próximas semanas. Uma vez mais, a América do Sul e as negociações da Rodada Doha na OMC estarão em destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na OMC, a aproximação do mais novo prazo decisivo para Doha deslanchar tem mobilizado os principais atores envolvidos no processo de negociação. As reações aos textos divulgados em julho – objeto de discussão a partir de hoje, em Genebra, quando ministros de cerca de 30 países-chave deverão se reunir para tentar destravar a rodada – têm sido, no mínimo, controversas. Depois de um moderado otimismo no início do mês, parece consolidar-se a impressão de que, embora possível, a conclusão do acordo ainda demandará muito trabalho.&lt;br /&gt;Com o calendário apertado pela aproximação das eleições norte-americanas, pode não ser possível finalizar um texto que sirva de base para a assinatura de um acordo ainda em 2008. Nesse cenário, a conclusão da rodada seria adiada por pelo menos dois anos. Somam-se a esse complicador as dificuldades relacionadas às divergências de expectativas quanto a setores e graus de ambição (e concessões), e novos obstáculos vinculados à dinâmicas internas. Elas vão desde as eleições nos Estados Unidos e a falta do chamado Fast Track (autorização para que o Executivo dos EUA negocie esse tipo de acordo) até a baixa coesão em torno das propostas de atores importantes, como o Mercosul e a UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De concreto, a agenda de negociações prevê para o próximo sábado (19) uma reunião do G-20 em Genebra, para tratar das propostas consolidadas em julho pelos mediadores agrícola e de bens industriais e coordenar a posição do grupo para a reunião ministerial da próxima semana. Com início marcado para hoje, também na cidade suíça sede da OMC, a fase ministerial determinará o futuro da rodada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na América do Sul, o aprofundamento da integração com os países vizinhos e o fortalecimento das relações bilaterais, com ênfase nos aspectos político e comercial, estão em evidência desde sexta-feira (18/07), quando o presidente Lula iniciou uma viagem à Bolívia e à Colômbia. Na seqüência, serão visitados também a Argentina (no início de agosto) e Paraguai, onde Lula acompanhará a posse de Fernando Lugo na presidência do país (15/08).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Riberalta (Bolívia), Lula participou com seus colegas Evo Morales (da Bolívia) e Hugo Chávez (da Venezuela) da inauguração de uma refinaria e anunciou a participação brasileira (via financiamento de US$ 230 milhões) na interligação entre o planalto e a Amazônia boliviana. No longo prazo, as obras deverão integrar um corredor rodoviário que ligará a Zona Franca de Manaus ao Oceano Pacífico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-18265615744729163?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/18265615744729163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=18265615744729163&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/18265615744729163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/18265615744729163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/agenda-da-pex-brasileira-para-os.html' title='Agenda da PEX brasileira para os próximos dias'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-8117402498419517075</id><published>2008-07-18T11:51:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T12:00:37.963-07:00</updated><title type='text'>Brasil, Mercosul e a Rodada Doha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIDoTzr9c_I/AAAAAAAAADw/ncwQJzX69Pg/s1600-h/300px-CelsoAmorim103739.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIDoTzr9c_I/AAAAAAAAADw/ncwQJzX69Pg/s320/300px-CelsoAmorim103739.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224430994739524594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   Aproxima-se o novo prazo para a conclusão da rodada Doha ainda nesse ano e não demorou muito para que o otimismo expresso pelo presidente Lula, nessa segunda-feira, em seu programa de rádio semanal, Café com o presidente, fosse exaltado pelo ministro Celso Amorim e seus colegas do Mercosul.&lt;br /&gt;   Após encontro de chanceleres do bloco no Rio de Janeiro na tarde do dia 14, coube à Amorim exclamar a insatisfação dos membros com a lentidão das negociações em Genebra. Para o bloco, apesar de existir a possibilidade de que um avanço efetivo venha a ser conquistado na próxima semana na Suíça – quando se reunirão ministros e negociadores de alguns dos países-chave para tentar destravar a rodada –, os últimos documentos de trabalho chegaram mesmo a retroceder em algumas áreas, como ao permitir a inclusão de novos produtos sensíveis (que não serão liberalizados) no setor agrícola.&lt;br /&gt;   Outro ponto de convergência dentro do Cone Sul está na crítica à demanda dos países desenvolvidos de que caberia aos emergentes ampliar as concessões na área industrial e de serviços. Na visão do bloco, um acordo justo ainda depende de concessões pelos países desenvolvidos e da possibilidade de manutenção de flexibilização na área industrial.&lt;br /&gt;   Ponto pacífico, o que se percebe hoje é a persistência dos mesmos antigos e alguns novos obstáculos à conclusão da rodada. Ainda que tenha havido um impulso em favor da conclusão de um acordo base ainda em 2008, muito trabalho está pendente. Como bem esclareceu o ministro Celso Amorim, concluir a rodada “é possível, mas não será fácil”. No apertado calendário que antecede a retomada das negociações de alto nível em Genebra na próxima semana, dois encontros merecerão particular atenção. Na terça-feira, a França sediou encontro de ministros da agricultura da UE. Deste encontro se extrairá o ânimo europeu com uma maior flexibilização da proposta agrícola em negociação na OMC. No sábado será a vez dos membros do G20 reunirem-se em Genebra para tratar da rodada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-8117402498419517075?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/8117402498419517075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=8117402498419517075&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8117402498419517075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8117402498419517075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/brasil-mercosul-e-rodada-doha.html' title='Brasil, Mercosul e a Rodada Doha'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SIDoTzr9c_I/AAAAAAAAADw/ncwQJzX69Pg/s72-c/300px-CelsoAmorim103739.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1276844190346591158</id><published>2008-07-14T13:27:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T13:29:01.039-07:00</updated><title type='text'>Não que eu precise hahaha! (Texto muito legal)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, Times New Roman, Times, serif;font-size:+2;color:#0082c8;"&gt;Be  Ahead of the Pack&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                 &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:-1;"&gt;Here's  a tip on&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; how to sound smart on foreign policy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;When your friends are talking about the Iraq War, shake your head and look very somber. "The real problem," you inform them, "is Iran. That's the next battlefield."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Okay, people have been talking about Iran for several years now. And, &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=fHlz3W8psx3d4L6NJ2nZ1inaTyPluDaR" target="_blank"&gt;according  to Seymour Hersh&lt;/a&gt;, not only are we already conducting a low-intensity war over there, the Democrats last year approved a no-longer-secret escalation of those activities. So you have to be prepared to deal with their smug, oh-yes-we-know-all-about-that look. "But while everyone is looking at Iran," you say, after shaking your head again and looking even more somber. "The real problem is Afghanistan. That's the problem that everyone is missing."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;But suppose they're already talking about Afghanistan, because maybe not everyone is missing this problem after two consecutive months of casualty figures worse than Iraq and the attack this week that left nine U.S. soldiers dead. If reference to Afghanistan doesn't get them, then you should stroke your chin and say very quietly, "The real problem is Pakistan. That's the &lt;em&gt;real &lt;/em&gt;mess."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;By this point, the Sunday morning news programs should be calling for your expert commentary. But let's say that you have well-read friends and they're already talking about Pakistan. And didn't President Bush &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=GydJeGsZH%2Fqntp%2F50v6t0inaTyPluDaR" target="_blank"&gt;acknowledge&lt;/a&gt; that Pakistan, not Iraq or Afghanistan, would be the biggest challenge for his successor? So now you have to switch gears and fall back on your last gambit. It's time to try outrage. "The real problem," you inform them, "are not the rogue operations out there in Pakistan or Afghanistan. The problem is here: in Dickistan. It's Dick Cheney's office. That's the lawless province causing all the havoc."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;But let's go back to the real world for a moment and the issue of Pakistan. There's much talk these days about the Taliban and al-Qaeda and other militant organizations plotting all sorts of mayhem in Pakistan's version of the Wild West: the areas that border Afghanistan. U.S. officials are &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=ddXHHMycq1hOn5ocdbLVNSnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;concerned&lt;/a&gt; that the new civilian government in Pakistan is so eager to cut a deal with these militants that it's willing to look the other way at their cross-border operations in Afghanistan. And the Pakistani government is none too pleased about the cross-border operations conducted by the U.S. military, including the air strike last month that killed 11 Pakistani soldiers.&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;Surely the Pakistanis themselves are concerned about the resurgent Taliban, the elusive bin Laden, and the potential of frontier chaos spreading throughout the country.&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;Not so, says FPIF columnist Zia Mian. "When asked who was most responsible for violence in Pakistan today," he writes about a recent poll in &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=0GzOP%2B0%2FtGMTDa7wKhpPhinaTyPluDaR" target="_blank"&gt;Pakistan's American Problem&lt;/a&gt;, "over 50% of Pakistanis blame the United States. About 10% blame respectively India and the Pakistan army (and ISI). The Pakistani Taliban was blamed by less than 5%."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;Indeed, while extremist violence is certainly a problem in Pakistan, it isn't a central preoccupation, reports FPIF contributor Fouad Pervez. "On my recent trip to Pakistan, every conversation veered toward one of four issues. These topics also fill most news broadcasts and top the headlines in every newspaper. Pakistanis talk about these issues on the streets, in the markets, and at the &lt;em&gt;masjids&lt;/em&gt;,"  he writes in &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=3XQ2k4kv2zrAtUEbhCB4oynaTyPluDaR" target="_blank"&gt;The Real Crisis in  Pakistan&lt;/a&gt;. "These issues - the economy, the electricity load sharing, the water shortage, and the political instability - cut across social class, gender, and geography. Hardly anyone talks about extremism. You might catch a mention of extremist actions in the last few minutes of a news broadcast - if you have electricity to watch the news, that is."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;The policy implications of this anti-Americanism and this proliferation of economic challenges are so clear that even the TV instapundits should figure out what the real problem is. U.S. military policy has been counterproductive. We are creating more militants than we are "neutralizing" - in Iraq, Afghanistan, and Pakistan. We need to shift over from the hypermilitary approach to an economic development model, and quick. But that's going to require a major, immediate, cessation of operations in that most dangerous province of all: the rogue fiefdom of Dickistan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                &lt;span style="font-family:Georgia, Times New Roman, Times, serif;font-size:+1;color:#0082c8;"&gt;Ballots, Cows, and Nukes&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:-1;"&gt;The situation in Zimbabwe remains murky. Negotiations between the Mugabe government and the opposition are ongoing, Russia and China refuse to back UN sanctions against the ruling elite, and a new report from South Africa's Human Sciences Research Council &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=sQecVPgaX55Ho1dyQyoZeCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;describes&lt;/a&gt; a worsening situation on the road toward civil war.&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;FPIF contributor Briggs Bomba takes a step back to look at this conflict between change by ballot and change by bullet. "The world's attention has been riveted in 2008 by election crises in Africa, first Kenya and now Zimbabwe," he writes in &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=WnGP3%2FVm9lnELOOgBl6h3ynaTyPluDaR" target="_blank"&gt;Ballots vs. Bullets in  Kenya and Zimbabwe&lt;/a&gt;. "In both cases, challenges remain in converting electoral victory to political power. Can a victorious opposition come to power in the face of an obstinate incumbent? This question is particularly relevant when the incumbent regime controls the coercive apparatus of the state and the opposition only has the ballot in its corner. In the battle of the ballot vs. the bullet, can there ever be a fair match?"&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;South Koreans are still wrought up about imports of U.S. beef. FPIF contributor Gavan McCormack connects the protests in Seoul to the larger food crisis in the world. "Beef consumption is not a fundamental human right but the privilege of a tiny elite," he writes in &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=T3g6KhuU%2FVC%2BfNBcSCVlvSnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;Mad  Cows, Mad People&lt;/a&gt;. "Each kilo of meat they consume is the equivalent of around eight kilos of grain, and requires a substantial volume of precious water to produce. Naturally, Koreans (or any people) may indulge a passion for beef eating by allocating their own land, water, and labor to it, but they can have no claim upon the global economy to such an entitlement. And if the global beef market is dominated by a country whose agriculture is so structured that dead animals are recycled as pellets of food for living ones, the very principles of free trade itself must be reconsidered - as the Koreans are doing."&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;Finally, FPIF contributor Robert Alvarez debunks the notion that we can boost the nuclear energy sector and recycle the used fuel to produce even more energy. Just consider the plutonium problem. "Of the 370 metric tons of plutonium extracted from power reactor spent fuel over the past several decades, about one third has been used," he writes in &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=osd6I9SRHMDXCFWQm%2FpyRSnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;Nuclear Recycling Fails the Test&lt;/a&gt;. "Currently, about 200 tons of plutonium sits at reprocessing plants around the world - equivalent to the amount in some 30,000 nuclear weapons in global arsenals."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                &lt;span style="font-family:Georgia, Times New Roman, Times, serif;font-size:+1;color:#0082c8;"&gt;Links&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:-1;"&gt;Seymour Hersh, "Preparing the Battlefield," &lt;em&gt;The New Yorker&lt;/em&gt;, July 7, 2008; &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=TsRq55uCGp9Du%2B6GERV49ynaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.newyorker.com/&lt;wbr&gt;reporting/2008/07/07/080707fa_&lt;wbr&gt;fact_hersh&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                "Bush: Pakistan, Not Iraq, Next President's Big Task," USNews.com, July 7,  2008; &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=zHu8MzJcgHOdK6EFX8zxyynaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.usnews.com/usnews/&lt;wbr&gt;politics/bulletin/bulletin_&lt;wbr&gt;080707.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Kathy Gannon, "Pakistan Militants Focus on Afghanistan," Associated Press, July  14, 2008; &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=Wanxn9i4r6HrPWBfs2YGxSnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://ap.google.com/article/&lt;wbr&gt;ALeqM5hdme9IY9dvaU6091sqo6Oacy&lt;wbr&gt;5LxQD91TCR1G0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Zia Mian, "Pakistan's American Problem," Foreign Policy In Focus (&lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=tOG9fTvD%2BEsW3xUT7EhRpynaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.fpif.org/fpiftxt/&lt;wbr&gt;5357&lt;/a&gt;); The  unpopularity of the United States in Pakistan should force Washington to  rethink its policies.&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Fouad Pervez, "The Real Crisis in Pakistan," Foreign Policy In Focus (&lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=VJxZrOpImpNxkfEG00zksCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.fpif.org/fpiftxt/&lt;wbr&gt;5360&lt;/a&gt;); Hint:  It's not religious extremists.&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Bill Corcoran, "Zimbabwe Parties Fail to Agree Framework for Talks," &lt;em&gt;Irish Times&lt;/em&gt;, July 14, 2008; &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=a5%2BP9tPm8hVBOC%2BFWp7DRCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.irishtimes.com/&lt;wbr&gt;newspaper/world/2008/0714/&lt;wbr&gt;1215940877328.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Briggs Bomba, "Ballots vs. Bullets in Kenya and Zimbabwe," Foreign Policy In  Focus (&lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=Nh6Yt1AFbKeRRSD9xOrGKJ0lpaUQ1ljx" target="_blank"&gt;http://www.fpif.org/fpiftxt/&lt;wbr&gt;5356&lt;/a&gt;); The world's attention has been riveted in 2008 by election crises in Kenya and now Zimbabwe. What's next in the battle of the ballot vs. the bullet?&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Gavan McCormack, "Mad Cows, Mad People," Foreign Policy In Focus (&lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=HsCnt1itU74sFowF4TRGRSnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.fpif.org/fpiftxt/&lt;wbr&gt;5359&lt;/a&gt;); What's the relationship between the beef crisis in South Korea, the humanitarian crisis in North Korea, and the global food crisis?&lt;br /&gt;                               &lt;br /&gt;                                Robert Alvarez, "Nuclear Recycling Fails the Test," Foreign Policy In Focus (&lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=HAKbyq0LJBzvMXKi9Up2TCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;http://www.fpif.org/fpiftxt/&lt;wbr&gt;5351&lt;/a&gt;); The debate over nuclear power is heating up, along with the planet. Can nuclear fuel recycling be part of the mix? Not a chance.&lt;br /&gt;                                &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Georgia, Times New Roman, Times, serif;font-size:+1;color:#0082c8;"&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:-1;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;  .   . .&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                                Published by  &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=ZP%2FFR%2B1GdcwcYPuzeREDRZ0lpaUQ1ljx" target="_blank"&gt;Foreign Policy In Focus&lt;/a&gt; (FPIF), a project of the &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=ZVgg73xprWu5GZHknjj3tCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;Institute for Policy Studies&lt;/a&gt; (IPS)&lt;br /&gt;                                &lt;a href="http://salsa.democracyinaction.org/dia/track.jsp?v=2&amp;amp;c=MaVaU56vpZixwFnTRlKyfCnaTyPluDaR" target="_blank"&gt;fpif.org&lt;/a&gt;: a think tank without walls&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-1276844190346591158?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/1276844190346591158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=1276844190346591158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1276844190346591158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/1276844190346591158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/no-que-eu-precise-hahaha-texto-muito.html' title='Não que eu precise hahaha! (Texto muito legal)'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-8184446998699210478</id><published>2008-07-13T19:51:00.000-07:00</published><updated>2008-07-13T19:55:41.870-07:00</updated><title type='text'>The World's Runaway Train</title><content type='html'>&lt;a lang="en" dir="ltr" href="http://www.project-syndicate.org/commentary/contributor/433" lang="en"&gt;Kenneth Rogoff&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMBRIDGE – The global economy is a runaway train that is slowing, but not quickly enough. That is what the extraordinary run-up in prices for oil, metals, and food is screaming at us. The spectacular and historic global economic boom of the past six years is about to hit a wall. Unfortunately, no one, certainly not in Asia or the United States, seems willing to bite the bullet and help engineer the necessary coordinated retreat to sustained sub-trend growth, which is necessary so that new commodity supplies and alternatives can catch up.&lt;br /&gt;Instead, governments are clawing to stretch out unsustainable booms, further pushing up commodity prices, and raising the risk of a once-in-a-lifetime economic and financial mess. All this need not end horribly, but policymakers in most regions have to start pressing hard on the brakes, not the accelerator.&lt;br /&gt;Don’t look to the US for leadership in a presidential election year. On the contrary, the US government has been handing out tax-rebate checks so that Americans will shop until they drop, and now Congress is talking about doing more. &lt;br /&gt;Don’t look to emerging markets, either. Desperate to sustain their political and economic momentum, most have taken a wide variety of steps to prevent their economies from feeling the full brunt of the commodity price hikes. As a result, higher commodity prices are eating into fiscal cushions rather than curtailing demand.&lt;br /&gt;I am puzzled that so many economic pundits seem to think that the solution is for all governments, rich and poor, to pass out even more checks and subsidies so as to keep the boom going. Keynesian stimulus policies might help ease the pain a bit for individual countries acting in isolation. But if every country tries to stimulate consumption at the same time, it won’t work.&lt;br /&gt;A general rise in global demand will simply spill over into higher commodity prices, with little helpful effect on consumption. Isn’t this obvious? Yes, there is still a financial crisis in the US, but stoking inflation is an incredibly unfair and inefficient way to deal with it.&lt;br /&gt;Some central bankers tell us not to worry, because they will be much more disciplined than central banks were in the 1970’s, when the world faced a similar commodity price spike. This time is different, though. The commodity price problem has snuck up on us, despite notable institutional reforms in macroeconomic policymaking all over the world.&lt;br /&gt;The historic influx of new entrants into the global work force, each aspiring to Western consumption standards, is simply pushing global growth past the safety marker on the speed dial. As a result, commodity resource constraints that we once expected to face in the middle of the twenty-first century are hitting us today.&lt;br /&gt;Wait a second, you say. Why can’t our wonderfully flexible market economies roll with the punches? Won’t high prices cause people to conserve on consumption and seek out new sources of supply?&lt;br /&gt;Yes, and that eventually happened with energy supplies in the 1980’s. But the process takes time, and, because of the rising weight of relatively inflexible emerging market economies in global consumption, adjustment will probably take longer than it did a few decades ago. Oil exporters and China have been accounting for two-thirds of global oil demand growth in recent years.&lt;br /&gt;Rich country consumers are responding to higher energy prices, and it helps. New York City, for example, has seen a reduction of perhaps 5% in private vehicles entering the city over the past six months. Gridlock has abated, and you can almost get around the city by car these days.&lt;br /&gt;But the response is slower elsewhere. It certainly is not getting any easier to drive around in places like São Paulo, Dubai, and Shanghai. For a variety of reasons, mostly related to government intervention, few emerging market economies can be categorized as having flexible resource demand, so commodity price spikes are not having a particularly big effect on demand.&lt;br /&gt;The central bankers who tell us not to worry about inflation point to relative wage stability. Expansions usually start collapsing when labor gets too scarce and too expensive. But the current expansion is unusual in that, due to unique (in the modern era) circumstances, labor constraints are not the problem. On the contrary, the effective global labor force keeps swelling.&lt;br /&gt;No, this time, commodity resources are the primary constraint, rather than a secondary problem, as in the past. That is why commodity prices will just keep soaring until world growth slows down long enough for new supply and new conservation options to catch up with demand.&lt;br /&gt;This runaway-train global economy has all the hallmarks of a giant crisis in the making – financial, political, and economic. Will policymakers find a way to achieve the necessary international coordination? Getting the diagnosis right is the place to start. The world as a whole needs tighter monetary and fiscal policy. It is time to put the brakes on this runaway train before it is too late.&lt;br /&gt;&lt;a class="img" href="mailto:expansion@project-syndicate.org"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Kenneth Rogoff is Professor of Economics and Public Policy at Harvard University, and was formerly chief economist at the IMF.&lt;br /&gt;Copyright: Project Syndicate, 2008.www.project-syndicate.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-8184446998699210478?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.project-syndicate.org/commentary/rogoff44' title='The World&apos;s Runaway Train'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/8184446998699210478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=8184446998699210478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8184446998699210478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/8184446998699210478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/worlds-runaway-train.html' title='The World&apos;s Runaway Train'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-128085544896197241</id><published>2008-07-08T06:32:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T06:51:15.405-07:00</updated><title type='text'>O Brasil vai à Ásia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHNwyFRcdFI/AAAAAAAAADo/sEgAjt9FsX0/s1600-h/1220MC005.image_media_horizontal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHNwyFRcdFI/AAAAAAAAADo/sEgAjt9FsX0/s320/1220MC005.image_media_horizontal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220640398763652178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;A diplomacia brasileira estará de corpo inteiro na Ásia pelos próximos dias. Lula passa a semana por lá e visita Japão, Vietnã, Timor Leste e Indonésia. Na agenda, a participação na Cúpula do G8 + G5, a expansão do comércio brasileiro com o sul da Ásia e a cooperação bilateral serão os destaques.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Iniciada na segunda-feira, a Cúpula do G8 deverá estar totalmente voltada à conturbada conjuntura econômica mundial. Os destaque serão as altas dos alimentos e petróleo, mas discussões sobre meio ambiente e aquecimento global devem aparecer também, ainda que o tema (que deveria ser o assunto da reunião) deva manter-se em segundo plano diante das preocupações mais prementes com a economia internacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A participação brasileira deverá ter a seguinte agenda:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Comércio internacional: defesa de uma rápida e equilibrada conclusão da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Meio ambiente: aceitação de metas de redução de      emissões de gases de efeito estufa pelos países em desenvolvimento desde      que mantida a possibilidade de desenvolvimento;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Crise alimentar: defesa de uma ação internacional      conjunta para o combate à carestia alimentar;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Inflação (petróleo e alimentos): Ataque à      especulação;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Biocombustíveis: defesa da produção brasileira      tanto pelo argumento ambiental (sustentabilidade), quanto econômico      (desenvolvimento); e&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Coordenação política: Lula deverá aproveitar sua      estada no Japão para ampliar e fortalecer os contatos políticos nos mais      variados sentidos, desde sua participação na Cúpula do G8 + G5 ou na      reunião de chefes de governo de grandes economias sobre mudança do clima      (que, além de G8 e G5, envolvem também Austrália, Indonésia e República da      Coréia) até em reuniões mais restritas, como uma reunião de coordenação do      G5 (com México, África do Sul, China e Índia), no dia 08, e uma Cúpula dos      BRIC (com os chefes de governo da Rússia, da Índia e da China), na      quarta-feira, sempre à margem do encontro do G8.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A agenda de trabalho do presidente Lula no Japão será completada por encontros bilaterais. Estão confirmadas conversas com os presidentes dos Estados Unidos, do México, da China e da Coréia do Sul, e com os primeiros-ministros da Itália, do Canadá e do Japão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Terminada a Cúpula do G8, Lula seguirá para o Vietnã, onde na quinta-feira inicia o movimento de aproximação de alto nível com o sul da Ásia. Será a primeira de três viagens que o presidente brasileiro pretende fazer ao continente ao longo de 2008 (em agosto, participa da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim e, em outubro, da Cúpula do IBAS, na Índia).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tanto em Hanói (Vietnã) quanto em Jacarta (Indonésia), onde desembarca na sexta-feira para uma visita de dois dias, o presidente brasileiro procurará promover as oportunidades comerciais bilaterais. Lula seguirá acompanhado de missão empresarial, com representantes dos setores: aeroespacial; agronegócio; químico e petroquímico; energia; infra-estrutura e construção; máquinas e equipamentos; mineração e siderurgia; produtos de segurança e defesa; e serviços. Temas como biocombustíveis e a venda de aviões da Embraer deverão merecer destaque.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fechando a agenda asiática, Lula deverá passar também, pelo Timor Leste, para encontro com o presidente José Ramos-Horta. Desde a independência do Timor, em 1999, o Brasil está comprometido com a construção nacional timorense e deverá buscar fortalecer a cooperação prestada (em especial nas áreas jurídica e de capacitação) a este que é o único país de língua portuguesa na região.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-128085544896197241?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/128085544896197241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=128085544896197241&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/128085544896197241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/128085544896197241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/o-brasil-vai-sia.html' title='O Brasil vai à Ásia'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHNwyFRcdFI/AAAAAAAAADo/sEgAjt9FsX0/s72-c/1220MC005.image_media_horizontal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6112967680434289036</id><published>2008-07-07T09:00:00.000-07:00</published><updated>2008-07-07T09:02:30.956-07:00</updated><title type='text'>Note to self</title><content type='html'>Eu deveria escalar uma montanha algum dia desses. Dizem que o Aconcágua não é muito difícil. Exige só um bom preparo físico pra aguentar o ar rarefeito e quase nada de técnicas de alpinismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6112967680434289036?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6112967680434289036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6112967680434289036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6112967680434289036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6112967680434289036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/note-to-self.html' title='Note to self'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6570047762608879153</id><published>2008-07-07T05:57:00.000-07:00</published><updated>2008-07-07T06:16:06.055-07:00</updated><title type='text'>Why? Why? Whhhyyyyyyyyy?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHIWyQDOnVI/AAAAAAAAADg/CfKydHWfUxU/s1600-h/logo.ksg.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHIWyQDOnVI/AAAAAAAAADg/CfKydHWfUxU/s320/logo.ksg.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220259970633604434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="ContentBody" class="HasColumn"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;Harvard Kennedy School of Government is my dream school. Within 3 or 4 years I'm seriously pursuing this dream. So far, I think I've already built a strong CV that can make my application very competitive. I've volunteered on important international conferences, worked at the US Commercial Service, currently working at the most prestigious Government Relations and Public Policy consulting firm in Brazil, and now I'm an AIESECer. I hope that a international experience can push my chances to the sky. Let's see what the future has planed for me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you're lost in the net, stumbled on this, and is somehow connected to the HKS, leave a comment. I'd like to keep in touch with people that can help me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I brought the following text from the HKS website. It pretty much summarizes the HKS advantage.&lt;br /&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;"Why Harvard Kennedy School?&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Every generation faces the opportunity and responsibility to meet the challenges of its era. The greatest problems confronting our world today – from nuclear proliferation to climate change and entrenched poverty – are complex, interrelated and urgent. At Harvard Kennedy School, we ask what we can do to solve them.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Today’s problems require novel approaches and non-traditional alliances that bring together leaders from government, civil society and business. That’s why we bring a multidisciplinary approach to advancing the public interest.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Over the last 70 years, the Kennedy School has become the global leader in educating and empowering individuals committed to advancing the public interest. Our teachers are renowned scholars and accomplished practitioners, who are actively engaged in the affairs of the world. Our students are legislators, nonprofit executives, social entrepreneurs, advocates and aspiring leaders – from every age group and every corner of the globe.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Across sectors and disciplines, our students gain critical skills for solving complex problems. They learn to think deeply and broadly about public service and the impact policies have on people, markets and institutions. They experience the nexus of academic rigor and real-world relevance. And they leave prepared to create positive social change.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Through our distinguished faculty, innovative research centers, diverse student body and global network of accomplished alumni, we are redefining what it means to advance the public interest while honoring John F. Kennedy’s call to public service.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;We invite you to …&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;ASK WHAT YOU CAN DO"&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6570047762608879153?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.hks.harvard.edu/' title='Why? Why? Whhhyyyyyyyyy?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6570047762608879153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6570047762608879153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6570047762608879153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6570047762608879153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/why.html' title='Why? Why? Whhhyyyyyyyyy?'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SHIWyQDOnVI/AAAAAAAAADg/CfKydHWfUxU/s72-c/logo.ksg.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-635022029539114665</id><published>2008-07-03T07:25:00.000-07:00</published><updated>2008-07-03T07:39:18.759-07:00</updated><title type='text'>Política Externa Brasileira para a América do Sul e a Cúpula de Tucúman</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGzkjJBlS1I/AAAAAAAAADY/GqiDp-mDDRw/s1600-h/01cupula01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGzkjJBlS1I/AAAAAAAAADY/GqiDp-mDDRw/s320/01cupula01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218797360584674130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A política exterior brasileira viveu uma semana sul-americana, com a realização de mais uma Cúpula do Mercosul. Com a presença esperada de todos chefes de governo da região, após o encontro do Mercosul, a reunião deverá transformar-se em cúpula da Unasul (União de Nações Sul-americanas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formalmente, o encontro, que aconteceu em San Miguel de Tucumán na segunda e terça-feira, deverá aprovar a criação de um Fundo de apoio a pequenas e médias empresas do bloco, de um Programa de Integração Produtiva, do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos, além de um acordo com o Chile sobre comércio de serviços, da ampliação do Fundo de Financiamento do Setor Educacional do Mercosul, de cinco novos projetos no Paraguai (financiados com recursos do FOCEM – Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul) e da facilitação do trânsito de pessoas pela América do Sul (via isenção do uso de passaporte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que o aspecto formal do encontro, no entanto, será importante observar o impacto que a conturbada conjuntura política de alguns países da região, bem como as ainda existentes desavenças regionais, poderá ter sobre a coesão do bloco. Destaque entre as situações internas que se colocam como desafios para a união regional, temos a persistente disputa entre produtores rurais e governo na Argentina, a sucessão paraguaia (já decidida nas urnas, mas paralisada no Congresso do país, que rejeitou a renúncia do presidente Nicanor Duarte), a crise autonomista na Bolívia (que contrapõe o governo central aos governadores de Santa Cruz, Beni, Pando, Tarija e Cochabamba), e problemas no Equador (envolvendo a aprovação da nova constituição). No campo das desavenças regionais, o maior destaque ainda reside nas relações entre Colômbia e Equador e Venezuela. Junte-se a isso os já tradicionais problemas internos do bloco, comerciais stricto senso, ligados a assimetrias no comércio entre seus membros, e começam a ficar claros os enormes desafios que o Mercosul tem pela frente, caso pretenda ser uma base para um projeto efetivo de criação de uma União de Nações da América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, preparando-se para o encontro, Lula cobrou dos ministros o andamento (e resultados) dos vários projetos de integração em curso no continente, além de haver iniciado diálogo para restabelecimento das relações cordiais entre Venezuela e Colômbia com o presidente Hugo Chávez, em encontro na capital venezuelana na última sexta-feira (27). Em Caracas, Lula tratou da mediação de um encontro de cúpula entre Chávez e Álvaro Uribe. O tema foi  retomado na Argentina e deverá constituir-se em uma das razões para a visita que o presidente brasileiro fará à Colômbia ainda na primeira quinzena de julho. Mais do que mero teste para a liderança brasileira na região, o objetivo é reconstruir a imagem do continente como estável destino para investimentos internacionais. Lula buscou trabalhar a idéia em Caracas e deverá incorporá-la como norte da presidência brasileira temporária recém-assumida do Mercosul, que se inicia logo após a Cúpula de e deverá culminar com a realização da próxima Cúpula, a acontecer em dezembro em Salvador.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-635022029539114665?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/635022029539114665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=635022029539114665&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/635022029539114665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/635022029539114665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/poltica-externa-brasileira-para-amrica.html' title='Política Externa Brasileira para a América do Sul e a Cúpula de Tucúman'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGzkjJBlS1I/AAAAAAAAADY/GqiDp-mDDRw/s72-c/01cupula01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-2138240356610988981</id><published>2008-07-02T07:22:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T07:31:01.762-07:00</updated><title type='text'>O mais novo AIESECer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGuPQP1k4bI/AAAAAAAAADI/hkXnIqMHqYk/s1600-h/aiesec.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGuPQP1k4bI/AAAAAAAAADI/hkXnIqMHqYk/s320/aiesec.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218422102530777522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ontem o pessoal da AIESEC me mandou um email avisando que fui aprovado no processo seletivo que estava participando. Thumbs up! Nesse próximo sábado haverá a primeira reunião, de apresentação do organização, do programa que participarei, das oportunidades de intercâmbio e tudo mais. Espero que já me dêem acesso ao sistema para começar a procurar vagas! Vamos ver! Segundo semeste abroad, here I go!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-2138240356610988981?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/2138240356610988981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=2138240356610988981&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2138240356610988981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/2138240356610988981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/07/o-mais-novo-aiesecer.html' title='O mais novo AIESECer'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_wJ9TXBC2ANk/SGuPQP1k4bI/AAAAAAAAADI/hkXnIqMHqYk/s72-c/aiesec.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4173895918740872432</id><published>2008-06-26T17:03:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T17:05:47.561-07:00</updated><title type='text'>Is There a New Washington Consensus?</title><content type='html'>Is There a New Washington Consensus?&lt;br /&gt;by &lt;a class="author" href="http://www.project-syndicate.org/contributor/66"&gt;Dani Rodrik&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMBRIDGE – Two and a half years ago, senior staff members of the World Bank approached the Nobel laureate Michael Spence to ask him to lead a high-powered commission on economic growth. The question at hand could not have been more important. The “Washington consensus” – the infamous list of do’s and don’ts for policymakers in developing countries – had largely dissipated. But what would replace it?  &lt;br /&gt;Spence was not sure he was the man for the job. After all, his research had focused on theoretical issues in advanced economies; he had been dean of a business school; and he did not have much experience in economic development. But he was intrigued by the task. And he was encouraged by the enthusiastic and positive response he received from the commission’s prospective members. Thus was born the Spence Commission on Growth and Development, a star-studded group of policymakers – including another Nobelist – whose final report was issued at the end of May.    &lt;br /&gt;The Spence report represents a watershed for development policy – as much for what it says as for what it leaves out. Gone are confident assertions about the virtues of liberalization, deregulation, privatization, and free markets. Also gone are the cookie cutter policy recommendations unaffected by contextual differences. Instead, the Spence report adopts an approach that recognizes the limits of what we know, emphasizes pragmatism and gradualism, and encourages governments to be experimental.&lt;br /&gt;Yes, successful economies have many things in common: they all engage in the global economy, maintain macroeconomic stability, stimulate saving and investment, provide market-oriented incentives, and are reasonably well governed. It is useful to keep an eye on these commonalities, because they frame the conduct of appropriate economic policies. Saying that context matters does not mean that anything goes. But there is no universal rulebook; different countries achieve these ends differently.&lt;br /&gt;The Spence report reflects a broader intellectual shift within the development profession, a shift that encompasses not just growth strategies but also health, education, and other social policies.  The traditional policy framework, which the new thinking is gradually replacing, is presumptive rather than diagnostic .&lt;br /&gt;It starts with strong preconceptions about the nature of the problem: too much (or too little) government regulation, too poor governance, too little public spending on health and education, and so on. Moreover, its recommendations take the form of the proverbial “laundry list” of reforms, and emphasize their complementary nature – the imperative to undertake them all simultaneously – rather than their sequencing and prioritization. And it is biased toward universal recipes – “model” institutional arrangements, “best practices,” rules of thumb, and so forth.&lt;br /&gt;By contrast, the new policy mindset starts with relative agnosticism about what works. Its hypothesis is that there is a great deal of “slack” in poor countries, so simple changes can make a big difference. As a result, it is explicitly diagnostic and focuses on the most significant economic bottlenecks and constraints. Rather than comprehensive reform, it emphasizes policy experimentation and relatively narrowly targeted initiatives in order to discover local solutions, and it calls for monitoring and evaluation in order to learn which experiments work.&lt;br /&gt;The new approach is suspicious of universal remedies. Instead, it searches for policy innovations that provide a shortcut around local economic or political complications. This approach is greatly influenced by China’s experimental gradualism since 1978 – the most spectacular episode of economic growth and poverty reduction the world has ever seen.&lt;br /&gt;The Spence report is a consensus document, and therefore an easy target for cheap shots. It has no “big ideas” of its own, and at times it tries too hard to please everyone and cover all possible angles. But, as Spence puts it with regard to economic reform itself, you need to take small steps in order to make a big difference in the long run. It is quite a feat to have achieved the degree of consensus he has around a set of ideas that departs in places so markedly from the traditional approach.&lt;br /&gt;It is to Spence’s credit that the report manages to avoid both market fundamentalism and institutional fundamentalism. Rather than offering facile answers such as “just let markets work” or “just get governance right,” it rightly emphasizes that each country must devise its own mix of remedies. Foreign economists and aid agencies can supply some of the ingredients, but only the country itself can provide the recipe.&lt;br /&gt;If there is a new Washington consensus, it is that the rulebook must be written at home, not in Washington. And that is real progress.&lt;br /&gt;&lt;a class="img" href="mailto:expansion@project-syndicate.org"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dani Rodrik, Professor of Political Economy at Harvard University’s John F. Kennedy School of Government, is the first recipient of the Social Science Research Council’s Albert O. Hirschman Prize. His latest book is One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright: Project Syndicate, 2008. www.project-syndicate.org&lt;br /&gt;Reprinting material from this website without written consent from Project Syndicate is a violation of international copyright law. To secure permission, please contact &lt;a href="mailto:distribution@project-syndicate.org"&gt;distribution@project-syndicate.org&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4173895918740872432?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4173895918740872432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4173895918740872432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4173895918740872432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4173895918740872432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/06/is-there-new-washington-consensus.html' title='Is There a New Washington Consensus?'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-56366387537791990</id><published>2008-06-24T06:17:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T06:19:22.590-07:00</updated><title type='text'>Tudo tem um lado bom e outro ruim, até o Sen. Obama.</title><content type='html'>&lt;span id="v10nb"&gt;24/06/2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="a18bb"&gt;&lt;span id="marromtit"&gt;Campanha de Obama tem ligações com interesses do etanol&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt; subtitulo = ''; if (subtitulo.length &gt; 2) { document.write ('&lt;span id="a13bb"&gt;'+subtitulo+'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;') }; &lt;/script&gt; &lt;br /&gt; &lt;span id="v10bb"&gt;Larry Rohter&lt;br /&gt;Do The New York Times&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a VeraSun Energy inaugurou uma nova usina de processamento de etanol em Charles City, Iowa, no ano passado, alguns dos mais proeminentes incentivadores do setor estavam presentes. Líderes da Associação Nacional dos Produtores de Milho e da Associação dos Combustíveis Renováveis, por exemplo, vieram ajudar a cortar a fita -assim como o senador Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época bem atrás da senadora Hillary Rodham Clinton em reconhecimento de nome e nas pesquisas, Obama estava no meio de uma viagem de campanha ao Estado onde mais adiante obteria sua primeira vitória em uma convenção eleitoral. E como é adequado a um senador por Illinois, o Estado que é o segundo maior produtor de milho do país, ele fez um forte endosso do etanol como combustível alternativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama está concorrendo como um reformista que visa reduzir a influência dos interesses especiais. Mas como qualquer outro político, ele tem eleitorados poderosos que ajudam a definir suas posições. E quando se trata do etanol doméstico, quase todo produzido a partir do milho, ele tem assessores e simpatizantes proeminentes com laços estreitos com a indústria, em um momento em que a política de energia é um ponto de profundo contraste entre os partidos e seus candidatos presidenciais. No coração do Cinturão do Milho naquele dia de agosto, Obama argumentou que a adoção do etanol como substituto para a gasolina "no final contribui para nossa segurança nacional, porque no momento nós estamos enviando bilhões de dólares a alguns dos países mais hostis do planeta". A dependência americana de petróleo, ele acrescentou, "torna mais difícil para nós moldarmos uma política externa que seja inteligente e crie segurança a longo prazo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table table="" valign="left" align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" height="300" width="440"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://n.i.uol.com.br/midiaglobal/240608bombaobama.jpg" alt="Damon Winter/The New York Times" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="2" width="10"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Barack Obama passa entre bombas de gasolina em um posto em Manheim, Pensilvânia&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, quando Obama viaja pela zona rural, ele às vezes é acompanhado por seu amigo e representante, Tom Daschle. Um ex-líder da maioria no Senado por Dakota do Sul, Daschle participa dos conselhos consultivos de três empresas de etanol e trabalha em uma firma de advocacia de Washington onde, segundo a descrição online de seu cargo, "ele passa uma quantidade substancial de tempo fornecendo conselhos estratégicos e de política para clientes no setor de energia renovável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal conselheiro em questões energéticas e ambientais de Obama, Jason Grumet, veio da Comissão Nacional para Política Energética, uma iniciativa associada a Daschle e a Bob Dole, também um ex-líder da maioria no Senado e um grande defensor do etanol, que tem laços estreitos com a gigante do agronegócio Archer Daniels Midland, ou ADM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não muito depois de chegar ao Senado, o próprio Obama provocou brevemente uma controvérsia quando voou duas vezes a tarifas subsidiadas em aviões corporativos da ADM, que é a maior produtora de etanol do país e tem sede em seu Estado natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jason Furman, o diretor de política econômica de Obama, disse que as decisões políticas do senador são baseadas nos méritos. "Isto é o que sempre o motivou nesta questão e continuará a determinar sua política à frente", disse Furman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser perguntado sobre se Obama trouxe qualquer predisposição ou inclinação no debate do etanol por representar um Estado produtor de milho que se beneficia com o boom, Furman disse: "Ele deseja representar os Estados Unidos da América, e suas políticas se baseiam no que é melhor para o país".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daschle, que freqüentemente serve como representante para a campanha de Obama, falando em nome dele no domingo no programa "Fox News Sunday", disse que seu papel de consultoria à campanha de Obama sobre assuntos de energia é limitado. Ele disse não ser um lobista para as empresas de etanol, mas fala publicamente sobre as opções de energia renovável e trabalha "com várias associações e grupos para orquestrar e coordenar suas atividades", incluindo a Coalizão de Governadores Pró-Etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Obama, ele disse, "ele tem uma equipe de política excelente e se apóia principalmente nestas pessoas-chave para orientá-lo em questões-chave, seja energia, mudança climática ou outras coisas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O etanol é uma área onde Obama discorda fortemente de seu adversário republicano, o senador John McCain. Apesar de ambos os candidatos presidenciais enfatizarem a necessidade dos Estados Unidos obterem "segurança energética", freando ao mesmo tempo as emissões de carbono que supostamente contribuem para o aquecimento global, eles oferecem visões profundamente diferentes para que papel o etanol, que pode ser feito a partir de vários materiais orgânicos, deve ter nestes esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;McCain, que não é de um Estado rural, defende a eliminação dos subsídios anuais multibilionários que o etanol doméstico conta há muito tempo. Como defensor do livre mercado, ele também é contrário à tarifa de 54 centavos de dólar por galão que os Estados Unidos impõem ao etanol de cana-de-açúcar importado, que contém mais energia do que o etanol a base de milho e cuja produção é mais barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós cometemos uma série de erros ao não adotarmos uma política energética sustentável, sendo um deles os subsídios ao etanol de milho, que alertei em Iowa que iriam destruir o mercado" e contribuir para a inflação, disse McCain neste mês em uma entrevista a um jornal brasileiro, "O Estado de São Paulo". "Além disso, é errado" taxar o etanol de cana feito no Brasil, ele acrescentou, "que é muito mais eficiente do que o etanol de milho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama, por sua vez, defende os subsídios, que em parte terminam nas mãos das mesmas companhias de petróleo que ele diz que deveriam ser taxadas pelo lucro imprevisto. Em nome de ajudar os Estados Unidos a construírem uma "independência em energia", ele também apóia a tarifa, que alguns economistas dizem poder ser ilegal segundo as regras da Organização Mundial do Comércio, mas que seus assessores dizem que não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos economistas, defensores dos consumidores, especialistas em meio ambiente e grupos de defesa dos contribuintes criticam os programas de etanol de milho como algo improdutivo que mais beneficia os conglomerados do agronegócio do que os pequenos produtores rurais. Estas queixas se intensificaram recentemente, à medida que os preços do milho subiram acentuadamente juntamente com os preços do petróleo, com o milho normalmente usado para ração e alimento desviado para produção de etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se há o interesse em remover parte da pressão deste mercado, o óbvio é reduzir a tarifa e permitir a entrada do etanol brasileiro", disse C. Ford Runge, um economista especializado em commodities e política comercial do Centro Internacional de Política Agrícola e Alimentar da Universidade de Minnesota. "Mas um dos motivos fundamentais para a política de biocombustíveis estar tão fora de sintonia com os mercados e a realidade se deve ao fato de políticas de grupos de interesse predominarem na elaboração dos subsídios que a apóiam."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O milho gera menos de duas unidades de energia para cada unidade de energia usada para produzi-lo, enquanto a proporção de energia para a cana-de-açúcar é de mais de oito para um. Com custos de produção mais baixos e preços das terras mais baratos nos países tropicais onde é cultivada, a cana-de-açúcar é uma fonte mais eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furman disse que a campanha continua examinando a questão. "Nós queremos avaliar todos os nossos subsídios de energia para assegurar que o contribuinte esteja recebendo à altura do dinheiro gasto", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acrescentou que Obama "é a favor de uma série de iniciativas", que visam "diversificação de países e fontes de energia", incluindo o etanol de celulose, e que, diferente das propostas de McCain, visam especificamente "reduzir a demanda geral por meio de conservação, nova tecnologia e maior eficiência".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na campanha, Obama não explicou sua oposição ao etanol de cana-de-açúcar importado. Mas em comentários no ano passado, feitos enquanto o presidente Bush estava prestes a assinar um acordo de cooperação em etanol com o presidente do Brasil, Obama argumentou que "o esforço de nosso país no sentido da independência energética" poderia sofrer se Bush relaxasse as restrições, como McCain agora propõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não atende à nossa segurança nacional e econômica substituir o petróleo importado pelo etanol brasileiro", ele argumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama fala regularmente sobre desenvolver a gramínea switchgrass, que é abundante no Meio-Oeste e nas Grandes Planícies, como fonte de etanol. Apesar da proporção de energia para a switchgrass e outros tipos de etanol de celulose ser muito maior do que a do milho, os economistas dizem que investimentos que consomem muito tempo em infra-estrutura seriam necessários para torná-lo viável, e que com o milho próximo de US$ 8 o bushel, os agricultores têm poucos incentivos para mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os executivos e defensores do setor de etanol não fizeram nenhuma grande doação a nenhum dos candidatos presidenciais, como mostra uma análise dos registros de doações de campanha. Mas eles notaram a diferença entre Obama, que mudou sua política a respeito de viagem em jatos corporativos após o caso de 2005, e seu rival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brian Jennings, um vice-presidente da Coalizão Americana pelo Etanol, disse que espera que McCain, "enquanto busca o mais alto cargo do país, adote uma visão mais ampla da segurança energética e reconheça o importante papel do etanol".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- robots index="no" --&gt;Os pontos de vista dos candidatos foram testados recentemente no Projeto de Lei Agrícola aprovado pelo Congresso, que prorrogou tanto os subsídios ao etanol de milho, apesar de tê-los reduzido ligeiramente, quanto as tarifas sobre o etanol de cana-de-açúcar importado. Como McCain e Obama estavam em campanha, nenhum dos dois votou. Mas McCain disse que se fosse presidente, ele vetaria o projeto de lei, enquanto Obama emitiu uma declaração o elogiando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="v10nb"&gt;&lt;b&gt;Tradução:&lt;/b&gt; George El Khouri Andolfato&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-56366387537791990?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/56366387537791990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=56366387537791990&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/56366387537791990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/56366387537791990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/06/tudo-tem-um-lado-bom-e-outro-ruim-at-o.html' title='Tudo tem um lado bom e outro ruim, até o Sen. Obama.'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6206195649678855369</id><published>2008-06-19T07:01:00.000-07:00</published><updated>2008-06-19T07:08:38.152-07:00</updated><title type='text'>Príncipe-herdeiro japonês no Brasil</title><content type='html'>O príncipe-herdeiro do Japão, Naruhito, desembarcou na terça-feira em Brasília, para uma viagem de nove dias pelo Brasil. Até o dia 25, deverá passar ainda por São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita, que faz parte das comemorações do centenário da imigração japonesa ao Brasil, deverá ter como ponto mais significativo a participação do príncipe japonês, ao lado do presidente Lula, na quarta-feira no lançamento de um selo e uma moeda alusivos ao centenário, além da entrega de medalhas a pessoas que contribuíram para uma maior aproximação entre os dois países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em Brasília, Naruhito deverá reunir-se com o presidente do Senado Federal, Garibaldi Alves, participar de sessão especial na Câmara dos Deputados e ser homenageado em jantar no Palácio do Itamaraty. Durante toda a sua estada no país, o príncipe herdeiro japonês deverá dedicar-se ao contato com a colônia nipônica, valendo lembrar que o Brasil abriga a maior comunidade japonesa no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afora a agenda protocolar e comemorativa, a visita de Naruhito ensejará o revigoramento das relações bilaterais, que tiveram seu auge nos anos 1980. De fato, para o embaixador Roberto Jaguaribe, responsável pela divisão de Ásia e Oceania no Ministério das Relações Exteriores e pela organização das comemorações do centenário da presença japonesa no Brasil, “as relações bilaterais ingressam em novo ciclo virtuoso”. A idéia, de acordo com a diplomacia brasileira, é aproveitar o momento para revigorar os laços comerciais e financeiros com o mais tradicional parceiro brasileiro na Ásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os setores apontados pela diplomacia brasileira como prioritários no novo impulso de aproximação estariam a agroindústria, a siderurgia, a indústria automotiva e o setor de tecnologia, capitaneado pela escolha brasileira do padrão japonês de TV Digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que somente atrair novos investimentos japoneses, o discurso diplomático  brasileiro deverá defender também uma presença mais assertiva do Brasil no Japão, morada da terceira maior colônia brasileira no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, além dos investimentos da Petrobras no país asiático, os biocombustíveis e a venda de créditos de carbono deverão ser os grandes destaques. Para o embaixador Jaguaribe, “a preocupação japonesa com a questão ambiental abrirá as portas para os combustíveis alternativos”. Além disso, um acordo comercial entre o Mercosul e o Japão “está no radar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6206195649678855369?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6206195649678855369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6206195649678855369&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6206195649678855369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6206195649678855369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/06/prncipe-herdeiro-japons-no-brasil.html' title='Príncipe-herdeiro japonês no Brasil'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-6193532082943618140</id><published>2008-06-14T10:24:00.000-07:00</published><updated>2008-06-14T10:52:48.769-07:00</updated><title type='text'>Um belo presente</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SFP-5Z59lnI/AAAAAAAAAC8/2q_0XjehASA/s1600-h/Complete-Calvin-Hobbes-2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211789455957792370" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SFP-5Z59lnI/AAAAAAAAAC8/2q_0XjehASA/s320/Complete-Calvin-Hobbes-2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Minha alegria tá lá no teto! Também, com um presente desse...não poderia ser diferente.&lt;br /&gt;O primeiro dia dos namorados é uma beleza, muito amor pra dar e muito dinheiro pra gastar. Minha namorada, generosa como sempre, desembolsou uma bagatela e me comprou a caixa 'The Complete Calvin and Hobbes'. A caixa é linda, toda forrada de pano, com duas gravuras inéditas nas laterais e os livros tem um tratamento gráfico impecável. O único contra é o peso. Cada livro tem uns 3 kgs, fica até difícil de manusear. Mas enfim, não podia ser perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, confesso que nunca fui fanático, de saber tiras de cor, comprar todos os albúns e tal, mas sempre gostei muito, sempre me identifiquei demais com o garotinho de 6 anos hiperativo e de imaginação fértil que é o Calvin. O Bill Waterson (o autor) dá lições de vida em 3 balões que muito guru de auto-ajuda, terapeuta, filósofo mataria por.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora fico por aqui, tenho 1200 páginas para ler...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-6193532082943618140?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/6193532082943618140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=6193532082943618140&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6193532082943618140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/6193532082943618140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/06/um-belo-presente.html' title='Um belo presente'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wJ9TXBC2ANk/SFP-5Z59lnI/AAAAAAAAAC8/2q_0XjehASA/s72-c/Complete-Calvin-Hobbes-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-4468278351808190997</id><published>2008-05-29T07:46:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T07:53:02.303-07:00</updated><title type='text'>Um dia cheio</title><content type='html'>Ontem tivemos um dia cheio de emoções: a grande classificação do Corinthians para a final da Copa do Brasil, bagunça no no Congresso por conta da proposta de criação da CSS, células-tronco no STF, relatório da Anistia Internacional denunciando o trabalho escravo no Brasil, trânsito monstro em São Paulo com protesto na ponte estaiada entre tantos outros....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-4468278351808190997?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/4468278351808190997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=4468278351808190997&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4468278351808190997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/4468278351808190997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/05/um-dia-cheio.html' title='Um dia cheio'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-3110508855401064329</id><published>2008-05-22T09:48:00.000-07:00</published><updated>2008-05-22T09:51:06.490-07:00</updated><title type='text'>Amundoim em transição</title><content type='html'>A partir de hoje o Amundoim entra em uma nova era. Nos próximos dias ele sofrerá algumas mudanças no layout; tentarei deixá-lo com uma aparência ou pouco mais profissional e atraente. Estou começando a me entender com esse editor do Blogger. Vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim que ele estiver pronto tentarei atualizá-lo com mais frequência, com textos mais legais, talvez mais assíduos e curtos. Vamos tentar fazer esse blog virar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7866408124766816841-3110508855401064329?l=amundoim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amundoim.blogspot.com/feeds/3110508855401064329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7866408124766816841&amp;postID=3110508855401064329&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3110508855401064329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7866408124766816841/posts/default/3110508855401064329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amundoim.blogspot.com/2008/05/amundoim-em-transio.html' title='Amundoim em transição'/><author><name>Luiz Guilherme Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09021295855608347595</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7866408124766816841.post-1651608248739538003</id><published>2008-05-20T19:16:00.000-07:00</published><updated>2008-05-20T19:18:15.940-07:00</updated><title type='text'>EVO MORALES, REFERENDO E A CRISE INSTITUCIONAL</title><content type='html'>Ninguém deveria se surpreender com o resultado do referendo pró -autonomia realizado no começo do mês na província boliviana de Santa Cruz de La Sierra. A vitória do “Sim” já aguardada desencadeou reações do governo central boliviano e do governo da província, que não esperava resultado diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Sim” foi legitimado pelo voto (cerca de 86% da população “cruceña” aprovou a autonomia da província), trará importantes mudanças políticas para a Bolívia. Entre as mudanças previstas, Santa Cruz passará a ter impostos próprios, controle sobre a extração e comercialização de gás e petróleo e controle administrativo prescindindo de autorização prévia do governo central em La Paz.&lt;br /&gt;&lt;b
